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24 de junho de 2012

COMO FICAMOS SEM A RELIGIÃO?


COMO FICAMOS SEM A RELIGIÃO?

IRRELIGIÃO

Há uma crença (totalmente infundada) de que, se as pessoas deixassem todas de acreditar em Deus (es), o mundo acabaria virando um inferno, abarrotado de pessoas ruins, sádicas, mesquinhas, de péssimo caráter, etc. Contudo,  não é bem assim!A Bíblia, como já postado em outros artigos para leigos, está longe de ser um apreciável guia de conduta moral para a humanidade. E a crença em Deus, pura e simplesmente, ao contrário do que muitos pensam, não é a base da moralidade de nossa espécie.

Irreligião (também referida como incredulidade, ausência de religião ou pessoas ausência, sem religião) é a indiferença ou até a hostilidade para com a religião. Quando caracterizada como a hostilidade à religião, inclui o anticlericalismo, o antiteísmo e a antirreligião. Quando caracterizada como indiferença à religião, inclui o apateísmo. Quando caracterizada como a rejeição da crença religiosa, inclui o Ateísmo, e o Humanismo Secular. Quando caracterizada como a ausência de crença religiosa, pode incluir algumas pessoas que seriam incluídas no agnosticismo, ignosticismo, não teísmo, ceticismo religioso, livre-pensamento e a não-crença. A irreligião pode até incluir formas de teísmo dependendo do contexto religioso, como na Europa do século XVIII, onde o epítome da irreligião foi o deísmo.Hoje em dia, a situação mudou tanto que é mais provável que os deístas sejam contrastados com os ateus e agregados aos teístas. Afinal, eles realmente acreditam numa inteligência suprema que criou o universo.
Embora povos classificados como irreligiosos podem não seguir qualquer religião, nem todos necessariamente não acreditam no sobrenatural ou em deidades; assim como uma pessoa pode ser um teísta sem uma religião ou ser um não praticante. Em particular, aqueles que associam religiões organizadas com qualidades negativas, mas ainda mantêm crenças espirituais, poderiam ser descritos como irreligiosos.

Além do que, ainda há que se considerar outros elementos importantes nessa discussão.Talvez devêssemos observar agora algumas estatísticas.

Sabemos que os Estados Unidos apresentam um bipartidarismo político que, não por acaso, também expressa muito da questão religiosa. Os Democratas são geralmente religiosos mais liberais ou mesmo ateus ou agnósticos. Já os Republicanos são quase que invariavelmente religiosos conservadores e, não raro, fundamentalistas, como o próprio George W. Bush (ex-presidente). Pois bem, é sabido que o mapa político-partidário nos EUA apresenta uma curiosa distribuição desses partidos entre estados “azuis” — cor do partido democrata, representando que a grande maioria de eleitores daquele estado é democrata — e estados “vermelhos” — que lá não é a cor que representa a esquerda política (tal como é no resto do mundo), mas sim a radical direita conservadora, sendo que, portanto, um estado vermelho tem uma maioria de eleitores republicanos e, o que é muito possível na maioria dos casos, de mentalidade religiosa igualmente conservadora. Assim, uma vez que a religião fosse mesmo uma fonte detectável de nossa moralidade, seria de se esperar que isso se refletisse na vivência social das pessoas, a maioria das quais piedosamente religiosa, que povoam os estados republicanos em comparação àquelas dos estados democratas. Mas o que uma análise dos dados nos revela é uma realidade bem diferente: 

a) Quando se destacam no mapa as 25 cidades estadunidenses onde os índices de crimes violentos são os mais baixos do país, somente 38% delas estão nos estados republicanos.
b) Das 25 cidades mais perigosas dos Estados Unidos, 78% estão nos estados republicanos.
c) Dos 12 estados com os mais altos índices de assaltos a residências, todos são republicanos.
d) Dos 29 estados com os mais elevados índices de roubo, 24 são republicanos.
e) Dos 22 com os mais altos índices de assassinatos, 17 são republicanos.

Isso, para não mencionar outras estatísticas, como as que Gregory S. Paul apresentou numa edição de 2005 do Journal of Religion and Society [Revista de Religião e Sociedade], que, comparando os dados entre 17 países de economia desenvolvida, revelaram que naquelas nações onde se encontram as maiores taxas de crença num deus criador bem como de culto prestado a tal divindade também são encontradas as mais altas taxas de assassinato, mortalidade entre jovens, mortalidade precoce em relação à expectativa de vida atual, infecção por doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e aborto no caso dos regimes democráticos.
A constatação da pesquisa acima é intrigante justamente porque ela reflete com perfeição outros dados colhidos nos Estados Unidos. Os dados a que me refiro são os dos censos mais recentes realizados lá, onde 80% da população afirma acreditar em Deus e no juízo final, e onde o fanatismo religioso cristão tem se elevado a índices alarmantes, sobretudo para uma nação tão desenvolvida economicamente. Justamente no chamado Bible Belt — “Cinturão Bíblico”: nome por que é conhecida uma região dos Estados Unidos onde a prática fervorosa do cristianismo protestante e evangélico é tão influente que se sobressai na cultura local — foram encontrados os mais elevados índices de divórcio, assassinato, doenças sexualmente transmitidas (sobretudo gonorréia, sífilis e AIDS), gravidez adolescente, e mortalidade infantil. Na verdade, foi uma surpresa para toda a nação descobrir que taxas tão altas de desordens e desgraças sociais eram verificadas exatamente na região em que menos se esperaria ver tantos males prosperando em meio a toda aquela gente que vive seu dia-a-dia recitando passagens bíblicas, clamando o nome de Deus, orando em línguas e cantarolando hinos religiosos.
Por outro lado, observando um dado que chega a ser irônico diante da arrogância daqueles que insistem em que os valores cristãos são a fonte mais eficiente em nos incitar à prática da caridade. Atos particulares de caridade podem ser igualmente praticados por pessoas sem qualquer fé. A realidade é que os países em que há o maior número de ateus e agnósticos declarados são exatamente os que lideram o ranking, no que se refere ao percentual de sua riqueza investida nos programas sociais internos bem como na ajuda externa aos países pobres. 

O filósofo estadunidense Daniel Dennett, em seu livro Quebrando o Encanto: A Religião Como Fenômeno Natural, comenta como o simples fato de que tais dados existam e sejam reconfirmados a cada nova pesquisa já é mais do que o suficiente para abalar por completo a afirmação de que há uma virtude moral entre as pessoas religiosas. Crer em Deus não torna nenhuma sociedade melhor — pelo contrário, os dados estão aí, verificáveis no mundo todo, para confirmar que as sociedades em que o número de pessoas que acreditam em Deus é maior são exatamente aquelas em que mais encontramos os piores males sociais estabelecidos de uma forma mais ampla. O Brasil, maior país católico do planeta, e onde o número de protestantes e evangélicos não fica muito atrás, é um ótimo exemplo disso. A imensa maioria dos traficantes, assassinos, estupradores e ladrões que encontramos em nossa sociedade vem de algum lar em que as pessoas afirmam acreditar em Deus. O número de presidiários que se declaram ateus é praticamente insignificante — sobretudo se considerarmos o número daqueles que atribuem seu ateísmo a seu conhecimento das ciências físicas e naturais. Os que declaram acreditar em Deus são a grande maioria, ainda que a maioria destes não seja de fato praticante assíduo em nenhuma denominação em especial. Ao mesmo tempo, o número daqueles que se convertem facilmente quando estão na cadeia, virando crentes piedosíssimos em seguida, aumenta a cada dia.
Nesse último caso, chega a ser escandalosamente evidente o mecanismo da culpa instalado em nosso cérebro atuando no processo. Afinal, o cara está preso porque seu crime foi descoberto e julgado. Ele não tem mais como evitar ou negar a culpa. E de que forma mais eficiente o mecanismo de culpa — que não passa de uma tática subconsciente de satisfazer a si e aos outros em termos da possibilidade de retribuição e benefício — poderia atuar sobre nós do que fazendo com que experimentemos uma verdadeira conversão? 

Uma atitude vista com bons olhos pela mesma sociedade que flagrou sua má-ação e que convença a todos de que você é uma nova pessoa e, o que é mais importante, uma boa pessoa?
Isto não quer dizer que os prisioneiros convertidos sejam hipócritas dissimulados tentando arrumar um jeito de se dar bem (embora seja bem possível que alguns sejam exatamente isso, sim). É provável que as conversões sejam sinceras em muitos casos, talvez até na maioria deles. Afinal, o mecanismo de culpa que a seleção natural instalou em nós não age no campo de nossa consciência. Não necessariamente ficamos fazendo cálculos do que temos a ganhar com nossa conversão dentro de um presídio (o que, vale repetir, não quer dizer tampouco que tais cálculos não possam ser conscientemente feitos por um espertinho oportunista). O que afirmamos é apenas que tal comportamento condiz com a atuação previsível de nosso senso de culpa, agindo em nosso inconsciente. A conversão é em muitos casos verdadeira, portanto, pois o elemento auto-ilusório participante nesse processo faz com que de fato experimentemos o sentimento, a despeito de sua motivação egoísta em nível último (genético). E tudo pesa somente como mais evidência a confirmar que nosso senso moral está diretamente associado à nossa história evolutiva, e não à fé dos homens em Deus, muito menos à moral imoral que a Bíblia tem a nos ensinar. 

Além disso, é sempre importante ter em mente que o fato de que se verifica o desenvolvimento de códigos morais em qualquer sociedade com certeza quer nos dizer alguma coisa. Se o moralismo religioso é justificavelmente questionável, o fato é que, como demonstrado aqui, isso não significa que qualquer código moral seja indesejável. Pelo contrário: como os parágrafos acima procuraram demonstrar, a moralidade é uma adaptação evolutiva natural em nós, e a própria manutenção da sociedade depende de que mantenhamos algum tipo de código moral aplicável a todos em seu seio, pelo bem da própria convivência social.
É claro que não há vendedores sem consumidores. Mas todos nós sabemos que nem sempre um vendedor de sucesso é o que nos vende o que é melhor para nós. Tal como o sucesso do McDonald’s não se baseia no quão saudável seus produtos são para os consumidores, mas sim nas eficientes campanhas de marketing, podemos dizer que o sucesso da religião não se sustenta tanto em seus benefícios para os consumidores, mas na estratégia utilizada na doutrinação, a fim de garantir, acima de tudo, os interesses dos que doutrinam na fé. É óbvio que ao menos dois fatores precisam ser ressaltados:
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1) Nem todos os líderes religiosos agem com base em interesses deliberados, embora muitos decerto o façam. Com efeito, tal interesse pode subjazer à sua consciência, imperceptivelmente imiscuído nas raízes de sua motivação interior.
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2) Nem todos os representantes da religião obtêm benefícios materiais ou que favoreçam suas chances reprodutivas, visto que há monges que fazem votos de pobreza e padres com votos de castidade, por exemplo. Porém, tanto num caso como no outro estamos falando de efeitos colaterais da prática religiosa a longo prazo: nenhuma das religiões mais primitivas de nossa história incentivava à castidade e à abdicação de conforto material. O desenvolvimento dessas práticas é muito posterior à experiência humana com a religião e tem muito mais raízes culturais e contextuais, é fruto de melhor elaboração da crença original. Clérigos quando se comportam mal e cometem crimes que empaledeceriam o pecador médio. Além do mais, os religiosos que perfazem esses grupos ilustrativos, não se o pode discutir, são a minoria dentre os representantes da religião.
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De qualquer forma, a pergunta insiste em ecoar em nossas cabeças: o que os que produzem as crenças religiosas. De contínua submissão (pecado, pecado, pecado), gratidão e medo da morte (inferno) julgamento, com suas promessas de salvação (vida eterna) e vinganças ilimitada,  têm a ganhar com a perpetuação da religião?

Bem, acho que nenhum de nós, depois de avaliar um pouquinho a questão, terá dificuldades em concluir que o mundo seria bem mais difícil para papas, bispos, pastores, rabinos, califas e aiatolás...que se divertem, atormentam, aterrorizam os outros. Caso tivessem que passar a viver de outra coisa, em vez de gozar do conforto material de que carece grande parte dos fiéis que os sustentam, enquanto ganham a vida com essa exploração milenar desse primitivo mecanismo de credulidade que há em nossos cérebros (e de que tratei aqui). Que nos faz propensos a aceitar ingenuamente como certezas as “verdadeiras verdades reveladas” que nos prega, à sua respectiva maneira, cada uma dessas distintas correntes religiosas de nossos tempos. 

Acreditar num ser superior é mais do que perda de tempo: pode ser uma tremenda irresponsabilidade. Em nome deste ou daquele deus, muita coisa errada acontece no mundo todos os dias: da proibição do uso de preservativos à violação dos direitos humanos. A crença em um Deus perdeu suas funções positivas. Hoje, ela representa uma barreira para o desenvolvimento humano.
A conclusão dos pesquisadores é de que, independentemente de se poder ou não poder provar que deuses existam, ao menos as crenças religiosas sabemos que existem e são criação do homem. E os processos cerebrais que as produzem podem ser experimentalmente estudados, como o estudo demonstra e por que algumas pessoas assimilam subjetivamente essas crenças como verdades válidas sobre o mundo, mesmo que nenhuma evidência factual as corrobore. http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/10/capitulo52-neuroreligiao-de-onde-vem-fe.html
Se o ensino religioso fosse proibido até a criança ter chegado à idade da razão, estaríamos vivendo em um mundo bastante diferente. Quanto esforço para vender uma mercadoria (salvação, paraíso, vida eterna) que nunca será entregue.
Quanto esforço mais é necessário para afirmar o inacreditável! Que Deus não criou o homem à sua imagem . Evidentemente que foi o contrário!

Como se explica , Como em Mateus:10:34, 35., existe algo mais idiota do que isso? “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.
Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora  e sua sogra”.  Ah, existe  sim em Lucas 20:27. Quanta bondade, quanto amor!

Escolhi ser mais livre e convoco todos a serem, Céticos, Humanistas, Racionalistas, Livres Pensadores também. Os seres humanos do futuro também escolherão. Isto já está acontecendo. Até 2050 em nove países ricos as religiões poderão estar extintas.  Graças à … razão! Religiões, superstições e todo tipo de crendices tribais estão com os dias contados. A ignorância  não tem lugar no futuro. A ciência vem resgatando, a cada segundo, o território dominado por séculos pelas tolices religiosas. Antes da Teoria da Evolução, era compreensível atribuir a um Deus a existência de um design inteligente na natureza. Depois dela, tudo mudou. Hoje podemos provar como surgiram formas de vida tão variadas e complexas.  A teoria de Darwin de que como a vida se desenvolveu, é uma explicação muito melhor para isso que  do que Deus. Não precisamos mais nos render à tentação de acreditar em um ser superior que criou tudo. Agora essa idéia parece incoerente.

A ciência vem RASGANDO com unhas e dentes esse véu negro e inútil das superstições. Há uma grande chance de o ser humano do futuro não carregar consigo esses dogmas religiosos, essas mitologias, apego a fantasias e superstições tolas. Até aqui, foi natural acreditar em algo divino, uma espécie de infância da evolução humana. Mas nós nos podemos tornar maiores do que Deus, saindo da infância da ignorância. O conhecimento será sua “religião”. Religião no sentido de religá-lo ao que sempre esteve ligado: a natureza! Tolstoi lembrou bem, quando escreveu que deus está dentro de vós! Quem o procura ainda não evoluiu o suficiente. Só o tempo fará isto, contando com o nosso livre-arbítrio.

Abaixo extraído do livro Deus Existe? Eis a questão. Sebastien Faure,  francês, falecido em 1942, aos 84 anos, filho de família abastada chegou a envergar batina.
- Não vos faço a injúria, senhores deístas, de acreditar que sustentais uma extravagância venal.
Assim, pois, tende a modéstia e a lealdade de confessar que se me é impossível compreender e explicar Deus, vós tropeçais com o mesmo obstáculo. Tende, enfim, a probabilidade de reconhecer que, se eu não posso conceber nem explicar Deus, não o podendo, portanto negar, a vós, como a mim, não vos é permitido concebê-lo nem explicá-lo, e não tendes, por consequência, o direito de afirmá-lo.
Não julgueis, no entanto, que, por causa disto, ficamos na mesma situação que antes. Foste vós que, primeiramente, afirmastes a existência de Deus; deveis, pois, ser os primeiros a por de parte as vossas afirmações. Sonharia, eu, alguma vez em negar a existência de Deus; se vós não tivesses começado por afirmá-la; e se, quando eu era criança, não me tivessem imposto a necessidade de acreditar nele; e se, quando adulto não tivesse ouvido informações nesse sentido; e se, quando homem, os meus olhos não tivessem constantemente contemplado as Igrejas e os Templos elevados a esse Deus?

Foram as vossas afirmações que provocaram as minhas negações. Cessai de afirmar e eu cessarei de negar!
“Não, nossa ciência não é uma ilusão. Ilusão seria imaginar que aquilo que a ciência não nos pode dar, podemos conseguir em outro lugar.” — Freud
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.  HOJE, AQUI E NESSA VIDA !...

John Lennon – Letra da música
Imagine que não exista nenhum paraíso,
É fácil se você tentar.
Nenhum inferno abaixo de nós,
Sobre nós apenas o firmamento.
Imagine todas as pessoas
Vivendo pelo hoje...

Imagine que não exista nenhum país,
Não é difícil de fazer.
Nada porque matar ou porque morrer,
Nenhuma religião também.
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz...

Imagine nenhuma propriedade,
Eu me pergunto se você consegue.
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
Uma fraternidade de homens.
Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo todo.

Você talvez diga que sou um sonhador,
Mas eu não o único.
Eu espero que algum dia você junte-se a nós,
E o mundo viverá como um único.

Fonte e colaboração: Camilo Gomes Junior

Leia mais sobre o assunto em:

Sobre Bertrand Russel, em seu livro WHI I AM NOT A CHRISTIAN -
Porque não sou Cristão, é considerado um dos mais blasfemos documentos filosóficos jamais escritos. Se a religião fornece respostas às perguntas que sempre atormentaram a humanidade - por que estamos aqui, qual a razão da vida, como devemos nos comportar. RUSELL dissipa esse conforto, deixando-nos com alternativas mais perturbadoras: responsabilidade, autonomia e consciência do que fazemos. Coloca questões que nunca mais poderão ser ignoradas.





2 comentários:

Ensino,religião e política. criticas. disse...

Não adianta nada.
Não adianta nada amar a Deus sobre todas as coisas.
Se você deixa seu semelhante abaixo de todos os seus interesses.
Não adianta nada ser freqüentador assíduo dos templos religiosos.
Se você continua a ser egoísta, não estendendo a Mão a um necessitado.
Não adianta nada pagar o dízimo com toda fidelidade.
Se você nega ao seu semelhante o pão para saciar-lhe a fome.
Não adianta nada não trabalhar no sábado por que é dia reservado ao senhor.
Se você usa neste dia o trabalho dos seus semelhantes.
Não adianta nada sair de porta em porta procurando almas para salvar.
Se você esquece os seus afazeres e o progresso da sua própria vida.
Não adianta nada se especializar na leitura da Bíblia.
Se você não se preocupa com os acontecimentos e progressos da humanidade.
Não adianta nada aparentar-se bem vestido para impressionar.
Se você internamente demonstra que a hipocrisia se faz presente.
Não adianta nada estar sempre no templo aprendendo coisas maravilhosas da Bíblia.
Se você no dia a dia deixa de praticá-las.
Não adianta nada aprender, não julgueis para não ser julgado.
Se você faz isso diariamente com seu semelhante.
Não adianta nada estar sempre orando e fazendo pedidos.
Se você mantêm suas mãos na inércia sem ajudar a ninguém.
Não adianta nada se preocupar em ser salvo no dia do juízo final.
Se você não procura engrandecer o aprimoramento progressivo do seu espírito.
Se algum dos itens acima lhe servir, vista a carapuça. Se nenhum deles se encaixar com sua conduta, então você deve sentir-se como um ser humano iluminado, portanto jogue a no lixo.
Paulo Luiz Mendonça.

Ensino,religião e política. criticas. disse...



Como progridem as religiões.
As Pessoas religiosas têm plena convicção de estarem exercendo algo que tem respaldo divino, mas na verdade estão apenas seguindo um caminho o qual foi imposto lá na infância pelos seus genitores. Toda esta certeza a qual eles acreditam teve no inicio um campo fértil para germinar que foi um cérebro infantil ainda em formação, pois os ensinamentos nesta faze tende a ser muito bem assimilado, porque a criança não tem ainda discernimento para discordar, sendo assim aceita sem contestação. Daí para frente esta crença continua a evoluir porque como a maioria das pessoas de seu convívio são religiosas naturalmente vão assimilando mais informações referentes a religião. Para completar os teólogos com muita prática de convencimento dão o respaldo necessário para mantê-los sempre fieis até o resto de suas vidas.
As pessoas que conseguem se desvencilhar destas amarras toma um caminho diferente, ao invés de ficarem bitolados somente em livros religiosos eles passam a ler e a pesquisar também o outro lado da moeda, pois quem aprende a conhecer os dois lados não terá um cérebro capenga inclinado só para um lado, sendo assim terá melhor chance de discernir, de entender, de julgar e poder escolher seu próprio caminho por ter mais riqueza de conhecimento. Os religiosos por outro lado só lêem e se interessam por assuntos religiosos, desprezando os conhecimentos do outro lado da moeda os quais lhes abririam a mente mostrando a eles que existem dois mundos o da realidade e o da fantasia, somente quem procura entender saberá qual é qual.
Paulo Luiz Mendonça.