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9 de maio de 2012

O PROBLEMA DO MAL - Deuses não existem


O PROBLEMA DO MAL – deus no banco dos réus!

“Deus é um ser mágico que veio do nada, criou o universo e tortura eternamente aqueles que não acreditam nele, pois os ama”.— Steve Knight.

Na filosofia da religião e teologia, o problema do mal é o problema de conciliar a existência do mal ou sofrimento no mundo com a existência de Deus. O problema é mais frequentemente analisado no contexto dos deuses pessoais das religiões abraâmicas, mas também é relevante para as tradições politeístas que envolvem vários deuses.
O problema do mal é uma das mais poderosas objeções ao teísmo tradicional. A maioria dos teístas responde que um perfeito “pode ainda permitir um certo mal”, insistindo que a concessão de um bem maior, como o livre arbítrio, não pode ser alcançada sem alguns males. Na teologia cristã Deus é descrito como onisciente e onipotente. Por causa disso muitas pessoas, cristãs e não-cristãs, acreditam não apenas que Deus sabe quais decisões o indivíduo tomará amanhã, mas também que Deus determina tais escolhas. Todavia, proponentes do livre-arbítrio alegam que o conhecimento de um acontecimento é totalmente diferente da causação do acontecimento.
Uma argumentação contra o problema do mal é estabelecer que os atributos divinos são logicamente consistentes com a existência do mal, mas que isso não significa que o mal derive deles, ou que deles se possa retirar uma explicação quanto as razões pelas quais o mal existe ou ocorre. Uma TEODICÉIA, por outro lado é uma “tentativa” de fornecer tais justificativas para a existência do mal. É um ramo da teologia que trata da coexistência de um deus todo-poderoso de bondade infinita com o mal.

Que o fundamentalismo religioso é uma praga todos sabemos. De que uma educação religiosamente rígida pode ser extremamente destrutiva poucos duvidam. E a intolerância é mais gritante quando surge dos que seguem um líder cujo principal ensinamento era "amar o próximo" e até o inimigo. 
É uma questão puramente subjetiva determinar o principal ensinamento  atribuído ao personagem Jesus, mas podemos ao menos realizar algumas tentativas minimamente bem informadas. Os especialistas, século após século, vem definindo critérios muito diferentes para apontar quem são os mais legítimos, os mais verdadeiros seguidores de Jesus. O fundamentalismo foi exatamente uma dessas tentativas, e como já vimos, ali não figura o "amar o próximo", que também está flagrantemente ausente no credo niceno e em tantas outras afirmações da essência do que constitui exatamente ser cristão. 
Ainda que "amar o próximo" fosse seu principal ensinamento, esse amor sem dúvida tem uma definição muito curiosa, pois não inclui "não escravizar o próximo", já que Jesus e seus seguidores sempre se pronunciaram favoravelmente à escravatura. Esse amor também implica a condenação a tormentos indizíveis pelo resto da eternidade a todos aqueles que utilizassem sua razão e senso crítico para duvidar da veracidade da mitologia cristã. Esse é um "amor" do qual podemos todos prescindir, e que tem tudo a ver com intolerância em seu verdadeiro sentido: a intolerância para com o próximo.

Agora se você quer me dizer que o único motivo para tentar ser bom é para obter a aprovação e a recompensa de Deus, ou para evitar a desaprovação dele e a punição? Isso não é moralidade, é só bajulação. È “puxação de saco” estar preocupado com a grande câmera de vigilância dos céus, ou com o pequeno grampo dentro da sua cabeça que monitora cada movimento seu, até seus pensamentos mais ordinários.
Como disse EINSTEIN, “se as pessoas são boas porque temem a punição, e esperam a recompensa, então nós somos mesmo uns pobres coitados”.

Se você acha que, na ausência de Deus, cometeria roubos, estupros e assassinatos, revela-se uma pessoa imoral, e faríamos bem em nos manter bem longe de você. Se, por outro lado, você admite que continuaria sendo uma boa pessoa mesmo quando não estiver sob a vigilância divina, você destruiu fatalmente a alegação de que Deus é necessário para que sejamos bons.
Suspeito que boa parte das pessoas religiosas realmente ache que a religião é o que as motiva  a serem boas, especialmente se elas pertencem a uma daquelas crenças que exploram sistematicamente a culpa pessoal. A mim me parece que é preciso uma dose muito baixa de auto-estima para achar que, se a crença em Deus desaparecesse repentinamente do mundo, todos nós  nos tornaríamos insensíveis e egoístas, sem nenhuma bondade, caridade, generosidade, nada que mereça o nome de bondade. 

Será que realmente precisamos de policiamento, seja feito por Deus ou por nós mesmos, para que nos comportemos de modo egoísta e criminoso?  Quero muito acreditar que não preciso dessa vigilância – nem você caro leitor.

 Nada disso, porém, justifica ser intolerante com toda forma de religiosidade.
Realmente, não é isso que justifica a intolerância contra toda forma de religiosidade. Muitos outros motivos justificam a intolerância contra toda forma de religiosidade. Como por exemplo. O fato de que praticamente todas essas formas são misóginas, homófobas, chauvinistas, drenam importantes recursos dos mais crédulos, oprimem os direitos sexuais e reprodutivos de adultos consensuais, desinformam os cidadãos e lutam contra o livre-pensamento e o desenvolvimento científico. 
É essencial aqui perceber a diferença entre a intolerância verdadeira, e perniciosa, que se dá contra pessoas. Em contraposição a ela, nada há de errado em ser intolerante contra ideias que consideramos prejudiciais ao indivíduo e à sociedade. Na verdade, esperamos de pessoas de bem que sejam intolerantes contra  o totalitarismo, contra o nazismo, contra a censura. Propostas que prejudicam o indivíduo e a sociedade devem receber nada mais do que nossa intolerância - significando apenas que não coadunaremos com elas, e que as denunciaremos com força onde quer que se apresentem. Isso é completamente diferente de ser intolerante contra indivíduos, discriminando-os, estimulando o ódio contra eles, e por fim comparando-os a criminosos, como fez o apresentador da televisão Datena e tantos outros antes dele.

Para mim, e para muitos outros humanistas, racionalistas e ateus, se há uma coisa contra a qual devemos lutar é o sofrimento. Felizmente, essa preocupação está relativamente bem espelhada no sistema legal dos países civilizados: crimes contra as pessoas recebem penas pesadas. 

Um dos muitos males da religião  é a intolerância: em nome de uma suposta moralidade, ela protege ideias acima dos humanos. É assim que ela luta contra a camisinha, contra o divórcio, contra os homossexuais e uniões homoafetivas (Estado laico 10 X 0 Idade Média ), contra as mulheres, contra métodos de fertilização artificial, contra o planejamento familiar, contra a pesquisa científica, contra a laicidade do Estado, contra a crítica livre... Tudo isso causa enorme quantidade de sofrimento humano, que simplesmente não entra na conta. O que importa é defender o discurso religioso através de “textos sagrados”. 

Seria desonesto negar que há milhões que usam crenças religiosas como uma via pacífica para alcançar uma vida mais sábia, mais justa e, sim, mais feliz. 
Ninguém nega isso. Esse fato não se contrapõe a nada do que dizem os críticos da religião.

Por mais revolta que causem a Igreja que acoberta pedófilos. O mal não vem da crença. Mas é óbvio que acobertar crimes ou justificar imprudências num manto de sacralidade torna tudo duplamente condenável. Este é o problema: à sombra das religiões, abrigam-se diferentes humanos - dos mais respeitáveis aos mais abomináveis e aproveitadores. Como em qualquer lugar. 

O mal certamente não vem de qualquer crença. Mas vem de qualquer crença religiosa pois ela só se sustenta através da supressão do pensamento crítico. Com essa supressão, vende-se todo tipo de imoralidades e irracionalidades. Um dos muitos exemplos é a pregação de amar uma divindade mais do que aos seus colegas viventes. Não temos amor suficiente para desperdiçar com entidades imaginárias. Na prática, essa prescrição justifica todo tipo de atrocidades. A fé não dá respostas, ela só impede as perguntas. E isso é muito, muito mau. Sempre!

Deus preserva todas as coisas: Hb 1.1-3; Ne 9.6; Sl 145.15-16; Sl 104.27-29; Mt 6.26; Mt 10.29-30.
Deus age em todas as coisas: At 17.28; 1Co 15.10; Is 45.1-2; Gn 45.8; Lc 22.21-22.
Deus governa todas as coisas: Ef 1.5; Rm 12.2; Rm 8.28
Não existe sorte, mero acaso ou abandono de Deus. Existe Sua providência em tudo, e por isso, e por quem Deus de fato é, “somos gratos”.

DISCORDO COMPLETAMENTE  e tudo que a Bíblia diz precisa ser avaliado.
Lendo em Isaías 45:7,  quando Deus fala sobre o PROBLEMA DO MAL:

“Eu formo a luz. E crio as trevas; FAÇO A PAZ , E CRIO O MAL; eu o SENHOR, FAÇO TODAS ESSAS COUSAS”

Grande parte dos teólogos e filósofos dos séculos XVII e XIII afirmavam - ecoando São Tomás de Aquino - que há somente duas maneiras de se justificar doutrinas religiosas ou posições teológicas: através de um apelo à razão humana ou através de um apelo à revelação (isto é, basicamente, um apelo à Bíblia).
Ao discutir O PROBLEMA DO MAL. HUME sugeriu que a existência do sofrimento no mundo é incompatível com a existência do Deus do cristianismo tradicional, isto é, com a existência de um ser que tudo sabe e pode e que também é infinitamente bom. Se este argumento for aceito a crença em Deus deixa de ser simplesmente gratuita e torna-se irracional a menos que se negue a existência do mal e do sofrimento do mundo. Assim sendo, após tentar destruir os argumentos para existência de Deus.
Hume apresenta um ARGUMENTOS PARA NÃO EXISTÊNCIA DESSE MESMO DEUS. HUME deu, em A História Natural da Religião, sua resposta à pergunta que naturalmente vem à mente do leitor: se a crença em Deus é na melhor das hipótese, gratuitamente, e, a hipótese pior, irracional, porque é que tanta gente tem acreditado e ainda acredita em Deus?

Uma célebre frase de Santo Tomás de Aquino: “Se o Mal existe, Deus existe”.

Ou seja se há o Mal é porque necessariamente existe o bem. Raciocínio brilhante, sem dúvida, porém incapaz de dar conta de uma monstruosidade como Auschwitz, em que homens e crianças foram destituídos de sua humanidade e dizimados com métodos industriais. 
“Por que, Deus, o Senhor permaneceu em silêncio?
Como pôde tolerar tudo isso?
Onde estava Deus naqueles dias?
Como pôde Ele permitir esse massacre sem fim, esse triunfo do mal?
Como Deus poderia permitir que isso acontecesse com alguém, quanto mais com seu “povo escolhido”?
Como podemos explicar o extermínio de 6 milhões de judeus e de 5 milhões de outros SE ESSE MAL EXISTIU, É PORQUE TALVEZ DEUS NÃO EXISTA. É uma forma de dizer que Deus não é realmente Deus. Resta a questão: ao perguntar-se onde estava Deus naquele momento?

Posso dizer que (SE!) Deus existe, ele não é o tipo de ser em que eu acreditava quando era evangélico; uma divindade pessoas que tem o poder final descobre este mundo e interfere e se envolve nos assuntos humanos de modo a impor sua vontade a nós. Então porque fingir que acreditamos e sabemos da existência de um ser onipotente? Sem falar nas catástrofes da natureza, na discriminação as mulheres, tráfico abuso e exploração de crianças e seres humanos, trabalho escravo, genocídios, intolerância e guerras religiosas.

“Deus deseja prevenir o mal, mas não é capaz?
Então não é onipotente. É capaz, mas não deseja? Então é malevolente.
É capaz e deseja? Então por que o mal existe?
Não é capaz e nem deseja? Então por que lhe chamamos Deus?”. — Epicuro


Obras  criadas por Deus, como a peste bubônica, varíola, tifo malária  as quais quase chegaram a dizimar  populações inteiras, e  as doenças causadas por vírus, bactérias e muitas outras criações maléficas, não são obras dos homens, certamente são  de Deus, pois segundo a bíblia ele criou tudo. Toda honra e glória ao Senhor!

Abaixo listarei, brevemente, um pequeno histórico com alguns exemplos dos efeitos das doenças microbianas no desenvolvimento de diferentes civilizações.

O declínio do Império Romano, com Justiniano (565 AC), foi acelerado por epidemias de peste bubônica e varíola. Muitos habitantes de Roma foram mortos, deixando a cidade com menos poder para suportar os ataques dos bárbaros, que terminaram por destruir o Império.
Durante a Idade Média varias novas epidemias se sucederam, sendo algumas amplamente disseminadas pelos diferentes continentes e outras mais localizadas. Dentre as principais moléstias pode-se citar: Tifo, varíola, sífilis, cólera e peste.
Em 1346, a população da Europa, Norte da África e Oriente Médio era de cerca de 100 milhões de habitantes. Nesta época houve uma grande epidemia da peste, que disseminou-se através da “rota da seda” (a principal rota mercante para a China), provocando um grande número de mortes na Ásia e posteriormente espalhando-se pela Europa, onde resultou em um total de cerca de 25 milhões de pessoas, em poucos anos.

Novas epidemias da peste ocorreram nos séculos XVI e XVII, sendo que no século XVIII (entre 1720 e 1722), uma última grande epidemia ocorreu na França, matando cerca de 60% da população de Marselha, de Toulon,. 44% em Arles, 30% em Aix e Avignon.
A epidemia mais recente de peste originou-se na China, em 1892, disseminando-se pela Índia, atingindo Bombaim em 1896, sendo responsável pela morte de cerca de 6 milhões de indivíduos, somente na Índia.
Antes da II Guerra Mundial, o resultado das guerras era definido pelas armas, estratégias e “pestilência”, sendo esta última decisiva.

Em 1566, Maximiliano II da Alemanha reuniu um exército de 80.000 homens para enfrentar o Sultão Soliman da Hungria. Devido a uma epidemia de tifo, o exército alemão foi profundamente dizimado, sendo necessária a dispersão dos sobreviventes, impedindo assim a expulsão das hordes de tribos orientais da Europa nesta época.
Na guerra dos 30 anos (1618-1648), onde protestantes se revoltaram contra a opressão dos católicos, além do desgaste decorrente da longa duração do confronto, as doenças foram determinantes no resultado final.

Na época de Napoleão, em 1812, seu exército foi quase que completamente dizimado por tifo, disenteria e pneumonia, durante campanha de retirada de Moscou. No ano seguinte, Napoleão havia recrutado um exército de 500.000 jovens soldados, que foram reduzidos a 170.000, sendo cerca de 105.000 mortes decorrentes das batalhas e 220.000 decorrentes de doenças infecciosas.
Em 1892, outra epidemia de peste bubônica, na China e Índia, foi responsável pela morte de 6 milhões de pessoas.

Até a década de 30, este era quadro, quando Alexander Fleming, incidentalmente, descobriu um composto produzido por um fungo do gênero Penicillium, que eliminava bactérias do gênero Staphylococcus, um organismo que pode produzir uma vasta gama de doenças no homem. Este composto - denominado penicilina - teve um papel fundamental na desfecho da II Guerra Mundial, uma vez que passou a ser administrado às tropas aliadas, enquanto o exército alemão continuava a sofrer pesadas baixas no campo de batalha.
Além destas epidemias, vale ressaltar a importância das diferentes epidemias de gripe que assolaram o mundo e que continuam a manifestar-se de forma bastante intensa até hoje. Temos ainda o problema mundial envolvendo a AIDS, o retorno da tuberculose ( no Brasil, a tuberculose é a terceira causa de óbitos por doenças infecciosas).
Há muita fome no mundo. Relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação), concluiu que MORREM DE FOME, anualmente, pelo menos 5 milhões de crianças no mundo, o que dá uma média de um óbito a cada 5 segundos. A CADA MINUTO 12 CRIANÇAS MORREM DE FOME NO MUNDO. Mais de vinte milhões de crianças nascem com o peso abaixo dos padrões mínimos, correndo maior risco de morte durante a infância. As que sobrevivem, revelam incapacidade física e mental permanentes. A subnutrição crônica, quando não conduz apenas à morte física, mas implica frequentemente uma mutilação grave, nomeadamente a falta de desenvolvimento das células cerebrais nos bebês, e cegueira por falta de vitamina A.  Segundo o relatório, depois de ligeira queda na década de noventa, a fome ganhou novo impulso no início deste século. Os dados, demonstram que mais de 850 milhões de pessoas passam fome no mundo.
A cada cinco segundos uma criança morre de fome no mundo. Cada cinco segundos. Uma criança.. Ou seja, desde que você começou a ler este parágrafo já morreram duas crianças de fome, pelo menos.

Deus é grande , Deus é bom, Jesus o filho salva e agradecemos a Ele por nossa comida numa bela oração.
Como posso agradecer a Deus sem, por implicação, culpar Deus pelo estado do mundo? Ao agradecer a Deus por sua sorte você não o está culpando pelo azar dos outros?
O que  destrói mais são os males criados  pelos homens ou os males criados por Deus?

Invalidar filosofias que pregam amor ao próximo, respeito à vida e busca honesta pela sabedoria - e, pior, acusar todos os seus adeptos de indivíduos irracionais - é impor uma tirania míope, baseada num preconceito tão vilão quanto a homofobia e o racismo. 

Se pudéssemos descrever a religião pura e simplesmente como “filosofias que pregam amor ao próximo”, tudo estaria bem. Mas essas filosofias também estão cheias de incitação ao ódio e desprezo pela vida. A busca honesta pela sabedoria só pode acontecer eliminando-se a fé, que nada mais é do que recusar-se a pensar criticamente. A fé é um grande mecanismo para impedir qualquer correção de erros, uma receita certa para a ignorância. Não há absolutamente nada de preconceituoso aqui, apenas a avaliação cuidadosa das evidências. Incidentalmente, o grande promotor da homofobia e do racismo sempre foi a religião.


O julgamento de Deus  na Rússia, durou cinco horas. No banco reservado ao réu colocou-se uma Bíblia e foi feito um enorme rol de acusações.

O processo, ao bom estilo de tribunal popular, teve direito a uma defesa. Os advogados que representavam o Senhor alegaram, entre outras coisas, que o argüido sofria de “grave demência e perturbações psíquicas”, devendo por isso ser considerado inimputável.

Lunacharsky, que se sentava no lugar de juiz, não se deixou levar por estas conversas e, no final, leu a sentença. Deus foi dado como culpado por genocídio e crimes contra a humanidade e condenado à morte. Citado o réu, em lugar incerto, não foi encontrado!

 “Em todo homem dorme um profeta, e quando ele acorda há um pouco mais de mal no mundo”.— 
Emil M. Cioran.

“Se não há um deus, estamos corretos; se há um deus indiferente, não sofreremos; se há um deus justo, não temos nada a temer pelo uso honesto da racionalidade; mas, se há um deus injusto, temos muito a temer – assim como o cristão”.— George H. Smith

"É provável que Deus não exista. Então pare de se preocupar e comece a curtir a vida."


Leitura recomendada:

O Livro de BART D. ERHMAN,   um dos maiores especialistas em estudos bíblicos e origens do Cristianismo, procura nos textos dos Evangelhos respostas para a dúvida que há séculos atormenta o homem: Por que sofremos? Seria punição pelos nossos pecados? Esta é a natureza das coisas? Um teste que devemos suportar para sermos recompensados no final? A Bíblia não tem só uma resposta, mas “soluções” distintas que freqüentemente se contradizem. O resultado do livro  “O PROBLEMA COM DEUS” ´é poderoso em seu questionamento e grandioso em suas respostas.

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