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22 de maio de 2012

Argumentos da inexistência de Deuses


 II -PORQUE NÃO ACREDITO em Deus(es)
Argumentos da inexistência de Deus

Nasci ateu. Fui batizado (sem minha permissão) e doutrinado desde a infância e o conceito de um Deus me foi imposto nas aulas de catequese. Assistia aos cultos dominicais, dava generosas contribuições à igreja da minha comunidade. A crença desmoronou, na leitura e interpretação da bíblia, me tornei agnóstico. Ao mesmo tempo, participei por muitos anos  da maior escola filosófica do mundo.  Numa leitura mais crítica  da bíblia percebi afirmações falsas, invenções (mitos, lendas) das quais comecei a desconfiar. Assim como do comportamento escandaloso dos clérigos e das religiões mercadores da fé. Quando aposentado, tive mais tempo para pesquisar, isso já aos 50 anos. Nos dez anos seguintes, quis saber sobre, o sentido da vida, os grandes vultos da história,  religiões do mundo e comparada, a origem do universo, da onde viemos, para onde vamos,  por que a presença do mal e do sofrimento no mundo de Deus?... Fui em busca de mais conhecimento e da VERDADE, pelos meus próprios méritos.

Exposto à teoria da evolução Gênese bíblica, da ciência, filosofia, humanismo secular, minha fé desmoronou completamente. Escolhi o caminho da razão, algo mais perto da realidade e me tornei descrente.  Rejeitei o Cristianismo e a Bíblia com suas discrepâncias, erros, contradições e pontos de vista diferentes, com uma dura desilusão. Eu tinha chegado a um ponto em que não podia mais acreditar num Senhor bom e bem intencionado encarregado desse e do outro mundo, e me reconverti para o ateísmo.
Passei anos e anos em busca da verdade, analisando, comparando, pesquisando e abstraindo cuidadosamente essa questão da fé (origens do cristianismo, milagres, inferno, vida eterna, dogmas, doutrinas...). Mas acabava chegando sempre a mesma conclusão: DEUSES NÃO EXISTEM.

Grande parte dos leitores já deve ter ouvido a explicação simbólica da criação do homem, que teria sido feito com barro, água e sal. No livro do Genêsis, comum às religiões judaica, cristã e muçulmana, é dito:

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seu nariz o fôlego da vida, e o homem se tornou ser vivo".

Esse mesmo MITO é encontrado nas culturas gregas, asiáticas, ioruba e de vários índios americanos. Mitos compartilhados pelas mais diversas culturas. É fato que qualquer agrupamento que se mantém coeso por muito tempo cria sua mitologia (divindades e heróis). E deuses mitológicos, só existem por uma razão: uma vez, em algum lugar, um homem os imaginou. No conceito da psicologia junguiana, os mitos são expressões dos arquétipos, assim como o são o conto de fadas e o folclore.

Deus criou o homem à sua imagem e semelhança.... Ou foi a mente humana que criou a figura de Deus? A verdade é que “No Princípio, o homem criou em seu orgulho,  Deus à sua imagem e semelhança”. Um Deus comediante atuando diante de uma platéia assustada demais para rir.
Para criar um ser divino, basta a imaginação. Os MITOS são conforme os costumes, a cultura e superstições regionais, são forjados com o que tem à mão. Então, basta incrementar com histórias fabulosas, extraordinárias, tragédias e lições de moral, crime, castigos e será confeccionado a novela sagrada. Vejamos exemplos:

1-Os nórdicos achavam que o mundo começara num embate no gelo, do calor contra o frio;
2-Para os gregos os deuses viviam numa montanha, assim como para os  indianos;
3-Na África o povo acha que o mundo veio do grande ovo cósmico, como também alguns chineses;
4-O homem pré-colombiano achava que viemos do milho. Outros de argila, da madeira, do barro ou do sopro divino;
Além disso, há  cópia de mitos passados -  utilizados para ornamentar os relatos – em muitas religiões.

Utilizando métodos da lógica e racionalidade humanas, pode-se dizer que ao tentar provar a existência de Deus e esta tentativa resultar em uma, comprovada, impossibilidade da prova, neste caso onde existem apenas duas possibilidades (existência ou inexistência), tal impossibilidade de prova determina a prova da possibilidade contrária, ou seja, a impossibilidade de provar a existência de Deus conclui determinadamente a '''prova''' de sua inexistência.

Ex 1: Tentativa de prova da existência de Deus:
Se Deus existe, pode-se supor duas possibilidades em relação ao fato de existir:

1ª. DEUS FOI CRIADO:
Se Deus foi criado, quem  o teria criado? O fato de ter sido criado requisita uma ação criadora, ação esta que requisita uma entidade criadora, sendo assim existiria uma entidade criadora que teria criado Deus, o que é impossível, já que as propriedades de Deus o caracterizam como atemporal, onipresente, onisciente e onipotente, ou seja,  não poderia haver outra entidade mais poderosa que Deus,impossibilitando a sua criação por uma entidade superior, logo prova-se que Deus não teria sido criado.

2ª.- DEUS NÃO FOI CRIADO:
Mesmo utilizando o pressuposto de que algo pode existir sem ser criado, pode-se supor que, se Deus sempre existiu, então para ser considerado como uma entidade concreta, ele deveria ter:
I- Alguma forma: mutável ou não.
II- Alguma matéria: sólida, líquida, gasosa, ou qualquer outra desconhecida.
III- Ocupar algum lugar no "espaço" ou qualquer outro "lugar" desconhecido não abstrato.
Se Deus possui alguma matéria e ocupa algum lugar em algum "espaço" não abstrato, então significa que a "matéria" que o compõe e o "lugar" que ocupa, também sempre existiram, ou seja a "matéria" e o "lugar" também são Deus. Supondo que Deus seja onipresente, significa que o "lugar" que ele ocupa é o conjunto do todo, logo conclui-se que Deus, que também é o "lugar" que ocupa, é TUDO.
Porém o "TUDO" é a abstração do conjunto concreto do todo, logo Deus não poderia ser o "TUDO", pois não seria concreto, sendo assim Deus não poderia ser onipresente.
Se Deus não poderia ser onipresente, então não poderia ser onipotente, pois não PODERIA estar em qualquer lugar. Se Deus não poderia ser onipotente, então não poderia ser onisciente, pois não PODERIA saber de tudo; logo, é impossível a existência de uma entidade concreta que tenha as características divinas, sendo assim Deus não poderia ser concreto e não sendo concreto ele não poderia sempre existir.
Conclui-se que se Deus não pode ter sido criado e que não poderia existir desde sempre como um ser concreto, então comprova-se que a tentativa de provar que Deus existe é impossível, logo prova-se o contrário.....

Hoje sabemos coisas sobre a natureza que os fundadores das religiões não tinham sequer começado a supor  e que teriam calado suas línguas demasiadamente confiantes caso soubessem. Mais uma vez, assim que são eliminadas as suposições supérfluas (criacionismo, ou "projeto inteligente"), a especulação sobre quem nos projetou para sermos projetistas se torna tão estéril e irrelevante quanto a questão de quem projetou esse projetista. Ou seja não existe um mentor!

Tambem serve de resposta :

A PROVA DA INEXISTÊNCIA DE DEUS.

Pesquise (e peça tradução) no deus Google: Proof that there is no go

3.1 Argumento da inexistência de Deus segundo a contrariedade da existência

·         3.7 Outros argumentos
·          
·         PROBLEMA DO MAL:
·         Existe muito sofrimento no mundo. Se Deus não evitou cruzadas, inquisições, genocídios, não age para evitar guerras (inclusive religiosas), escravidão, mortes de inocentes, abuso infantil (pedofilia), epidemias ou tragédias naturais..., não pode ser bondoso, onisciente, onipresente e onipotente (que tudo pode), como dizem os religiosos. Certamente porque Ele simplesmente não exista.
·         Existe uma farta literatura sobre esse assunto na Web:
"É provável que Deus não exista.
Então pare de se preocupar e comece a curtir a vida."

O Cristianismo claramente se apropriou e copiou idéias oriundas de épocas mais remotas e de outras religiões.  Havia outros mitos (MITOS) já de 1000 e 500 anos AC, com histórias parecidas.       As similaridades eram gritantes, como morrer na cruz, ser filho de deuses com mulheres, ter sido perseguido quando criancinha, fazer milagres, ressuscitar depois de três dias etc, Buda, Baco, Jaseu Krishna,  Horus, Mitra e mais alguns. No livro de Alfredo Bernacchi tem uma lista com a história de cada um. O mito mais recente foi Chresthus, o Mestre da Retidão, dos judeus essênios que viviam em Roma enchendo o saco dos imperadores (na pressuposta época de Cristo). Os sacerdotes romanos de comum acordo com o império, para dominar o povo começou a desenvolver essas estórias e elas foram espalhando-se.   
A história de um mito qualquer com traços bem similares atribuídos aos de Jesus, já vinha de mil anos atrás. Krhisna, Baco, Horus, Mitra etc. Os Essênios (judeus) tinham também o seu mito, pois esses esperavam o mesmo Messias de todo judeu. A história muito semelhante à de Cristo (O mestre da Retidão) já estava desenvolvida pelos Essênios (comprovações nos documentos do Mar Morto). Esses judeus eram agressivos, arruaceiros, politizados e perturbavam muito o império romano. (acabaram expulsos de Roma).

Os sacerdotes, para facilitar o domínio romano sobre esse povo, aproveitaram-se das tendências populares e uniformizaram essa história, juntando manuscritos populares novos e antigos, selecionando-os. Eles liam as  Escrituras hebraicas  em grego e sempre que encontravam uma menção a um christós – fosse ele  um rei, um profeta ou sacerdote – interpretavam-na imediatamente como uma referência codificada a Jesus. A exegese pesher (decifração) dos cristãos foi tão meticulosa que não havia praticamente versículo algum no Novo Testamento que não se refira às Escrituras mais antigas a Septuaginta como outra fonte para a biografia de Jesus. Ainda não havia o nome Jesus, mas o de Chresthus ou Christós, um qualificativo que significa " Messias o ungido". Uns 60 anos após  o ano zero cristão, os sacerdotes romanos inseriram o nome Jesus que passou a chamar-se Jesus o Cristo, e mais adiante Jesus Cristo. Essa novidade foi de interesse popular e iniciaram-se a intensamente copiar e reescrever e escrever novas histórias do Jesus Cristo (a nova onda religiosa), conforme o entendimento e necessidade de cada comunidade religiosa, em cada bairro, em cada igreja, em tal quantidade que chegou a atingir a  4 mil escritos nos anos 100 a 300  que se seguiram.
Quando a igreja resolveu uniformizar essa história, escolheu alguns textos populares (alguns mais tarde seriam canonizados) ou escritos por eles mesmos e mandaram queimar os demais pois que havia muita discrepância entre as histórias que foram criadas em cima do mito Jesus Cristo. Escaparam dessa destruição aproximadamente 40 escritos, e mais um agora divulgado, o de Judas, que foram encontrados escondidos no Egito. São os conhecidos como apócrifos, definição dada pela própria Igreja, quer dizer falsos.

Pesquise e leia sobre Mitologias. "Ateu Graças A Deus", "Sinto Muito mas, Jesus Cristo Nunca Existiu" e "A Bíblia do Ateu". O mais famoso deles de ALFREDO BERNACCHI, é o Ateu Graças a Deus, divulgado pelo site Ateus.Net.
Tais livros estão disponíveis no www.4shared.com

Veja se alguém já ouviu isso:
O humano MANU salvou o deus avatar em forma de peixe VISHNU. Depois apareceu a Manu e pediu que ele construísse uma grande arca e guardasse um monte de sementes dentro dela para escapar de um dilúvio.  (uns 1000 a C)
O deus OSÍRIS engravida a virgem Ísis, esta dando à luz Hórus. HÓRUS nascido da virgem Isis, lutou 40 dias no deserto. HÓRUS foi batizado por ANUP e tinha 12 discípulos.
MITRA nasceu em 25 de dezembro,de uma virgem,  também teve 12 discípulos, morreu crucificado, ressuscitou ao 3º dia. Era chamado a “Verdade e a Luz”. Veio para lavar os pecados da humanidade. (1200 a C);
KRISHNA nasceu em 25 de dezembro, de uma virgem, uma estrela avisou sua chegada, fez milagres, morreu e ressuscitou. (900 a C);
DIONÍSIO nasceu de uma virgem, foi peregrino, transformou água em vinho, “alfa e ômega” era chamado, ressuscitou. 500 aC;
Zoroastrismo, leia em:

ANTES da Teoria da Evolução, era compreensível atribuir a Deus a  a existência de um design inteligente na natureza. HOJE, podemos provar como surgiram formas de vida tão variadas e complexas. A teoria  de Darwin é uma explicação muito melhor para isso de Deus. Não precisamos mais nos render à tentação de acreditar em um ser superior que criou tudo. Agora essa ideia parece incoerente.

Não há razão para crer em fantasias do tipo que , um super-homem veio para a Terra  há cerca de 530 milhões de anos e ajustou o DNA da fauna cambriana, provocando a famosa explosão de vida daquele período. A explicação é mais fácil quando se conhece as respostas da ciência. DEPOIS QUE VOCÊ QUESTIONA e SE INFORMA, a hipótese de Deus torna-se incrivelmente improvável. 

Com os conhecimentos científicos que temos neste começo do século 21, ninguém é capaz de contrariar seriamente a ideia de que processos naturais, agindo ao longo de bilhões de anos, deram origem ao Universo, ao sistema solar, à Terra e à vida que existe nela. Não há provas de que Deus tenha interferido diretamente em nenhuma destas etapas. O Universo funciona com base em leis que nada têm a ver com Deus. Nós simplesmente fomos “sortudos” o suficiente para vir à existência num pedaço do Multiuniverso, um entre infinitos,  que permitiu o surgimento de seres vivos, num Universo “viável”. Só por isso que existimos e somos o que somos.
E digamos que sim um ser projetista, tenha dado "inicio", fiat-lux ou ao big-bang, e depois disso o que ele fez? Mas, sentou a bunda na cadeira cósmica e assiste? Completamente “deus otiusus”.

Mas claro, mas não acredita nos deuses de outras religiões. Você acredita no seu Senhor único criador, projetista inteligente, etc etc etc, em todos as suas experiências pessoais e todas as profecias dos seus falso profetas.
Mesmo que aceitássemos que o nosso universo simplesmente tinha de ser projetado por um “projetista”, isso não indicaria que esse projetista é o Deus bíblico, nem que Ele aprova o cristianismo.
Acreditar num ser superior, que mantém pessoas em absoluta servidão,  é mais do que uma simples perda de tempo: pode ser uma tremenda irresponsabilidade.

Em nome deste ou aquele Deus, muita coisa errada acontece no mundo todos os dias - da proibição do uso de preservativos, à violação dos direitos humanos. Por falta de informação científica, as pessoas encontram na fé o caminho mais curto (ou mais fácil) para driblar o sofrimento pessoal. Quando sofrem as pessoas acabam se apegando a fantasias.  Diferentemente de outros tempos, quando foi fundamental para que os homens atingissem coesão social e pudessem dar sentido à própria existência, a crença em Deus perdeu suas funções positivas. HOJE, ela representa apenas uma barreira para a evolução e  o desenvolvimento humano.
A humanidade acredita em deuses há milhares de anos. Só que, agora, já sabemos por quê. Até aqui, foi natural o homem acreditar em algo divino, uma espécie da infância da evolução. Mas nós nos tornamos maiores do que deus.

O fato de que não se pode provar plenamente a inexistência de Deus é aceito e trivial, nem que seja só no sentido de que nunca podemos provar plenamente a inexistência de nada. O que interessa não é se a inexistência de Deus(es) pode ser comprovada (não pode). Mas se sua existência é “possível”. Essa é outra história.

Hoje sou Ateu militante, Cético, Humanista Secular, Racionalista, Livre Pensador e apenas alguém que não acredita em milagres, mitos, sobrenatural, pseudociência, deus(es).
Coloquei as minhas pesquisas e observações em 100 artigos, para ajudar outros descrentes, defenderem pontos de vista,  a saírem do “armário”, e deixar o meu legado para a posteridade.
A minha intenção é conscientizá-lo, e se não conseguir, ao menos que entendesse melhor o meu ponto de vista e  a minha opinião, que faz parte de ser honesto.  Hoje não sei tudo, mas, mais sobre o mundo e sobre mim mesmo.
Hoje sou mais feliz e menos torturado pela culpa mórbida das religiões. Já não acredito num agente sobrenatural que responde as nossas preces ou supervisiona e guia a evolução das coisas. Já não acredito num manipulador divino, que exige submissão, gratidão e medo.

ACREDITO NA VIDA ANTES DA MORTE. Mais iluminado, estou satisfeito de ser com o que sou e levo uma vida livre e virtuosa. Antes levava uma vida "vigiada" por um Zeus digo Deus, Onisciente, Onipotente, Onipresente e sobre tudo auto-suficiente e mais responsável pelo o BEM e pelo MAL do planeta Terra.

Links relacionados: DEUS ERA BOM ou MAU ?








Cinco livros  recomendados,
QUEM JESUS FOI? QUEM JESUS NÃO FOI?
O PROBLEMA COM DEUS, ambos de  Bartd D. Ehrman.
O MUNDO DE SOFIA, de Jostein Gaarder  (Cia. Das Letras)
A BÍBLIA de Karen Armstrong (Zahar),
DEUS NÃO É GRANDE de Christopher Hitchens
DEUS UM DELÍRIO de Richard Dawkins
CARTA A UMA NAÇÃO CRISTÃ, de Sam Harris (Cia. das Letras).

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