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13 de novembro de 2011

DEUSES EXISTEM? AINDA NÃO!


DEUS EXISTE? AINDA NÃO !
Criacionismo X Evolucionismo
Religião x Ciência


A causa da reprodução biológica veio a ser satisfatoriamente explicada pelo darwinismo; o mesmo não se pode dizer, no entanto, da hipótese teísta, uma vez que, até à atualidade, o mais que os teístas conseguiram avançar sobre a causa de Deus é que ele é causa de si mesmo, auto-explicativo. Ora, esta é uma explicação circular, ou seja, nada explica nem acrescenta ao nosso conhecimento. Um esboço embrionário, está perfeitamente sustentada e merece toda a credibilidade (ver links abaixos)..

A BíBLIA ENSINA que a morte e o sofrimento são o resultado do pecado, e que o pecado entrou no mundo com Adão e Eva. MAS a teoria da evolução exige que o processo da luta da vida e da morte já estava existindo durante milhões de anos antes do homem, e que os ancestrais mais imediatos do homem foram parte daquela luta.
Ainda, a Bíblia ensina que o homem foi feito primeiro, e então a mulher foi feita de sua costela. Este é o golpe decisivo de qualquer tentativa de reconciliar a teoria da evolução com a Bíblia. A evolução exige que os sexos se desenvolvessem juntos.
Deveria, portanto, ficar claro, mesmo para o mais distraído observador, que o relatório bíblico da criação e a teoria da evolução não podem ser melhor misturados do que óleo com água. Este fato tem sido percebido igualmente tanto pelos mais fortes crentes como descrentes durante todos os passados 150 anos.
 
AS EXPLICAÇÕES DA BÍBLIA e da evolução são mutuamente exclusivas porque são produzidas a partir de premissas mutuamente exclusivas. O relato bíblico está baseado na aceitação de que "No princípio Deus ..."
Mesmo que admitíssemos a existência de Deus e do seu desígnio como explicação para a causa do universo (explicação que a ciência dá como bastante mais simples, pela mera casualidade dos acontecimentos naturais), teríamos uma nova questão, certamente ainda mais difícil de explicar: sendo Deus um ser inteligente e onipotente capaz de conceber o mundo segundo um determinado plano ou desígnio, então a sua causa e existência carecem de uma explicação porventura mais urgente do que a causa do universo. Qual é a causa de Deus e porque é que existe? É certo que os teístas não têm uma resposta para estas novas questões que eles mesmos levantam. Porquê, então, admitir a hipótese que apresentam, se nada tem de plausível.

Há ainda uma última objeção ao argumento do desígnio, que tem a ver com O PROBLEMA DO MAL. Quando se discute os vários pontos do argumento do desígnio,  referindo-se ao problema do mal, ao referi-lo, ridiculariza-se o argumento inicial do design.

Um homem que siga a vossa hipótese é talvez capaz de afirmar ou de conjeturar que o universo surgiu a dado momento de algo como o desígnio; mas, além dessa posição, não poderá asseverar uma circunstância única e pode depois fixar todos os pontos da sua teologia com toda a licença da fantasia e do hipotético. Este mundo, que ele saiba, tem muitas falhas e imperfeições, comparado com um padrão superior; e foi apenas a primeira tentativa rude de uma qualquer divindade infantil, que mais tarde o abandonou, envergonhada com o seu deficiente desempenho; seria a obra apenas de uma divindade dependente e inferior, e é objeto de troça dos seus superiores; é o produto da idade avançada e da senilidade de uma qualquer divindade aposentada, e desde a sua morte tem continuado por inércia, a partir do primeiro impulso e força ativa que dele recebeu. [...] E, pela minha parte, não posso pensar que um sistema de teologia tão selvagem e instável seja preferível a nenhum.

O ARGUMENTO DO DESÍGNIO: dado que o mundo é tão cheio de imperfeição e de mal, a ter sido criado segundo o desígnio de uma divindade, essa divindade só poderia ser ou inexperiente ou estar já incapacitada. Obviamente, estas duas hipóteses não se põem com seriedade. Servem apenas para mostrar como o argumento do desígnio acaba por ser a melhor objeção contra si mesmo: se se infere do mundo e da sua ordem, tal como o conhecemos, a existência de Deus que o criou segundo um plano que ele próprio concebeu, isso implica que esse Deus não pode ser perfeitamente bom e sumamente justo, como os teístas normalmente o qualificam.
E este é o problema do mal: se Deus existe e se é o criador do mundo, e se entre as suas qualidades se contam a onipotência e a perfeita bondade, então porque é que há mal (e tanto mal, diga-se!) no mundo? Se é certo que há mal no mundo, não é certo que Deus exista sequer, sendo ainda menos certo que seja omnipotente e perfeitamente bom. O que é certo é que, exista ou não, ou é omnipotente, ou é perfeitamente bom, não podendo ter ambas as qualidades. Os ateístas afirmam que Deus não é nem uma coisa nem outra, pois não existe. E, considerando as objeções tão fortes que são apresentadas contra os tão implausíveis argumentos teístas, será pelo menos mais prudente aceitar as teses ateístas.

Se o teísta afirma que a semelhança entre os humanos e Deus é grande, para reforçar a sua tese da semelhança entre os desígnios e as obras dos humanos e de Deus, então isso implica que as características de Deus se assemelhem de tal modo às humanas, que a imperfeição, a finitude e as limitações várias terão que estar incluídas neste rol de semelhanças. Ora, daqui segue-se que um DEUS tão parecido com os humanos, e, por consequência, tão limitado e imperfeito como estes últimos, NÃO PODERIA TER CONSTRUIDO O MUNDO.   
Logo, o argumento do desígnio é refutado por uma das afirmações em que precisa de se apoiar. Por outro lado, se o teísta afirma que a semelhança entre os humanos e Deus é remota, para não correr este risco que acabamos de apontar, então isso implica reconhecer que a analogia é de fato frágil e remota, e implica também que não podemos, desse modo, saber quais as características de Deus; logo, não sabemos se ele teria ou não sido capaz de conceber e criar o mundo (para além de nem sequer sabermos se existe). Logo, o argumento do desígnio é refutado por uma das afirmações que precisa de preservar também para ser mantido. O que descobrimos é que, de uma maneira ou de outra, considerando esta e as objeções que já apresentei e analisei anteriormente, o argumento do desígnio não nos oferece, de fato, uma explicação séria e fiável, sendo, pelo contrário, ridicula, ilógico porque inconsistente, cientificamente errado e contraditório, e auto-refutante.

CONCLUSÃO:
Espero que este trabalho seja elucidativo e que permita perceber como é que o argumento do desígnio e design criacionista é formulado, quais as suas implicações, as objeções que lhe são levantadas, e por que razão, afinal, falha no seu objetivo: não prova a existência de Deus. Espero também que este comentário possa ser um instrumento de reflexão para que cada um possa chegar às suas próprias conclusões sobre o problema analisado.

As ciências permeiam praticamente todas as atividades humanas e as evidências científicas são um importante instrumento de decisão e convencimento. Sendo assim a citação de dados da literatura científica desempenham um papel na retórica moderna em nossa sociedade. A grande variedade das EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO fornece ampla e rica informação dos processos naturais pelos quais toda a variedade de vida se desenvolveu.
 
Leia mais sobre Ciência e Evolucionismo (da minha biblioteca virtual)  e salve em seus favoritos, em, ou clique em pesquisa com assunto preferido na caixa do Google do Blog:

http://astronomiaeciencia.blogspot.com/



 
Pense sobre a Ciência: http://ateusdobrasil.com.br/p/129/
http://tyrannosaurus.wordpress.com/2008/08/05/as-leis-da-natureza/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Evid%C3%AAncia_da_evolu%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o
http://evolucionismo.org/profiles/blogs/evolucao-da-multicelularidade
http://evolucionismo.org/profiles/blogs/darwinissimo-1
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http://evolucionismo.org/profiles/blogs/10-licoes-curtas-para-curar-o
http://evolucionismo.org/profiles/blogs/99-confuso
http://biociencia.org/index.php?option=com_content&task=category&sectionid=8&id=38&Itemid=47
http://vidaemorbita.blogspot.com/2011/05/evidencias-do-evolucionismo-anatomia.html
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FGeorge_Gaylord_Simpson
http://sociedaderacionalista.org/2011/09/03/traducao-o-caminhar-humano-nasceu-ha-4-milhoes-de-anos/
http://brazil.skepdic.com/criacionismo.html

INFELIZMENTE em pleno século 21 essas citações ainda são necessárias, não para justificar e provar o ateísmo, mas mostrar os progressos da ciência e curar os BURROCRIACIONISTAS da pseudociência!!! 


O maior pecado contra a mente humana é acreditar em coisas sem evidências. A ciência é somente o suprassumo do bom-senso — isto é, rigidamente precisa em sua observação e inimiga da lógica falaciosa.

Livre Pensador, Cético, Evolucionista, Racionalista, Humanista Secular e Ateu com muito orgulho, por que faz parte de ser honesto comigo mesmo !

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