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2 de outubro de 2010

MAÇONARIA - Os Segredos

MAÇONARIA – Os Segredos


Não é uma sociedade secreta, embora tenha segredos velados que somente seus integrantes conhecem. Não é uma religião.

A origem remonta dos rituais da Maçonaria , seja inglesa ou francesa, remonta aos ritos pagãos da Antiguidade. Muitos autores afirmam que os Mistérios Antigos são a fonte da filosofia e da doutrina maçônica. Esses Mistérios consistiam num grupo de crenças e práticas que existiu em muitos países sob diferentes formas. No Egito eram os Mistérios de Ísis e Osíris; na Grécia, os Mistérios de Orfeu, de Dionísio e de Demeter; em Roma, de Baco e Ceres. Muitas das grandes mentes daquela época, como o filósofo Pitágoras, foram iniciados em alguma ou algumas dessas escolas de sabedoria.
Sócrates afirma: “conhece-te a ti mesmo, isso, meditando em teu mundo interno e obterás a verdade”.

É tido como certo que os ritos e símbolos maçônicos modernos têm sua origem nos mistérios egípcios. O Livro dos Mortos traz sinais maçônicos. Esses símbolos e ritos chegaram através da tradição até os nossos tempos.
A origem da palavra Maçom está no inglês , Mason, que quer dizer pedreiro. Por isso é forte a crença de que, os primeiros integrantes da organização davam duro em canteiros de obra do passado.
A lenda mais famosa conta que a origem da Maçonaria está na construção do grande Templo de Salomão, adornado de madeiras de cedro e metais preciosos, dividido além do átrio em três ambientes: o vestíbulo, o santo e o santo dos santos, onde se conservava a Arca da Aliança em Jerusalém, narrada no Velho Testamento. A construção do Templo de Salomão no Monte Mória, no seu lugar hoje está a mesquita de Al-Aqsa (terceiro lugar mais sagrado para o Islã) onde hoje fica Jerusalém. A construção envolveu milhares de pessoas durante sete anos e foi concluída em 953 a . C. Esse templo (construído, destruído e reconstruído) apresentava uma diferença em relação a outras construções no mundo antigo, porque não continha nenhum ídolo. Existia a crença de que os ídolos não eram necessários para que Deus estivesse presente: o templo fora erguido pela necessidade das pessoas, e não de Deus.
Outra tese é defendida por historiadores maçônicos como Robert Lomas. Ele aponta a Maçonaria como herdeira direta dos poucos cavaleiros templários que não foram trucidados por ordem do papa e do rei da França entre 1307 e 1314. Outros pesquisadores acreditam que a origem da maçonaria moderna estaria nas corporações de ofício, espécie de sindicatos da Idade Média, na corporação de pedreiros livre, que construíam catedrais gigantescas, onde eram bem remunerados e era natural que os Masons, mantivessem este conhecimento em segredo ficando conhecida como Maçonaria Operativa. Entre os séculos XVI e XVII, as técnicas de construção começaram a perder valor e as corporações mudaram o tom das reuniões. Começaram a ganhar traços de alquimia e rituais simbólicos secretos, começando a fase da Maçonaria Especulativa, voltada para o conhecimento filosófico, que dura até hoje.
O crescimento escola de sabedoria maçônica atraiu nobres e os mais importantes representantes das diversas profissões. Foi escrita a Constituição de Anderson, texto redigido pelo maçom James Anderson em 1723, que colocou no papel todas as normas e rituais transmitidos oralmente. Só nos EUA hoje existem 16 mil lojas que recebem milhões de membros maçons no grupo fraternal conhecido com Maçons Livres e Aceitos.
O local das reuniões é o templo, que remete ao Templo do Rei Salomão. No interior, na entrada, uma a esquerda e outra a direita, duas réplicas, duas colunas que sustentavam o Templo de Salomão. Sendo chamadas de Boaz (força , ou nele há fôrça) e Jaquim (estabelecer, estabilidade). Os nomes são derivados de relatos bíblicos sobre como Salomão construiu seu templo. No fundo da Loja, a onipotência do olho divino sem pálpebras dentro de um triângulo, sugere o – símbolo do conhecimento - ao qual não escapa nenhum ato terreno, assim como sugere o temor dos mortais diante de seu juízo. Protege os homens, deixando ao seu critério a avaliação sobre seus erros e acertos. O teto central é coberto de estrelas e planetas.
Nas cerimônias os homens vestem aventais e luvas brancas, onde é discutido o caminho que o planeta deve tomar. O rumo proposto pelos estudos é o da Luz. A idéia é do aperfeiçoamento, e de que cada indivíduo reflita sobre suas atitudes e busque sempre o caminho do bem e da perfeição. Assim a sociedade vai caminhar naturalmente para o progresso.
Ser admitido na Maçonaria requer paciência, ter pelo menos 21 anos, ter bons costumes e caráter, ser bom chefe de família, ter condições físicas. O candidato precisa ser convidado por um maçom, passar por entrevistas e ter a vida investigada por integrantes da ordem, quanto ao seu comportamento em sociedade.
A iniciação é o ritual onde todo estranho e obreiro recebe formado por um grupo mais um elemento em sua vida. Através dela, ele prova ser digno de pertencer ao grupo de elite ao qual aspira, e, depois de prova-lo, aprende o saber e os segredos que conferem a esse grupo seu caráter especial e estão em sua base. O aspirante a Irmandade, pode receber as revelações com um aperto de mão, secreto que estabelece um elo entre ele e seus novos irmãos. Um juramento de segredo costuma ser a parte central da cerimônia, pois a existência e a identidade do grupo são definidas por aquilo que se oculta. Com efeito, a força do conhecimento revelado ao iniciado é muitas vezes considerada como dependente de seu caráter secreto.
Nas cerimônias iniciáticas, tanto nas primitivas como nas modernas, o iniciando transforma-se, tipicamente, no ator central de uma transição de sua condição de estranho para a de membro do grupo. Durante a cerimônia, costuma ser tratado como um estrangeiro ou um espião, enquanto enfrenta uma série de desafios ou testes para provar-se adequado à honra de ser aceito. Os rigores podem ser metafóricos ou reais. Pode haver desconforto, privação, ameaças de ferimentos – reais ou simbólicos – ou até mesmo ameaça de morte. Outra característica comum aos ritos iniciáticos é a viagem alegórica empreendida pelo candidato, representando a distância entre seu velho estado de ignorância e sua nova condição de membro iluminado do grupo. Essa viagem, em especial nas cerimônias, assume muitas vezes a forma de um ritual alegórico de morte e renascimento.
Como provas (com os olhos vendados para sair das trevas e encontrar a iluminação espiritual), destinadas a determinar sua coragem, força, firmeza de caráter, vontade, vigor e capacidade de suportar a dor - representando a severidade da “morte” que experimentaram antes de renascerem como homens. As provas de iniciação têm a intenção de purificar o estranho e prepará-lo para receber os preciosos segredos da organização.
Os segredos da Maçonaria consistem em sinais e toques com as mãos, a forma de escrever e assinar o sobrenome num documento (com três pontos em forma de delta, que podem significar: amor, vontade e inteligência). Servem para que seus integrantes se reconheçam em qualquer parte do mundo e em qualquer idioma. Cada novo aprendiz admitido recebe um conjunto de ferramentas que evocam as origens da sociedade como grupo de trabalhadores e que representam também certas virtudes ou idéias significativas. Após um período de estudos e de seus atributos o aprendiz pode ser elevado a outros graus. Outros segredos e sinais e senhas secretas são relacionados a rituais e códigos somente conhecidos pelos iniciados.

O iniciado não recebe todo o conhecimento de uma vez, mas por etapas. Começa seu crescimento espiritual no primeiro degrau de uma hierarquia , cada novo degrau (ou grau) é acompanhado de novas cerimônias iniciativas e revelações mais profundas, até chegar ao grau de Mestre e mais elevados se dedicar com afinco. Esse rito, cria a saga de um herói maçônico chamado grão-mestre dos arquitetos do Templo de Salomão Hiram Abif, que comandou 183.600 artesãos e trabalhadores. Dizem, sofreu uma morte de mártir nas mãos de subordinados infames, quando se recusou a revelar os segredos do grau de mestre maçom. Seu destino é lembrado para que ninguém esqueça a seriedade dos votos maçônicos do segredo. Quando a cerimônia se encerrar, ele terá obtido a elevada posição de Mestre (ou Aprendiz ou Companheiro), mediante a resistência espiritual. Um admirável e poderoso laço de experiência particular indescritível, compartilhada entre os membros, distinguindo-os dos demais mortais. Cícero deixou essa declaração acerca de sua própria iniciação:

“Aprendemos a viver e morrer com melhor esperança”

Cada símbolo, cada palavra do ritual constituem elementos destinados a fortalecer a espiritualidade. Porém, não se deve confundir espiritualidade, com oração, religião, prece ou reza. É pedida somente a invocação da presença do Grande Arquiteto do Universo. Não há pedidos de perdão, auxilio. Esses pertencem às preces individuais dos obreiros no mundo profano, cada um com sua fé particular.
A energia que cada irmão busca e obtém não constitui ato religioso mas sim espiritual, ou seja, a soma das energias mentais e físicas em benefício dos necessitados. Isso, acontece em reunião de trabalho no templo na Cadeia da União, que não constitui ato religioso. Se fosse uma religião, os “irmãos obreiros” deveriam pertencer a uma única fé, e o conteúdo das preces nos diversos rituais e graus deveriam ser suprimidos, pois essas se assemelhariam a atos religiosos. Não existe a invocação do “divino”. Também não é seita , nem escola filosófica. A Maçonaria é tolerante a todas as religiões e faz da sua liberdade de pensamento o seu conhecimento e fundamento.
CASSARD, define e nos diz que: “Maçonaria é a escola de iniciação que não só instrui e desenvolve a inteligência, como predispõe o espírito à compreensão do ABSOLUTO. É obra de filósofos virtuosos, cuja idéia é introduzir na sociedade o estudo das ciências e convidar o homem ao exercício do culto simples e sem vislumbres de superstições. Verdadeira escola de sabedoria”.
Quando o Grande Arquiteto é invocado, esse chamado significa o desejo da presença e da orientação de quem tudo projetou. É uma instituição universal, onde cada maçom (irmão) tem liberdade de pensamento; uma maneira de encarar o mundo e praticar a fraternidade. Que surgiu em uma época em que reis controlavam o corpo das pessoas e as religiões a mente das pessoas. Irmão que é irmão, nunca deixa outro irmão na mão. São todos unidos pelo compromisso de ajuda mútua e pelos ideais da Igualdade, Liberdade e Fraternidade.
Há diferenças entre Deus cristão e o Grande Arquiteto do Universo. Para os maçons, o Grande Arquiteto tem as características de um arquiteto comum. Na prática, o arquiteto cria um projeto e não o executa, pois ele precisa da colaboração de uma equipe: desenhistas, mestres, pedreiros e serventes. O arquiteto se limita, de fato, apenas ao “projeto”. Como Deus bíblico, os maçons entendem que Deus projetou a Terra e o Universo, ou melhor os universos. Mas o G.A.D.U. maçônico, tem a propriedade de ser “uno” ou seja não possui a Trindade Cristã. Esse conceito de Deus como o Grande Arquiteto implica a existência de “outros arquitetos”.

Para os Maçons, cada iniciado tem em si parte do Grande Arquiteto e cada membro da fraternidade será um arquiteto, não independente, mas “submisso” ao G.A.D.U., dessa forma explica Rizzardo da Camino, autor de mais de trinta livros:

“O dever de todo maçom é o de ser uma espécie de renovador projetista”.

Antes se tornar Papa Bento XVI, escreveu sobre a Maçonaria e deixou uma advertência taxativa:

“Católicos que pertencem à Ordem estão em pecado grave”.

O século XVIII, era conhecido como Iluminismo, assistiu ao surgimento do mundo moderno, tal como o conhecemos. Foi uma época de grande crescimento político e cultural na Europa e, conseqüentemente, na América. Pensadores progressistas abraçavam o racionalismo, o método científico, a importância do indivíduo e a perfectibilidade da moral da humanidade. E se o Iluminismo era a mensagem, a linguagem universal que a transmitia era a Maçonaria. O idealismo do momento enquadrava-se perfeitamente na filosofia maçônica de tolerância, fraternidade e humanismo, e a organização tornou-se um importante veículo para a disseminação desses valores.
Embora a fraternidade se mantivesse oficialmente apolítica, seus valores naturalmente conduziam seus membros para as crenças democráticas contra os domínios repressivos em muitos países.

“A Maçonaria ensina, defende e propaga que a sociedade, e de modo particularíssimo o Estado, não só não deve ter oficialmente nenhuma religião, mas deve excluir e eliminar do ambiente público tudo quanto se relacione diretamente com qualquer religião”

Os maçons atraíram homens dedicados e politicamente ativos. Esses homens, a nata da sociedade progressista, filósofos, livre-pensadores, humanistas, aristocratas, intelectuais, governantes, nobres e outras profissões, imaginavam e conquistaram uma nova sociedade baseada na Fraternidade, Igualdade e Liberdade. Muitos foram perseguidos e castigados pelos antimaçonicos, o clero. O que aconteceu também na 2ª Segunda Guerra Mundial, com a perseguição, deportação e morte de muitos maçons realizadas pelos nazistas e fascistas.

Grandes figuras da história do mundo: Pitágoras, Simon Bolívar, Harry Truman, Amadeus Mozart, Goethe, Churchill, Douglas Mac Arthur, Charles Lindbergh,Theodore Roosevelt, Joseph Smith, Henry Ford, Rudyard Kypling, Benjamin Franklin, George Washington. O astronauta “Buzz” Aldrin, que levou no bolso uma bandeira com o emblema maçônico durante o primeiro pouso lunar na missão Apolo 11. Milhares de outros no mundo se destacaram como maçons famosos e ilustres, brasileiros como: o Imperador D.Pedro I, Tiradentes, o patriarca da independência José Bonifácio de Andrade Silva, Jânio Quadros e outros.
Seja meramente pelos contatos sociais, solidariedade e caridade ao próximo ou pela gratificante iluminação da alma, há séculos a Maçonaria vem atraindo homens virtuosos, humanistas, livres pensadores, pacifistas e figuras legendárias da história

4 comentários:

Anônimo disse...

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk existe muito mais verdades oculta no mundo do que realmente se pensa!!!!!

deuses Existem? disse...

A “espiritualidade sem Deus” não precisa passar por alguma explicação ou doutrina religiosa. São contrários ao materialismo e, ao mesmo tempo, não estão filiados a qualquer segmento religioso. Espiritualidade sem religião é algo mais amplo. Religião é um trato que você faz com um deus para ser admitido lá no céu. Espiritualidade (não confundir com espiritualidade cristã, espiritismo ou espiritualismo) é uma longa busca jornada nesse mundo-escola . Espiritualidade é "a arte de escutar". Mas "escutar" com o que "se sente", ou seja, escutar a realidade com o coração.

Um ateu exerce a sua ESPIRITUALIDADE através do caminho do conhecimento científico e humanista. E o que é mais interessante dessa visão é a noção de que espiritualidade está intimamente relacionada com a verdade. E tal visão nos leva inequivocamente à ciência. Não é à toa que muitos cientistas sentiram a espiritualidade ao terem um conhecimento mais profundo do que somos, de onde viemos e para onde vamos. Tambem é certo que nós não sabemos muitas coisas sobre como o universo e como cérebro funcionam. Nós temos mais ignorância do que conhecimento. Os buscadores da verdade espiritual não se satisfazem tão facilmente, pois são levados a confrontar e desafiar crenças e convenções religiosas dominantes.

Carl Sagan também defende a espiritualidade como a busca pela verdade, pois saber nos faz perceber que o Deus de muitas religiões não é grandioso o suficiente. Quando entendemos a dinâmica do universo, a criação e destruição de mundos, ficamos diante de algo mais imponente do que qualquer Deus imaginado.
Um ateu ou agnóstico (para quem a existência de divindades é irrevelante) pode não apenas ter espiritualidade, mas pode ter um tipo de espiritualidade mais informada, em que você consegue a resposta para questões que outros acham misteriosas, e formula perguntas que poucos ousaram perguntar como o universo realmente funciona.

O que se obtém sendo Maçom?

A enorme satisfação de haver contribuído, mesmo em pequena parcela, para a obra moral e grandiosa levada e feita por homens virtuosos. A Maçonaria é uma ordem realmente interessante, e há muito que podemos aprender com eles e seus ensinamentos. Para aqueles que levam com responsabilidade o estudo e a prática, o sucesso em algum setor da vida será infalível.

deuses Existem? disse...

MAÇONARIA SEM CRENÇA em SERES SOBRENATURAIS e IMAGINÁRIOS. Ninguém é mais digno por crer em algum Deus ou praticar alguma religião, porém se alguém age no cumprimento da lei e dos deveres, logo, também no cumprimento dos valores maçônicos certamente tal pessoa torna-se mais digna a cada vez que age de tal forma. Daí o porquê de podermos inferir, com segurança, que embora Deus e Espiritualidade sejam importantes não são essenciais à promessa maçônica, razão pela qual se faz necessária a criação urgente de uma promessa alternativa sem menção à palavra Deus.

O fato de alguém acreditar em Deus ou duvidar de sua existência, não o torna inapto a seguir os preceitos e leis, ao contrário do que muitos creem (mas não sabem).

O fato de a pessoa CRER ou NÃO CRER em um Deus não ajuda muito o mundo. Não muda nada para um Maçom, nem o desabona. Em contrapartida cumprir ou não cumprir qualquer uma das leis sim pode fazer toda a diferença para a sociedade, compreendem?

É exatamente por isso que aventamos que a crença em seres superiores não é essencial, pois, por si, não deixa o mundo melhor ou pior, é indiferente.

Solução: deixar a promessa atual como está e criar uma promessa alternativa (Seria o Rito Moderno?) COMO REFERÊNCIA O HUMANISMO SECULAR MODERNO àqueles que não se sentem confortáveis com a atual, para que ateus, agnósticos e outras religiões se sintam incluídas.

deuses Existem? disse...

OS SEGREDOS.
A Maçonaria tem sim os seus segredos, não há o que negar. Mas longe está de ser uma organização secreta. C
Como pode ser secreta a Maçonaria, quando as suas Constituições são registradas em cartório?
Como pode ser secreta a Maçonaria, quando ela dispõe de CGC?
Como pode ser secreta a Maçonaria quando o seu endereço, através dos templos maçônicos, são notoriamente conhecidos? Esses templos pagam os seus impostos (IPTU) e as taxa de consumo de água e luz.
A Maçonaria é, portanto, conhecida dos povos e de todos os governos onde ela é praticada livremente. Ao contrário das organizações secretas que operam na clandestinidade, na ilegalidade, sem paradeiros, sem endereços, em locais "subterrâneos", desconhecidos e não sabidos. E mais, reúnem-se com fins escusos.
Segredos consistem em sinais e toques com as mãos, a forma de escrever e assinar o sobrenome num documento (com três pontos em forma de delta, que podem significar: amor, vontade e inteligência). Servem para que seus integrantes se reconheçam em qualquer parte do mundo e em qualquer idioma.
Cada novo aprendiz, admitido, recebe um conjunto de ferramentas que evocam as origens da sociedade como grupo de trabalhadores e que representam também certas virtudes ou ideias significativas.
Após um período de estudos e de seus atributos o aprendiz pode ser elevado a outros graus. Já o compasso e o esquadro, outros dos símbolos, podem ser as representações da perfeição, mas também da retidão, justiça e moralidade. No rol de símbolos valiosos, destacam-se ainda o cinzel, o malhete, o prumo, a régua, o nível, a espada ou o triângulo e outras joias ligadas ao desenvolvimento da espiritualidade.

Outros segredos, sinais e senhas secretas são relacionados a rituais e códigos somente conhecidos pelos iniciados os quais não me são permitidos divulgar. Todos os maçons têm um nome simbólico que escolhem no dia em que são iniciados. Nesse momento, passam por um ritual e conhecem também alguns segredos como as palavras e os sinais que servem para se conseguirem reconhecer uns aos outros no mundo exterior.

O iniciado não recebe todo o conhecimento de uma vez, mas por etapas. Começa seu crescimento espiritual no primeiro degrau de uma hierarquia. O ensino do primeiro grau de Aprendiz é o da purificação, eliminando da natureza tudo quanto possa induzir às ações irrefletidas e egoístas.
Cada novo degrau (ou grau) é acompanhado de novas cerimônias iniciáticas e revelações mais profundas, até chegar ao grau de Mestre e mais elevados aos quais se deve então dedicar com afinco. Nas lojas, além de seguirem rituais, os maçons discutem ideias através do que chamam pranchas trabalhos que os ajudam a subir de grau e a promover debates internos.
O Aprendiz tem como meta a disciplina; o Companheiro, a perseverança; e o Mestre a união. No Rito Escocês Antigo e Aceito, cada iniciação evoca a lembrança de uma religião, de uma escola, ou de alguma instituição da Antigüidade. Estão em primeiro lugar as doutrinas judaicas. Vêem em seguida os ensinamentos baseados no cristianismo.

São todos unidos pelo compromisso de amor fraternal, caridade, ética, justiça, ajuda mútua e na perseverança pelos ideais da Igualdade, Liberdade e Fraternidade.

Nota: O artigo completo revisado e atualizado pode ser solicitado e recebido, entrando em contato com Oiced Mocam: consultorcomercial@gmail.com