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26 de maio de 2012

O maior acobertamento da História - Cristianismo


O MAIOR ACOBERTAMENTO da HISTÓRIA –
Jesus-Osíris-Dioniso
Como inventaram o Cristianismo?
Mitologias
Os Evangelhos


Toda fé religiosa do mundo se baseia em invencionices. Essa é a definição de fé– aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, que não podemos provar. Todas as religiões descrevem Deuses através de metáforas, alegorias e hipérboles, desde os primeiros egípcios até o catecismo moderno.Religiosos moderados já interpretam de forma simbólica que, Buda não nasceu de uma flor de lótus, que Jesus não nasceu do parto virginal de Maria, que Cristo não ressuscitou, não caminhou sobre as águas, nãotransformou água em vinho, nem que Jonas passou três dias na barriga
de baleia...
Se os Evangelhos não são verdadeiros como fato, como história, não consigo ver como poderia ser verdadeiros de alguma maneira, ou de algum valor. Caso menosprezássemos um milagre, a coerência exige que rejeitemos todos eles. É um sentimento que muitos compartilham hoje. E é obvio demais!

O fato de as coisas estarem por escrito é persuasivo para pessoas que não estão acostumadas a fazer perguntas como:

“QUEM ESCREVEU E, QUANDO?;
 “COMO ELES SABIAM O QUE ESCREVER?”;
“SERÁ QUE ELES, NAQUELA ÉPOCA, realmente queriam dizer o que nós, em
nossa época, entendemos que eles estão dizendo”?
“Eram eles observadores imparciais, ou tinham uma agenda que
influenciava seus escritos?”

O que me parece interessante no livro de DAN BROWN  é que ele levanta uma questão muito importante: se líderes da Igreja eliminaram tantas  coisas da história do cristianismo primitivo, que outras informações nos teriam sido sonegadas? O que mais há para ser sabido? Os historiadores pensam que esse é um tema da maior relevância, porque a resposta pode significar muito. A única diferença entre o Código da Vinci e os evangelhos é que os evangelhos são ficção antiga, enquanto o código da Vinci é ficção moderna.

Os Evangelhos que não entraram no cânone foram omitidos por aqueles eclesiásticos provavelmente porque incluíam histórias que eram ainda mais implausíveis que aquelas dos quatro canônicos.  e por exemplo O infantil Evangelho de Tomás que contém várias passagens sobre o menino Jesus abusando de seus poderes mágicos como uma fada travessa, transformando descaradamente seus coleguinhas em bodes, ou transformando a lama em pardais, ou dando uma mão ao pai na
carpintaria, estendendo milagrosamente uma peça de madeira. Alguém dirá que ninguém acredita mesmo em histórias de milagres brutos como as do Evangelho de Tomás.
Mas NÃO HÁ NEM MAIS NEM MENOS MOTIVOS PARA
ACREDITAR NOS QUATRO EVANGELHOS CANÔNICOS. TODOS TEM O STATUS DE LENDA, tão duvidosos em termos factuais quanto as histórias do rei
Artur e seus Cavaleiros da Távola Redonda. E ainda tem gente que é convencida a  acreditar em Deus pelas “evidências” das Escrituras.

“Um dos maiores protagonistas dessa operação de acobertamento foi um personagem .chamado EUSÉBIO que, no início do século IV, reuniu, com base em lendas, invenções e sua própria imaginação, a única história primitiva do cristianismo que existe até hoje...Todos que tinham uma perspectiva diferente...eram rotulados de hereges e eliminados. DESSA FORMA, falsidades compiladas no século IV chegaram até nós como se fossem fatos comprovados” . Ainda conforme, Timothy Freke e Peter
Gandy e tantos outros:  “Não há prova nenhuma de que Jesus histórico tenha algum dia existido”.

Conforme BART D. ERHMAN,
“Uma determinada forma de cristianismo...saiu vitoriosa dos conflitos dos séculos II e III.  Qual era o ponto de vista cristão “correto”; estabeleceu quem podia exercer autoridade sobre a crença e a prática cristãs; e definiu quais formas de cristianismo seriam marginalizadas, excluídas, destruídas. Decidiu também que livros seriam canonizados como s Escrituras e quais seriam exluídos como “heréticos”, portadoresde falsas ideias...

Apenas vinte e sete entre os primeiros livros cristãos foram incluídos no cânone, copiados pelos escribas através dos tempos e finalmente traduzidos para o inglês para ocupar seus lugares nas estantes de praticamente todos os lares dos Estados Unidos. Outros acabaram rejeitados, desprezados, desacreditados, atacados, queimados, praticamente esquecidos – numa palavra perdidos.”

Desde o século XIX, teólogos acadêmicos vêm afirmando que os evangelhos não são relatos confiáveis sobre o que aconteceu na história o mundo real Todos eles foram escritos muito tempo depois da suposta morte de Jesus, e também das   epístolas de Paulo, que não mencionam quase nenhum dos supostos fatos da vida de Jesus. Todos eles foram copiados e recopiados, ao longo de muitas “gerações de telefones sem fio”.

Por uma questão de concisão, eu mais uma vez devo me render a um grande escritor e pesquisador e citar o que H. L. MENCKEN diz de forma irrefutável em seu Treatise on the Gods:

-“O fato simples é que o Novo Testamento, como o conhecemos, é uma acumulação atabalhoada de documentos mais ou menos divergentes, alguns deles provavelmente de origem respeitável, mas outros claramente apócrifos, e A MAIORIA DELES, tantos bons quanto os ruins, MOSTRAM SINAIS INEQUÍVOCOS DE TEREM SIDO ADULTERADOS”
Tanto Paine como Mencken, que por diferentes motivos se entregaram a um esforço honesto de ler os textos, foram confirmados por estudos bíblicos posteriores,
grande parte deles originalmente iniciada para mostrar que os textos ainda eram relevantes

Nascer de uma virgem e voltar ao mundo dos mortos, qualquer pessoa com instrução, sabe que é um mito. Há cento e cinquenta anos, as pessoas pensavam que Adão e Eva tinham sido personagens reais – e ainda há quem acredite nisso. Não são história, e isso provavelmente também vai ser percebido em algumas décadas em relação a  Jesus.

Acrescento no que acredito, de que muitos cristãos, não sabem a história de sua fé. 

Cerca de 100 anos antes de Cristo os essênios já praticavam muitos rituais do cristianismo como a eucaristia e já falavam em um salvador que chamavam de CRESTUS. Como pode?
Antes mesmo de Jesus nascer os essênios já praticavam inúmeros rituais do cristianismo?
Isso deu margem à errônea interpretação de que Jesus era um essênio e que aprendeu muitos rituais e liturgias deste povo. Os essênios valorizavam a humildade e a vida acética, a caridade e falavam por parábolas – coisa que os budistas também já faziam antes mesmo dos essênios. Praticavam a cerimônia do pão e do vinho como se fossem o sangue e o corpo de CrEstus. Isso tudo muito antes do suposto Jesus Cristo ter nascido.

Os romanos simplesmente assimilaram esta crença, assim como tinham feito com a religião grega e depois com o mitraismo, modificando-a para seus próprios interesses. Crestus era um mito para os essênios. Talvez eles mesmos não acreditassem na sua existência de fato. Os romanos tomaram esse mito e depois lhe deram vida própria. Destruíram tudo e todos que pudessem se contrapor a esta “verdade”. No ano 70 da era cristã os romanos invadiram Jerusalém e destruíram todos os documentos dos essênios para que não fossem comparados o Cristo da igreja romana com o Crestus dos essênios e não questionassem o dogma de Jesus.

Jesus só passou a ser visto com “Filho de Deus” no Concílio de Nicéia, depois que esse título foi proposto e aprovado por votação. E um resultado apertado, por sinal. Em Nicéia, não era a verdade , ou a veracidade, das visões religiosas ou morais que estavam em xeque. A aceitação ou rejeição das concepções dizia respeito unicamente à política e ao poder.
No coração dos Mistérios havia mitos concernentes a um deus-homem morto e ressuscitado, conhecido por diferentes nomes: Osíris no Egito, Dioniso na Grécia, Átis na Ásia Menor, Adônis na Síria, Baco na Itália e Mitra na Pérsia. Todos esses deuses-homens eram em essência o mesmo ser mítico, a mesma anatomia mitológica. Quanto mais estudamos as várias versões do mito Osíris-Dioniso, mais se torna óbvio para nós que a história de Jesus contém todas as características desse relato imortal.

Porém, declarar que Jesus tinha  origem divina era fundamental para a posterior unificação do Império Romano e para lançar as bases do novo poderio do Vaticano. Confirmando oficialmente Jesus como filho de Deus. Constantino transformou Jesus em uma divindade que existia além do alcance do mundo humano, uma entidade cujo poder seria incontestável. Isso não só evitava mais contestações pagãs à cristandade, como os seguidores de Cristo só poderiam se redimir através do canal sagrado estabelecido – a Igreja Católica Romana.
Tudo não passou de uma disputa de poder. Cristo, como o Messias, era fundamental para o funcionamento da IGREJA e do ESTADO. Muitos estudiosos alegam que a Igreja Católica Romana literalmente ROUBOU Jesus de seus seguidores originais, sufocando sua mensagem humana ao envolvê-la em um manto impenetrável de divindade e usando-a para expandir seu próprio poder.

CONSTANTINO tirou vantagem da substancial influência e importância de Cristo. E, ao fazer isso, moldou a face da cristandade como a conhecemos hoje em dia. Constantino promoveu Jesus a divindade quatro séculos depois de sua possível morte, “existiam” milhares de documentos contendo crônicas da vida Dele como homem mortal.
Para reescrever os livros de história, Constantino sabia que ia precisar tomar uma iniciativa ousada. Recrutou e financiou uma equipe para manipular os textos existentes. Surgia naquele momento o fato crucial para a história cristã..  Constantino mandou fazer uma Bíblia novinha em folha, que omitia os evangelhos que  falavam do aspecto humano de Cristo e enfatizava aqueles que o tratavam como divino. Os evangelhos anteriores foram considerados heréticos, reunidos e queimados. Qualquer pessoa que escolhesse os evangelhos proibidos, em vez da versão de Constantino eram considerados hereges. Aqueles que “escolheram” a história original de Cristo foram os primeiros hereges do mundo.

Felizmente, para os historiadores, alguns evangelhos que Constantino tentou erradicar conseguiram se preservar. Os manuscritos do Mar Morto foram encontrados em 1947, escondidos em uma caverna perto de Qumram, no deserto da Judéia. 
Conforme, John Collins, entre os judeus da comunidade dos Manuscritos do Mar Morto havia a expectativa de que haveria dois Messias, um deles sacerdote e o outro possivelmente um rei como Davi. E, naturalmente, haviam sido encontrados os manuscritos coptas, em 1947, em Nag Hammadi.  Além de contarem a verdadeira história, esses documentos falam do ministério de Cristo em termos muito humanos.  Os gnósticos de Nag Hammadi pareciam ter menos necessidade de padres e igrejas. Dão a impressão de que se sentiam  inteiramente à vontade interpretando seus Evangelhos e livros sem intermediação de ninguém – idéia que para o cristianismo institucionalizado, era com certeza bastante ameaçadora.

Naturalmente, o Vaticano, mantendo a sua tradição de enganar os fiéis, tentou com todas as forças evitar que esses manuscritos fossem divulgados.. E por quê? Acontece que os manuscritos apontam certas discrepâncias e invencionice históricas, confirmando claramente que a bíblia moderna foi compilada e revisada por homens com um  objetivo político, promover a divindade do homem Jesus Cristo e usar sua influência para solidificar a própria base de poder desses mesmos homens.

É importante lembrar que o desejo da Igreja moderna de suprimir esses documentos vem de uma “crença” sincera em sua visão estabelecida do Cristo. O Vaticano é composto de homens profundamente “piedosos” que de fato acreditam que esses documentos controvertidos só podem construir um falso testemunho. O clero de hoje acredita que esses documentos que contradizem a divindade de Cristo são um falso testemunho. 
É compreensível. A Bíblia de Constantino (agora na sua última versão Green Bible e Bíblia para Surfistas), vem sendo considerada verdadeira  depois que Roma assumiu o monopólio da fé há milênios. Não há ninguém mais doutrinado do que o próprio doutrinador. È claro, que os Evangelhos gnósticos não são a Bíblia. Na verdade existem indícios de que a Bíblia foi padronizada e canonizada justamente para excluir esses livros, que os líderes da Igreja consideravam heréticos por muitas razões. Teodósio II (401-50) fez do cristianismo a fé oficial do Império

Acontecimento a acontecimento, descobrimos que podemos construir a suposta BIOGRAFIA DE JESUS com base em temas míticos anteriormente relatados a Osíris-Dioniso. No coração dos Mistérios havia MITOS concernentes a um deus-homem morto e ressuscitado, , conhecido por diferentes nomes: Osíris no Egito, Dioniso na Grécia, Átis na Ásia Menor, Adônis na Síria, Baco na Itália e Mitra na Pérsia...Todos esses DEUSES-HOMENS eram fundamentalmente O mesmo ser mítico. 

Já no século V a. C., filósofos como Xenófanes e Empédocles ridicularizavam a interpretação literal das histórias dos deuses e deusas, as quais consideravam alegorias da experiência espiritual humana.  Os mitos de Osíris-Dioniso não deviam, portanto, ser simplesmente entendidos como narrativas envolventes, mas como linguagem simbólica que contém codificados os ensinamentos místicos dos Mistérios internos. Por essa razão, embora seus detalhes tenham sido desenvolvidos e adaptados ao longo do tempo pelas diferentes culturas, o mito de Osíris-Dioniso permanecer essencialmente o mesmo. 

Os vários mitos dos diferentes deuses-homens dos Mistérios compartilham o que o grande mitologista  JOSEPH  CAMPBELL  chamou de “a mesma anatomia”.

Quanto mais estudamos as várias versões de Osíris-Dioniso, mais se torna óbvio para nós que a história de Jesus contém todas as características desse relato imortal. Acontecimento a acontecimento, descobrimos que podemos construir a suposta biografia de Jesus com base em temas míticos anteriormente relacionados a Osíris-Dioniso;
Osíris-Dioniso é Deus tornado carne, o salvador e “Filho de Deus”.
Seu pai é Deus e sua mãe uma mortal virgem.
Ele nasceu numa gruta ou num humilde estábulo, em dezembro, diante de três pastores.
Ele oferece aos seus seguidores a chance de renascer por meio de ritos de batismo.
Ele transforma milagrosamente água em vinho numa cerimônia de casamento.
Ele entra triunfalmente na cidade montado num asno enquanto pessoas saúdam acenando com folhas de palmeira.
Ele morre na Páscoa em sacrifício pelos pecados do mundo.
Depois da morte, desce ao inferno, ressuscita no terceiro dia e ascende gloriosamente aos céus.
Depois da morte, desce ao inferno, ressuscita no terceiro e ascende gloriosamente aos céus.’’’’’’
Seus seguidores aguardam seu retorno como juiz dos Últimos Dias.
Sua morte e ressurreição são celebradas com uma refeição ritual de pão e vinho, que simbolizam o seu corpo e o seu sangue.

Temas populares da mitologia pagã foram enxertados na biografia de Jesus. Essa possibilidade é admitida até mesmo por alguns teólogos cristãos. Como se não bastasse, descobrimos que nem mesmo os ensinamentos de Jesus eram originais (editaram materiais anteriores), mas haviam sido antecipados pelos sábios pagãos!

E, mais. Os escritores cristãos, liam as Escrituras  hebraicas em grego e sempre que encontravam uma menção a um christós – fosse ele um rei, um profeta ou um sacerdote -, interpretavam-na imediatamente como uma referência codificada a Jesus. Sentiam-se  atraídos também pela figura misteriosa do servo no Segundo ISAÍAS, cujo sofrimento havia redimido o mundo. O servo não havia sido uma figura messiânica, mas ao compará-lo constantemente com Jesus christós, usando a mesma técnica de fusão, eles estabeleceram pela primeira vez a idéia de um messias sofredor. Assim, três figuras separadas – servo, messias e Jesus – tornaram-se inseparáveis na imaginação cristã.

A exegese pesher (decifração) dos cristãos foi tão meticulosa que não há praticamente versículo algum no Novo Testamento que não se refira às Escrituras mais antigas. Os quatro evangelistas parecem ter usado a Septuaginta (3 a. C), tradução da bíblia hebraica Tanach  (século 5 a.C.) como outra fonte para a biografia de Jesus.
Um exemplo. 
Os carrascos de Jesus realmente lhe deram vinagre para beber e sortearam suas vestes, ou esse incidente foi sugerido por certos versículos dos Salmos?
Outro exemplo: 
Teria Mateus contado a historia do parto virginal de Maria simplesmente porque ISAÍAS profetizara que uma “virgem” conceberia e daria à luz um filho chamado Immanu-El (a Septuaginta traduziu a palavra hebraica “almah”, “moça”, por “parthenos”, virgem)?

ALGUNS ESTUDIOSOS SUGERIRAM QUE SERIA  POSSÍVEL CONSTRUIR UM EVANGELHO INTEIRO  A PARTIR DAS ESCRITURAS JUDAICAS, SEM CITAR UMA SÓ PALAVRA DITA OU ATRIBUÍDA A JESUS.

Toda fé do mundo se baseia em invencionices. Essa é a definição de fé – aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, que não podemos provar. Todas as religiões descrevem Deuses através de metáforas, alegorias e hipérboles, desde os primeiros egípcios até o catecismo moderno. Religiosos moderados já interpretam de forma simbólica que, Buda não nasceu de uma flor de lótus, que Jesus não nasceu do parto virginal de Maria, que Cristo não ressuscitou, não caminhou sobre as águas, não transformou água em vinho, Jonas passou três dias na barrida de baleia...

Se os Evangelhos não são verdadeiros como fato, como história, não consigo ver como poderia ser verdadeiros de alguma maneira, ou de algum valor. Caso menosprezássemos um milagre, a coerência exige que rejeitemos todos eles. É um sentimento que muitos compartilham hoje.
Se Jonas não passou três dias na barriga da baleia, teria Jesus realmente se levantado do túmulo?
Se Jesus podia curar um cego, por que não a cegueira?
Os milagres bíblicos são simplesmente tropos literários e não devem ser compreendidos literalmente, e , em sua maior parte, os eventos descritos na Bíblia.
Moisés não escreveu o Pentateuco e não poderia ter descrito a sua própria morte;  
nem Davi escreveu os Salmos;
Isaías de Jerusalém não poderia ter composto a segunda metade do livro atribuído a ele, porque se referia a eventos que ocorreram muito depois de sua morte.  

NÃO TEMOS OS ORIGINAIS de nenhum dos livros do Novo Testamento que foi forjado e ainda cheio de erros, discordâncias, discrepâncias e contradições.

O que acontece a uma crença que é radicalmente desmentida pelos acontecimentos da história? Deus tem a última palavra?

Mas não há Deus Pai ou Deus Filho lá em cima, logo acima do céu, esperando para “descer” aqui ou para levar nos levar lá para cima. Que não há um Deus que queira tostar crianças inocentes e outros no “inferno” porque, por acaso, eles não aceitam um determinado credo religioso. Religião e igrejas são fabricadas, e que esse fato evidente é óbvio demais para ser ignorado. Ética e moralidade independem de fé, e não podem derivar dela. E, entrando no campo psicológico, parece mais possível que as pessoas consigam melhorar acreditando em algo em vez de acreditando em nada, por mais inverídico que seja esse algo. Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas.

O que estou querendo dizer: é quase tudo mentira o que nossos pais nos ensinaram (por causa de uma reunião de bispos) sobre Jesus Cristo. É que adoramos os deuses dos nossos pais!.Que os textos canônicos que temos (hoje) vêm dos “vencedores”, mesmo não sendo os originais do cristianismo.

Quando perdi minha fé, não apenas na Bíblia como palavra inspirada por Deus, mas em Cristo como forma de salvação, e depois na visão de que o próprio Cristo era divino e, além disso, me tornei agnóstico; na visão de que há um Deus todo-poderoso criador encarregado deste mundo, me tornei ateu. Eu já não acredito em um Deus que se envolve ativamente com os problemas deste mundo.

Penso que todos, que são crentes, agnósticos, devem estar dispostos a mudar as  idéias se chegarem à conclusão de que elas, afinal, estão erradas. Todas as posturas de submissão e rendição devem ser parte de nossa pré-história. Desejo sinceramente que essas fontes sejam úteis aos interessados em tirar suas próprias conclusões e formular suas próprias idéias a respeito do tema quanto o foram para mim.  Vida, inteligência e questionamento começam exatamente no ponto em que a fé termina È isso, que eu lhe ofereço,  a liberdade abstrair, pesquisar, e de pensar por si mesmo para ser mais livre!

Leia mais em:

Deus bíblico pode ser fusão de vários deuses pagãos, dizem especialistas


Com um pouquinho de esperança, a todos aqueles que não conheço e que vivem em mundos nos quais a superstição ainda dominam,

Oiced Mocam
Livre Pensador.

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