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17 de outubro de 2010

Capítulo: 57 Lendas e Mitos no Antigo Testamento

Arqueologia comprova: maior parte dos fatos são lendas e mitos no Antigo Testamento


O Arqueólogo israelense Israel Finkelstein, diretor do Instituto de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv e autor do livro "A Bíblia desenterrada" (The Bible Unearthed), estudioso da arqueologia bíblica, reduz os relatos do Antigo Testamento, na sua maior parte a uma coleção de lendas inventadas a partir do século VII a . C. O Gênesis, por exemplo, é visto como uma epopéia literária, o mesmo vale para as conquistas de David e as descrições do império de Salomão.
O pesquisador Paul Johnson, autor de "A História do Cristianismo", afirma que, se extrairmos, de tudo o que já se escreveu sobre Jesus, só o que tem coerência histórico e é consenso, restará um acontecimento quase desprovido de significado.

Esse Jesus residual” contava histórias, emitiu uma série de ditos sábios, foi executado em circunstâncias pouco claras e passou a ser, depois, celebrado em cerimônia por seus seguidores.”.

O que sabemos com certeza é que Jesus foi um judeu sectário, um agitador político que ameaçava levantar dois milhões de judeus da Palestina contra o exército de ocupação romano. Tudo o mais que se diz dele, precisa da fé para ser tomado como verdade. Assim como aconteceu com Moisés, David e Salomão do Velho Testamento, a figura de Jesus sumiu na névoa religiosa. A Arqueologia diz que quase tudo não passa de Mitos e Lendas.
Veja o choque de versões sobre os eventos do Velho Testamento.

O Dilúvio Universal

O que diz a Bíblia:
Segundo o Gênesis, um grande dilúvio destruiu a Terra. Noé e sua família, avisados construíram uma arca para salvar um casal de cada espécie animal.

O que diz a Arqueologia:
Ruínas achadas no Mar Negro, próximo da Turquia, mostram que houve uma enchente catastrófica por volta de 5660 a . C.. O nível do Mar Mediterrâneo subiu e irrompeu pelo Estreito de Bósforo, inundando a planície onde hoje está localizado o Mar Negro. Na época, a região era uma planície de terras férteis, com um lago. Sobreviventes dessa catástrofe migraram para a Mesopotâmia. Assim teria surgido a história do dilúvio no texto de Gilgamesh. Os hebreus conheceram a história quando estiveram cativos na Babilônia.

Jesus Pescador de Homens

O que diz a Bíblia:
Depois de ser batizado por João Batista e sofrer as tentações no deserto, Jesus foi para a Galiléia, onde recrutou seus primeiros discípulos entre os pescadores do lago Tiberíades. Escolheu viver com seus seguidores em Cafarnaum, uma pequena vila de pescadores.
O que diz a Arqueologia:
Cafarnaum existiu e era um povoado com cerca de 1500 moradores na época em que Jesus viveu. Escavações encontraram os restos de uma casa que pode ter sido de um dos discípulos, provavelmente de Simão Pedro, o primeiro a ser recrutado por Jesus.

Infância desconhecida de Jesus

O que diz a Bíblia:
Quase nada é falado sobre a infância e a adolescência de Jesus, com exceção de uma passagem em que aos 12 anos, numa visita ao Templo de Jerusalém durante a Páscoa, seus pais o encontram discutindo teologia com os sábios nas escadarias do templo de Jerusalém.

O que diz a Arqueologia:
Escavações recentes revelaram que, ao mesmo tempo em que Jesus crescia em Nazaré, bem próximo era construída a monumental cidade de Séfores, idealizada pelo rei hebreu Herodes Antibas para ser a capital da Galiléia. Sefores estava a uma hora a pé de Nazaré e é muito provável que José e Jesus tenham trabalhado como carpinteiros em sua construção. Em Sefores, Jesus teria visto a família real, a opulência das famílias dos sacerdotes do Templo de Jerusalém e, provavelmente, teve contato com a cultura dos hebreus helenizados.
E, só para lembrar que, a menina Maria teria 12 anos quando concebeu Jesus. Na rígida tradição judaica uma mulher que engravidasse assim poderia ser condenada à morte por apedrejamento. O velho carpinteiro José, provavelmente querendo poupar a menina, casou-se com ela e escondeu sua gravidez até o nascimento do bebê. A data de 25 de dezembro não está na Bíblia. É uma criação do século VI, quando o calendário foi alterado. Ainda, a Bíblia afirma que Jesus teve duas irmãs e quatro irmãos:Tiago, Judas, José e Simão. Mas não se sabe se esses eram filhos de Maria ou de um primeiro casamento de José. Muitos teólogos afirmam que eles eram, na verdade, primos de Jesus, em aramaico, irmão e primo são a mesma palavra.

A vida em redor do Templo

A Jerusalém que Jesus conheceu estava em seu auge de poder e beleza. Conquistada pelos romanos, em 63 a . C, a cidade passou por uma completa reformulação, que incluiu a construção de arenas, hipódromos, palácios e, principalmente, o impressionante templo erguido por Herodes Antibas, que Jesus visitou quando criança e poucos dias antes da sua morte. Dessa obra gigantesca restam, hoje, apenas um muro que os judeus modernos chamam de Muro das Lamentações. Jesus foi provavelmente crucificado no Monte Calvário, como narra a Bíblia. Mas o percurso conhecido hoje como Via Crúcis não tem nada de histórico: foi inventado no século XIII pelos cavaleiros cruzados.

A Libertação do Egito o Êxodo

O que diz a Bíblia:
No Êxodo, Deus escolhe Moisés como libertador do povo hebreu. Envia as Dez Pragas e divide as águas do Mar Vermelho. No Monte Sinai, já a caminho da Terra Prometida, Moisés recebe as tábuas dos Dez Mandamentos.

O que diz a Arqueologia e a análise filológica dos textos:
Não há qualquer registro da existência de Moisés ou dos fatos descritos no Êxodo. Aliás, boa parte dos reinos e locais citados na sua jornada também não existiam no século XVIII a . C. e só surgiriam 500 anos depois. A escolha do lugar que passou a ser conhecido como Monte Sinai ocorreu entre os séculos IV e VI depois de Cristo, por monges bizantinos. Não havia portanto local chamado Monte Sinai, onde Moisés teria recebido os Dez Mandamentos. Sua localização atual no Egito, foi escolhida entre os séculos IV e VI d . C., por monges cristãos bizantinos, porque ele oferecia uma bela vista. As dez pragas são lendas. Abraão foi introduzido no Torá, mais de 1000 anos após sua suposta viagem. Hebreus e canaanitas são o mesmo povo A chegada dos hebreus teria sido um longo e pacífico processo de infiltração.

Mitologia Babilônica e a relação com Moisés

No ano de 1862 ,um jovem inglês chamado George Smith foi o primeiro a descobrir a história babilônica através das tabuletas encontradas na biblioteca do rei Assurbanipal, que governou a babilônia 3000 anos antes de Cristo. O herói dessa epopéia , não um Deus, mas um rei chamado Gilgamesh de Erech. Os babilônicos eram grandes aproveitadores de lendas e da literatura de outros povos. Algo parecido aconteceu com a história da criação e de Adão, de Noé e o Dilúvio e Moisés.
De acordo com os relatos, que nos chegaram as mãos, a mãe de Saargão era uma mulher humilde, e ele não conheceu o pai. Sua mãe o concebeu em Azupira-nu, nas margens do rio Eufrates. Ele foi lançado ao rio dentro de uma cesta e por fim recolhido por um homem chamado Akki, que trabalhava nos serviços de irrigação. Akki levou o menino para casa e criou-o como seu próprio filho. Ensinou a Saargão a arte da jardinagem. Com o tempo, Saargão conseguiu um emprego de criado do serviço real no palácio de Kish e deve ter caído nas graças de seus patrões, pois está registrado que foi promovido ao posto de portador da taça, posição muito respeitada e desejada na corte. Achou, então, possível aspirar ao trono para si mesmo e, depois de conquistar Erech, fundou uma nova capital em Agade. Saargão, então, teve de combater as cidades da Suméria do Sul, e conseguiu derrotar Ur. Ele partiu à conquista de muitas terras e seu domínio se espalhou numa sucessão de campanhas.

A conquista de Canaã

O que diz a Bíblia:
Depois da libertação do Egito, Moisés conduziu os hebreus até a entrada da terra Prometida. Ali, os israelitas enfrentam os nativos canaanitas com uma ajuda divina: ao toque de suas trombetas, as muralhas de Jericó desabam miraculosamente.

O que diz a Arqueologia:
Jericó nem tinha muralhas nesse período. Na verdade, a tomada de Canaã pelos hebreus acontece de forma gradual, quando as tribos hebraicas, trocam o pastoreio pela agricultura dos vales férteis. A história da conquista foi escrita durante o século VII d . C., mais de 500 anos depois da chegada dos hebreus aos vales cananeus.

Império de Salomão

O que diz a Bíblia:
Salomão sucedeu a seu pai, David fez alianças com reinos vizinhos e construiu o Templo de Jerusalém. Em seu reinado, os israelitas alcançaram opulência e poder. Salomão construiu palácios e fortalezas em Jerusalém, Megiddo, Hazon e Gezer.

O que diz a Arqueologia:
Não há sinal de arquitetura monumental em Jerusalém ou em qualquer das outras cidades citadas. Tudo leva a crer que Salomão, como David, eram apenas pequenos líderes tribais de Judá, um Estado pobre e politicamente inexpressivo. Também não há evidências das conquistas de David narradas na Bíblia, como sua vitória sobre o gigante Golias.

A Saga do rei David

O que diz a Bíblia:
Após derrotar Golias, David firma-se como rei dos Hebreus, submetendo primeiro a tribo de Judá e, posteriormente, todas as 11 tribos israelitas.

O que diz a Arqueologia:
Em 1993 foi encontrada uma pedra de basalto datada do século IX a . C. com escritos que mencionam a existência de um rei hebreu chamado David. Mas não há qualquer evidência das conquistas de David narradas na Bíblia. David pode ter sido o líder de um grupo de rebeldes vindos de camadas pobres dos cananeus que, nessa época, atacava as cidades do sul da palestina. O principal indício de que as conquistas de David e o império de Salomão são, em sua maior parte, invenções é que , no período em que teriam vivido, a arqueologia prova que a cultura cananita (que segundo a Bíblia teria sido destruída) continuava viva. A conclusão é que David e Salomão teriam sido apenas pequenos líderes tribais de Judá, um Estado pobre e politicamente inexpressivo localizado no sul da palestina. A arqueologia demonstrou que os monumentos normalmente atribuídos a Salomão foram,, na verdade, erguidos pelos omridas. Ou seja: o primeiro grande Estado judaico não teve a liderança de Salomão, e sim dos reis da dinastia omrida. Enriquecido pelos acordos comerciais co Assíria e Egito, o rei Ahab, filho de Omri, ordena a construção dos palácios de Megiddo e as muralhas de Hazor, entre outras obras. Hoje, os restos arqueológicos desses palácios e muralhas são o principal ponto de discórdia entre os arqueólogos que estudam a Tora. Muitos atribuem a Salomão, numa atitude muito mais de fé do que de rigor científico, já que as datações mais recentes indicam que Salomão nunca ergueu palácios.

Mas vamos aprofundar a pesquisa sobre David e Salomão, pesquisando mais em Crônicas I (21:5) onde a Bíblia não nos deixa mentir: O exército de Davi teria tido 1.100.000 (um milhão e cem mil homens) e o de Judá 470.000 homens. Claro que, esse número é ridiculamente alto para uma batalha entre dois exércitos tribais em 1000 A . C. (Os Estados Unidos tiveram aproximadamente 1,4 milhões de soldados na ativa em 2001.)
Em Crônicas I 22:14 Davi proporciona a Salomão uma fantástica quantia de ouro e prata para construir o templo: 100.000 talentos de ouro e 1.000.000 talentos de prata. Considerando que um talento era aproximadamente 60 libras, isso daria aproximadamente 3.000 toneladas de ouro e 30.000 toneladas de prata. Deram para o serviço da casa e o rei Davi colecionava dez mil dracmas para a construção do templo em Jerusalém.
Isso é interessante, já que as dracmas foram nomeadas depois do rei Dario I que viveu quinhentos anos depois de Davi. Como sempre, são exageradas as quantias informadas de ouro e prata e ferro 100.000 talentos de ferro, por exemplo, seriam algo em torno de 34 mil toneladas (29.7)
Tinha Salomão setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração (I Reis: 11:3).
Em Crônicas II 13:3-4, a maior matança com a ajuda de Deus Onipotente. Acredite se quiser ! Abias falou para 1.200.000 soldados. Ele certamente tinha uma voz realmente alta. Com a ajuda de Deus, meio milhão de soldados morrem em uma única matança (13:16-17). Num único massacre, o maio na Bíblia, Asa, com a ajuda de Deus , mata um milhão de etíopes (14:8-14). Asa, quando teve uma doença em seus pés, procurou médicos em vez de buscar a Deus (16:12). Deus desaprova aqueles que buscam ajuda médica em lugar a Ele (16:12).

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“Digam o que quiserem sobre os Dez Mandamentos,
devemos nos dar por felizes por eles não passarem de dez.”

Mencken

“As histórias da Bíblia foram contadas com base nos pressupostos de quem as contava e de acordo com a função que queriam dar a elas”

Rochus Zuurmond, professor de teologia bíblica da
Universidade Livre de Amsterdã, na Holanda.

Um comentário:

erwin nollan disse...

Muito bem postado ,todo cristão e os puxa saco de judeus deveriam ler ,porem quando se fala a verdade já vem um judeu querendo te processar por antisemitismo porém como é de se esperar eles preferem andar acreditando e alimentando todas as mentiras inventadas por uma religião sem escrúpulos e exclusivista