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9 de julho de 2012

A Bíblia passada a limpo!


A Bíblia passada a limpo!
Os absurdos.
A Bíblia do Cético.

Chamar a Bíblia de livro santo ou de guia moral é uma afronta à decência e a dignidade. Pretender que ela seja a verdade absoluta é subestimar o intelecto humano.
Para bilhões de pessoas, a Bíblia é um livro sagrado que contém a palavra de Deus. É a fonte de suas convicções religiosas e mais importante da história da civilização ocidental. Porém poucos daqueles que acreditam na Bíblia a leram de fato avaliaram o que ´´e verdadeiro e falso. Isto pode parecer estranho, mas alguns nunca leram a Bíblia. Mas qualquer um que tenha se aventurado por suas trivialidades redundantes e cansativas, genealogias infinitas, histórias e leis insensatas, sabe que a Bíblia não é um livro fácil de ler. Assim, não é surpreendente que aqueles que começam a ler o Gênesis raramente chegam ao Levítico. E os poucos crentes que sobrevivem ao fim amargo do Apocalipse, têm que enfrentar um dilema perturbador: a sua fé lhes diz que deveriam ler a Bíblia, mas lendo a Bíblia eles arriscam a sua fé.

O problema é (acreditando-se que a BÍBLIA foi inspirada por Deus) que QUANTO MAIS SE LÊ, MENOS SE ACREDITA. Para proteger a fé na Bíblia, muitos deixam de lê-la, embora poucos admitam isto. Nem mesmo para eles. O que me choca hoje em dia nessas histórias da bíblia, não é que elas tenham acontecido de verdade. Provavelmente não aconteceram e são lendas. O que me deixa de queixo caído é que as pessoas de hoje em dia queiram basear sua vida num exemplo tão aterrador quanto o de Jeová/Javé – e, pior ainda, que queiram impor esse mesmo monstro do mal (seja ele fato ou ficção) ao resto de nós e ainda querer transformar o Brasil numa futura nação evangélica.
A solução mais popular para este problema é deixar a Bíblia a cargo do clero. O clero então faz citações da Bíblia e sermões, e explica seu o significado aos outros. Um cuidado extremo é tomado, é claro, para citar das partes da Bíblia que exibem o melhor lado de Deus e ignorar aqueles que não fazem. Isto significa que só uma fração da Bíblia é citada. Isto em si não é um grande problema, porque embora a Bíblia não seja um livro muito bom, é muito longa.

Mas se pouco da Bíblia realmente é usado, então por que o resto não é apagado? 
Por que as passagens redundantes (as quais são freqüentemente contraditórias) não são combinadas em único e consistente livro? 
Por que não são eliminadas as centenas de crueldades e absurdos? Por que não são removidas as partes ruins do “Livro Bom?”. 
Isto resultaria em um livro muito menor, porém requer uma cirurgia volumosa, e pouco permaneceria. Quase todas as passagens da Bíblia são de uma maneira ou outra censuráveis. Mas talvez com um pouco de sorte e uma edição muito cuidadosa, um pequeno folheto poderia reproduzir a Bíblia - um que poderia ser chamado de bom.
Talvez. Mas para os crentes, a Bíblia inteira é “inspirada”, e tem deus como seu autor. Cada passagem contém uma mensagem de Deus que não deve ser alterada ou apagada. Assim o crente está simplesmente preso à Bíblia. Ele acredita que ela é boa, verdadeira, e perfeita. Quando a Bíblia lhe parece contrária a isso, como sempre, ele inventa a sua interpretação da Bíblia - não o que ela diz. A defesa do crente é ajudada por aqueles que divulgam isso. Eles invariavelmente são bons crentes interessados em promover e defender a Bíblia. E o fazem de muitas formas, e seus esforços normalmente incluem pelo menos um dos seguintes:
- Mostram consistência entre as passagens redundantes, nunca mencionando as contradições.
- Promovem explicações e desculpas para os absurdos, crueldades, vulgaridades e insultos às mulheres - quando não os ignoram completamente.
- Enfatizam as poucas passagens que apresentam uma imagem decente de Deus.
- Colocam anotações no rodapé para explicarem qualquer dificuldade.

São publicadas e distribuídas milhões de Bíblias a cada ano por crentes num esforço incansável para propagar suas convicções. E muitas vezes já com boleto bancário, marcando às páginas preferidas para os dizimistas. Por conseguinte, quase todo o mundo, crente ou cético, tem uma cópia em casa. Entre estas Bíblias serão achadas muitas versões diferentes, mas todas têm algo em comum: todas edições apóiam, promovem e defendem a Bíblia.

A respeito da crítica redacional, a Bíblia de Jerusalém salienta que a presença de “um problema literário” é fato inegável para quem se inclina atentamente sobre os textos.
Ainda tem gente que é convencida a acreditar em Deus pelas evidências das Escrituras. O fato de as coisas estarem por escrito é persuasivo para pessoas que não estão acostumadas a fazer perguntas como:
“Quem escreveu, e quando”; “Como eles sabiam o que escrever”. “É a verdade.” Será que eles, na naquela época, realmente queriam dizer o que nós, em nossa época, entendemos que eles estão dizendo?; “Eram eles observadores imparciais, ou tinham uma agenda influenciava seus escritos?.

Desde o século XIV, teólogos, acadêmicos vêm defendendo que os Evangelhos não são relatos confiáveis, sobre o que aconteceu no mundo real, escritos muito tempo depois da morte de Jesus. Todos eles foram copiados e recopiados, ao longo de muitas “gerações de telefone sem fio”, por escribas sujeitos a falhas e que, por sinal, tinham suas próprias agendas religiosas. Um bom exemplo é a tocante lenda do nascimento de Jesus, incluindo  a estrela de Belém, a virgindade da mãe, a veneração do bebê por reis, os milagres, a execução, a ressurreição e a ascensão, que são empréstimos – cada uma delas – de outras religiões que já existiam  na região do Mediterrâneo e do Oriente próximo.

Desde as primeiras páginas do Gênesis, encontram-se duplicatas, repetições e discordâncias: dois relatos das origens, que apesar de suas diferenças, contam de maneira dupla a criação do homem e da mulher); duas genealogias de Caim-Cainã; dois relatos combinados do dilúvio e arca de Noé (plágio de Gilgamesh). Na história patriarcal, há duas apresentações da aliança com Abraão; duas expulsões de Agar; três relatos da desventura da mulher de um patriarca em país estrangeiro; provavelmente duas histórias combinadas de José e de seus irmãos nos últimos capítulos do Gênesis. Em seguida, há dois relatos da vocação de Moisés, dois milagres da água em Meriba ; dois textos do Decálogo; quatro calendários litúrgicos. Os evangelhos se contradizem uns aos outros muitas vezes. 1200 a.C. – Moisés. Segundo uma lenda judaica, a Torá (obra precursora da Bíblia) teria sido escrita por ele. Mas há controvérsias, pois existe um trecho da Torá que diz: “Moisés morreu e foi sepultado pelo Senhor próximo a Fegor”. Ora, se Moisés é o autor do texto, como ele poderia ter relatado a própria morte? Por outro lado, não há qualquer evidência das conquistas de David narradas no Livro, como sua vitória sobre Golias. David e Salomão teriam sido apenas pequenos líderes tribais de Judá, um Estado pobre e politicamente inexpressivo localizado no sul da Palestina. Ou seja: o primeiro grande Estado judaico não teve a liderança de Salomão, e sim dos reis da dinastia omrida.

“- Eu realmente não creria nos Evangelhos, se a tanto não me visse obrigado pela autoridade da Igreja" (Sto. Agostinho) .
“- A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa que seria loucura advertir os ignorantes do seu erro.” (Papa Leão X)

A BÍBLIA DO CÉTICO  comentada tenta curar este desequilíbrio. São realçadas as passagens que são um embaraço aos crentes, e são enfatizadas as partes da Bíblia que nenhum erudito em qualquer igreja, grupo de estudo da Bíblia ou escola dominical diria. Estas passagens testam suas convicções. As contradições, alegações impossíveis e falsas profecias na Bíblia não são nenhum engano; as crueldades, injustiças e insultos às mulheres, não são coisas boas.
A Bíblia do Cético ajudará aqueles que acreditam na Bíblia a reconsiderarem honestamente sua convicção. Ajudará aqueles com pouco conhecimento da Bíblia a resistir à tentação de acreditar  em deuses. E ajudará aqueles que já rejeitaram a Bíblia a defender a sua posição.

Acreditar em um ser superior é mais do que simples perda de tempo: pode ser uma tremenda irresponsabilidade se apegar a fantasias. Em nome deste ou daquele deus, muita coisa errada acontece no mundo todos os dias – da proibição de uso de preservativos às violação dos direitos humanos. Por que então tantas pessoas acreditam?: Por ignorância. E porque, pela falta de informação científica, elas encontram na fé o caminho mais curto (ou mais fácil) para driblar o sofrimento pessoal.

Devemos avaliar tudo o que ouvimos e vemos – sejam os textos da Bíblia, Alcorão ou os textos inspiradores de Shakespeare, Gandhi ou Dalai Lama. Pode nos ajudar a buscar a verdade, a combater a opressão, a lutar por justiça, a insistir na paz. Pode nos motivar a viver sem submisão, mais plenamente enquanto pudermos. Eu acredito na força da verdade (satyagraha).
Leia mais em Crítica Superior à Bíblia:

Top 5 PRAGAS:

I. Quando os hebreus eram escravos no Egito, o Senhor enviou 10 pragas contra os opressores do povo escolhido. A primeira delas foi transformar toda a água do país em sangue (Êxodo 7:21).
II. Como o faraó não libertava os hebreus, o Senhor radicalizou: matou, numa só noite, todos os primogênitos do Egito. “E houve grande clamor no país, pois não havia casa onde não houvesse um morto” (Êxodo 12:30).
III. Desgostoso com os pecados de Sodoma e Gomorra, Deus destruiu as duas cidades com uma chuvarada de fogo e enxofre (Gênesis 19:24).
IV. Para punir as deso­bediências do rei Davi, o Senhor enviou uma doença não identificada, que matou 70 mil homens e 200 mil mulheres e crianças (2 Samuel, 24: 1-13).
V. Quando a nação dos filisteus roubou a arca da Aliança, onde estavam guardados os 10 Mandamentos, o Senhor os castigou com um surto de hemorróidas letais. “Os intestinos lhes saíam para fora e apodreciam” (1 Samuel 5:9) .

Top 5 SATANAGENS:

I. Após a destruição de Sodoma, os únicos sobreviventes eram Ló e suas duas filhas. As filhas de Lot embebedaram o pai e tiveram com ele a noite mais incestuosa da Bíblia (Gênesis 19:31).
II. O Cântico dos Cânticos, atribuído ao rei Salomão, é altamente erótico. Um dos trechos: “Teu corpo é como a palmeira, e teus seios, como cachos de uvas” (Cânticos 7:7).
III. Os anjos do Senhor tiveram chamegos ilícitos com mulheres mortais. “Vendo os Filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram-nas como mulheres, tantas quanto desejaram” (Gênesis 6:2).
IV. A Bíblia diz que os antigos egípcios eram muito bem-dotados. Após a fuga para Canaã, a judia Ooliba tem saudades dos tempos em que se prostituía no Egito. Tudo porque “seus amantes (...) ejaculavam como cavalos” (Ezequiel 23:20).
V. O hebreu Onã casou com a viúva de seu irmão, mas não conseguia fazer sexo com ela – preferia o prazer solitário. Do nome dele vem o termo “onanismo”, que significa masturbação (Gênesis 38:9).

Top 5 MILAGRES:

I. O maior de todos os milagres divinos foi o primeiro: a Criação do mundo, pelo poder da palavra. “E Deus disse: que haja luz. E houve luz” (Gênesis 1:3).
II. Para dar-lhe uma amostra de seus poderes, o Senhor leva Ezequiel a um campo cheio de esqueletos – e os traz de volta à vida. “O vento do Senhor soprou neles, e viveram” (Ezequiel, 37; 1-28).
III. Graças à benção divina, o herói Sansão tinha a força de muitos homens. Certa vez, foi atacado por um leão. “O espírito do Senhor deu-lhe poder, e Sansão destroçou a fera com as próprias mãos, como se matasse um cabrito” (Juízes 14:6).
IV. Josué liderava uma batalha contra os amalequitas, mas o Sol estava se pondo. Como não queria lutar no escuro, o hebreu pediu ajuda divina – e o Sol ficou no céu (Josué 10:13).
V. Para fugir do Egito, os hebreus precisavam atravessar o mar Vermelho. E não tinham navios. Moisés ergueu seu bastão e as águas do mar se dividiram. Após a passagem dos hebreus, o profeta deixou que as ondas se fechassem sobre os exércitos do faraó (Êxodo 14; 21-30).

Está na hora de todos nós deixarmos de acreditar, ou fingir que acreditamos nesse livro (ou outros, ditos escritos ou divinamente inspirados por deuses), que é uma afronta à decência e a dignidade do ser humano. Ou conforme,  Karen  Armstrong, no livro (Epílogo pág.225) “A Bíblia”: - “a Bíblia atualmente corre o risco de se tornar uma letra morta ou irrelevante; tem sido distorcida por afirmações de infalibilidade literal; é ridicularizada – muitas vezes injustamente – por fundamentalistas seculares; também se torna um arsenal tóxico que alimenta ódio e a polêmica estéril.”

As idéias podem transformar o mundo?
Essa é uma das grandes questões enfrentadas por todos que desejam  compreender a sociedade em que vivem. Não tenho dúvida que Você pode experimentar sentimentos de bem-aventurança enquanto reza imaginado um ser imaginário, uma entidade divina, o sobrenatural. Seja Alá, Brahma, Shiva, Deus católico, evangélico ou judeu. Não quero denegrir nenhuma dessas experiências, pois por 50 anos pensava q nem Você cristão. Gostaria, de observar, porém, que bilhões de outros seres humanos, em todas as épocas e lugares, tiveram experiências semelhantes enquanto pensavam em lendas e mitos religiosos como Alá, Maomé (escolhido por Alá - o último e mais exemplar dos profetas), Buda (que nasceu através da abertura de um flanco no lado do corpo de sua mãe), Hórus (nasceu da virgem Ísis) ou Krishna (que nasceu da virgem Devaka)...ou enquanto faziam arte ou música, ou contemplavam a beleza da natureza.

Você acredita em MILAGRES ? 
Ou “Você acredita que Jesus nasceu de uma virgem (sem um pai biológico)? Não responda, que sim. Pois poderás passar vergonha. Não há duvida de que as pessoas podem passar por experiências profunda, mentalmente transformadoras. E não há dúvida de que elas podem interpretar erradamente essas experiências, e iludir-se mais ainda acerca da natureza da realidade. A verdade é que a religião não satisfaz seus seguidores, com suas próprias alegações maravilhosas e garantias sublimes. Ela precisa intervir na vida dos não-crentes, dos hereges ou dos que professam outras crenças. Ela pode  falar sobre a bem-aventurança do próximo mundo, mas quer o poder deste mundo. E isso é de se esperar. Afinal ela foi inteiramente feita pelo homem. E não tem confiança em suas variadas pregações para sequer permitir a coexistência entre diferenças crenças. Ela nunca morrerá, ou pelo menos não enquanto não superarmos o medo da morte, do escuro, do desconhecido e dos outros.

Se este texto  funcionar do modo como espero, com certeza vai exercer uma mudança em Você, ao lerem e “reconverterem” serão ateus e agnósticos  e homens livres de superstições e crenças sobre-naturais, com orgulho quando terminarem! Centenas de pessoas me escreveram para dizer que estou errado em não acreditar em Deus (es). As mensagens mais hostis vem de cristãos, especialmente os mais perturbados que sempre citam capítulos e versículos bíblicos. A verdade é que são intolerantes à crítica, as vezes de uma intolerância profunda e até ameaçadora. Afirmam ter sido transformados pelo amor de Cristo. Podemos atribuir isso à natureza humana, mas é claro que tal ódio recebe considerável apoio da Bíblia. Acreditam realmente que a Bíblia é a palavra de deus, escrita por inspiração divina, e que apenas os que acreditam e tem fé na divindade de Jesus Cristo terão a "salvação" depois da morte, que Jesus vai voltar para "julgar" os vivos e os mortos, em “algum momento” dos próximos 50 anos, e que Jesus só vai voltar depois que as coisas derem errado, terrivelmente errado, aqui na Terra. 

Ou a Bíblia é apenas um livro comum, escrito por mortais, ou não é. Ou Cristo era divino, ou não era. Se a Bíblia é um livro comum, e Cristo era um homem comum e sua divindade decidida por votação (resultado apertado por sinal no Concílio), então a doutrina básica do cristianismo é falsa.  Se a Bíblia é um livro comum, e Cristo era um homem comum (se é que existiu), então a história da teologia cristã é a história de homens estudiosos dissecando uma ilusão coletiva.
A Bíblia é um livro muito grande. Deus teve espaço suficiente para nos instruir em detalhes sobre a maneira de manter escravos e de sacrificar diversos animais. Para alguém como eu e Você e muitos, que estão fora da fé cristã, é espantoso como um livro pode ter um conteúdo tão trivial e, mesmo assim, ser considerado produto de onisciência.

"Há Muitas maneiras de se interpretar a Bíblia, e é difícil saber qual é a melhor. Mas Com Certeza A PIOR É A LITERAL."

Pense nisso: cada muçulmano devoto tem as mesmas razões para ser muçulmano que Você tem para ser cristão. E, no entanto, você não acha essas razões convincentes. O Corão declara repetidas vezes ser a palavra perfeita do criador do universo. Os muçulmanos acreditam nisso tão piamente quanto você acredita na Bíblia. Há uma vasta leitura sobre Maomé que, do ponto de vista do Islã, prova que foi o mais recente dos profetas de Deus. Maomé também garantiu a seus seguidores que Jesus não era divino e que qualquer pessoa que pense diferente passará a eternidade no inferno. Os muçulmanos estão certos de que a opinião de Maomé a respeito desse assunto, assim como de todos os outros, é infalível. 
Você é capaz de provar que Alá, não é o único e verdadeiro Deus? 
Você é capaz de provar que o arcanjo Gabriel não visitou Maomé  em sua caverna? Claro que não. 
Nessa guerra religiosa, violenta, irracional, fanática, depreciativa das mulheres, coerciva para com as crianças, cheia de veneração, submissão a ídolos e de superstição, baseada na ignorância e hostil a livre reflexão qual revelação é a verdadeira? 
A verdade é que você sabe exatamente como é ser ateu em relação a crença dos muçulmanos. Quanto esforço mais é necessário para afirmar o óbvio.

Mesmo que a crença em Deus exercesse um efeito positivo confiável sobre o comportamento humano, isso não seria motivo para acreditar em Deus. Uma pessoa só pode acreditar em Deus se acreditar que Deus realmente existe. Mesmo que o ateísmo levasse diretamente ao caso moral, isso não indicaria que a doutrina do cristianismo é verdadeira. O Islã poderia ser verdadeiro, nesse caso. Ou, talvez, todas as religiões poderiam agir como placebos. Como diz SAM HARRIS, como descrição do universo poderiam ser totalmente falsas, mas mesmo assim, úteis. Contudo, as provam indicam que as religiões são não apenas falsas como também perigosas. Nossa longa história atesta o derramamento de sangue devido à religião. Tire as religiões e os deuses do Oriente Médio. E o que teremos? Paz! 

Já é hora de cristãos como você pararem de fingir que uma rejeição racional da sua fé acarreta a adoção cega do ateísmo como dogma. Não é necessário aceitar nada sem ter provas suficientes para concluir, que o nascimento virginal de Jesus é uma idéia absurda. As provas de que Deus não protege a humanidade estão por toda parte. Nosso próprio corpo é testemunha dos caprichos e incompetências do criador.  Deus bíblico é uma ficção, ilusão, tal como Zeus e milhares de outros deuses mortos que a maioria dos seres humanos mentalmente sãos hoje ignora.
E que a evolução foi “guiada” por deus. Qualquer leitura honesta do relato bíblico da criação sugere que Deus criou todos os animais e plantas tais como nós os vemos agora. Não há dúvida alguma de que a Bíblia, está errada acerca disso. E isso é perturbador, pois a natureza não apresenta nenhuma prova convincente da existência de um “designer inteligente” e apresenta incontáveis exemplos de  “design-não inteligente”.

Na época em que foram escritos a bíblia e o alcorão, por exemplo, virtualmente nada se sabia sobre o universo. Acreditava-se que a Terra era o centro do universo, que todas as formas de vida haviam sido criadas simultaneamente em suas formas atuais em um passado recente, e que a matéria vida se distingue pela presença de uma certa "força vital", cuja fonte era usualmente associada a uma ou mais divindades. Isso fica bem claro na mitologia cristã sobre o surgimento do homem, que usa expressões como "fôlego da vida" ou "sopro da vida" para descrever o que teria sido insuflado nas narinas de Adão para transformá-lo de barro em homem. O texto hebraico usa a palavra ruah (respiração ou espírito), e o em grego utilizou-se πνοην (pnoen), uma conjugação de πνεύμα (pneuma), que não por acaso é uma raiz que ainda hoje utilizamos para nos referir a ar -- em português, inglês e muitas outras línguas. Como se notava que a morte sempre causava o fim da respiração, e vice-versa, imaginou-se que a respiração era a própria essência da vida. Pneuma ainda hoje significa espírito ou fantasma em grego. 

Hoje em dia, qualquer criança que passe por uma boa escola aprende já no ensino fundamental que a Terra não é o centro do universo, que as formas de vida que conhecemos surgiram em instantes diferentes ao longo de bilhões de anos, que há séculos se sabe que a força vital não existe, e que nada há nos seres vivos além dos elementos químicos que também estão presentes nos compostos inorgânicos que formam o restante do universo, tais como hidrogênio, carbono, oxigênio, nitrogênio, etc. Esse é conhecimento corrente básico e consensual para o qual apontam uma infinidade de evidências científicas acumuladas ao longo de muitas décadas de experimentação. No entanto, infelizmente vivemos uma epidemia de ignorância científica em que grande parte da população desconhece os elementos mais básicos do conhecimento disponível.
Apesar de um século de descobertas científicas que atestam como é antiga a vida na Terra (bilhões de anos), e mais antigo ainda o nosso Universo, muitos cristãos acreditam que o cosmos inteiro foi criado há 6 mil anos. E ainda acreditam que os dinossauros sobreviveram aos pares na arca de Noé, e que os primeiros membros da nossa espécie foram modelados a partir do barro e do hálito divino, em um jardim com uma cobra falante, pela mão de deus invisível. Mesmo que aceitássemos que o nosso universo simplesmente tinha de ser projetado por um “projetista”, isso não indicaria que esse projetista é o Deus bíblico, nem que Ele aprova o cristianismo.  Além de que, a noção de um criador coloca um problema imediato de regressão infinita. Se Deus criou o Universo, o que criou Deus?

Eu acredito com grande dose de certeza que é possível levar uma vida ética sem religião. Não tenho necessidade de me reunir todos os dias, ou a cada sete dias, ou em qualquer elevado e auspicioso, para proclamar minha retidão, jejuar, auto-flagelar,  ajoelhar, rastejar, inclinar-se maniacamente para um muro,  ou falar com um amigo imaginário. Nós, ateus, não precisamos de sacerdotes, ou de alguma hierarquia acima deles, para policiar nossa vida, exige submissão e adoração. Sacrifícios e cerimônias são abomináveis para nós, assim como relíquias de adoração de qualquer imagem ou objeto (inclusive na forma de uma das mais úteis inovações do homem: o livro encadernado). Para nós, nenhum ponto da Terra é ou pode ser “mais sagrado” que exige peregrinação. Dispensamos essa culpa mórbida (pecado, pecado, pecado) de que sofre um crente estressado, que tenta usar a religião como placebo e fugir da realidade da vida.

O Deus bárbaro do Antigo Testamento da Idade do Bronze é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, pestilento, megalomaníaco sadomasoquista, malévolo. O que os teístas afirmam sobre Deus é que Ele tem o poder de criar, conservar ou aniquilar qualquer coisa, seja grande ou pequena. E ele pode também fazer objetos se moverem ou fazerem  qualquer coisa. Deus não é limitado pela leis da natureza; ele as faz e pode mudá-las ou suspende-las – se quiser.

Não acredito num Deus intervencionista, milagreiro, telepata, castigador de pecados, atendedor de preces da bíblia, dos padres, bispos, mulas, aiatolás, rabinos e do linguajar do dia-a-dia. Isso é na minha opinião, um ato de alta traição intelectual e é o mesmo que viver na infância da ignorância. E atacando o seu “deus otiosus”, (capaz de ouvir simultaneamente os pensamentos de todas as pessoas do mundo),  estou atacando todos os deuses, que já existiram, existem ou que venham a ser criados. Qualquer coisa que seja absurda e sobrenatural.

Nossa espécie nunca ficará sem insensatos, mas como afirma Hitchens no livro “deus Não é Grande-como a religião envenena tudo”: - mas eu ouso dizer que deve ter havido pelo menos tantos indivíduos crédulos que professaram fé em Deus quanto tem havido parvos e simplórios que concluíram o contrário. Pode ser pouco modesto sugerir que as chances beneficiam bastante a inteligência e curiosidade dos ateus, mas o caso é que alguns humanos sempre perceberam a improbabilidade de Deus, o mal feito em seu nome, a probabilidade de que Ele seja feito pelo homem e a disponibilidade de crenças e explicações alternativas menos danosas.  Não temos como saber os nomes de todos esses homens e mulheres, porque em todas as épocas e em todos os lugares eles foram submetidos a uma repressão impiedosa. Pela mesma razão, também não temos como saber quantas pessoas ostensivamente devotas eram secretamente descrentes.

Está bem claro que já é hora de aprendermos a satisfazer nossas necessidades emocionais sem adotar crenças absurdas e ilógicas, confusões mentais acerca de Deuses imaginários, inferno, paraíso, vida eterna, dogmas, doutrinas,  sem mentir para nós mesmos a respeito da realidade. Esse meu comentário foi apenas um pequeno incentivo, para fazer mais gente “sair do armário” e um pequeno incentivo para se libertar de vez do vício da religião. Crie opiniões independentes com base em seu próprio raciocínio e em sua experiência; não se permita ser dirigido pelos outros. Se Você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente! QUESTIONE !

Em resumo:
Com toda a honestidade, franqueza e racionalidade, posso concluir como crítica, que não é necessário apresentar mais provas suficientes de que:
A Bíblia não foi escrita, ditada e não é a palavra de Deus, QUE PORTANTO É PROVA DE QUE: JAVEH-DEUS NÃO EXISTE ! A bíblia não é um bom livro para tirar boas lições. São contos mitológicos, as vezes de religiões anteriores, muitas vezes desastrosos……como relegar a mulher a ser inferior, a incitar a violência, e propagar idéias mirabolantes…,atrocidades, guerras, matanças de inocentes, mortes por não crer permitidas….morte para o filho rebelde, para o homossexual, para a mulher adultera, portanto não é um livro de boas maneiras….
Que o deus bíblico imaginário não pode ser levado à serio, com suas confusões  mentais.
Que as idéias “escatológicas" de pecado, inferno,  ressurreição da carne, vida eterna  e salvação,  apocalipse, são não só ridículas, mas absurdas e ilógicas.
Que não precisamos acreditar em um Jesus como "filho de deus", que voltará para  a Terra como Super-herói para julgar os vivos e os mortos. Numerosos mestres como Zoroastro, Buda, Confúcio, Epíteto..., deram as mesmas orientações antes da biografia de Jesus ser escrita.

Nascimento de uma "mãe virgem", são mitos e lendas encontradas em outras religiões. Sobre acreditar e crer – acreditar em algo é diferente de crer sem provas, apenas pela fé… ter fé é não querer provas. A bíblia não é um bom livro para tirar boas lições. não é um livro de boas maneiras… portanto  a bíblia foi escrita num tempo de muita ignorância . São contos mitológicos, as vezes de religiões anteriores, muitas vezes desastrosos……como relegar a mulher a ser inferior, a incitar a violência, e propagar idéias mirabolantes…,atrocidades, guerras, matanças de inocentes, mortes por não crer permitidas….morte para o filho rebelde, para o homossexual, para a mulher adultera,

Enfim, já é hora de reconhecermos que a "fé" não é nada mais do que a licença para continuar acreditando, quando não há razões para acreditar em crenças não justificáveis. Que já é hora de pararmos de falar com amigos imaginários e sobrenaturais e de acreditar em crenças não justificáveis.
Como diz SAM HARRIS, no seu livro " Carta a uma nação cristã".: - PODEMOS TER UMA CONVERSA DO SÉCULO XXI  acerca da moral e bem-estar humano - uma conversa na qual recorremos a todas as descobertas científicas e argumentos filosóficos acumulados nos últimos 2 mil anos de discurso humano OU então A UMA CONVERSA DO SÉCULO I, tal como preservada na Bíblia.
Por que alguem haveria de querer adotar a segunda opção?
 
A Bíblia passada a limpo:

Novas descobertas arqueológicas indicam que as histórias narradas no livro sagrado estão mais para lendas do que para verdades históricas. David e Salomão: Há pouca dúvida de que David e Salomão existiram. Mas há muita controvérsia sobre seu verdadeiro papel na história do povo hebreu. Jesus: O que aconteceu então depende da fé de cada um. Há varias versões: que Jesus teria sobrevivido ao martírio, que outra pessoa teria morrido em seu lugar, que seu corpo teria sido roubado ou, claro, que ele teria ressuscitado. E a de que Jesus nunca teria existido conforme historiadores.

http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-73-ingersoll-sobre-biblia.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/11/capitulo-70-profecias-nao-realizadas.html
http://deusilusao.wordpress.com/2011/07/12/deus-ninguem-me-ama-tambem/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_b%C3%ADblica

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