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9 de maio de 2010

Tese II: A vida veio do espaço?

Tese II: A vida veio do espaço?

“Não estamos sós”, esta a frase que o filme americano de ficção científica “Contatos imediatos do terceiro grau” inculcou no espírito de milhões de espectadores. O ponto culminante de uma nova doutrina chamada “exoteologia”, teologia do “espaço” sideral que baseia as suas crenças e a sua história nos “deuses astronautas”, amáveis forasteiros do espaço. De acordo com essa corrente de pensamento, seres vindos dos mais diferentes pontos do espaço teriam descido na Terra para criar, a partir de criaturas completamente irracionais, os primeiros homens. Os teólogos vêem nessas correntes de pensamentos o anseio por um “Deus bom”, pessoal, tangível e salvador, mas também a perigosa ilusão de que alguém do exterior, em última instância, sempre resolverá os nossos problemas terrenos.

Desenhos enigmáticos, que só são visíveis de avião e cobrem o desértico vale de Nazca, no sul do Peru, era um aeroporto de ETs? Um dos maiores enigmas da arqueologia moderna foi finalmente desvendado. São cerca de 800 linhas, com centenas de quilômetros de extensão, que formam desenhos geométricos como trapézios e espirais e também representam animais gigantescos e até uma figura humana acenando com a mão erguida. Quem fez essas marcas no solo, entre os anos 200 a . C e 600 d . C, e o que elas significam? O ufólogo suíço Erich von Daniken afirmou que os géoglifos foram desenhados com a ajuda de aliegígenas e serviriam como pistas de pouso para os ET’s. Hoje a maioria dos especialistas acredita que o Vale de Nazca servia como palco para gigantescas cerimônias religiosas. Os geóglifos marcariam o trajeto de enormes procissões destinadas a atrair a atenção dos deuses.

A grande maioria dos astrônomos acreditava que a vida terrestre era um mero golpe de sorte, único no seu gênero. Hoje, essa opinião começa a alterar-se, a favor da teoria segundo a qual “a vida é uma conseqüência das leis químicas conhecidas que se baseiam na composição atômica do universo”, foi afirmado pelo prêmio Nobel de química, o americano Melvin Calvin.

Na concepção cristã o planeta é uma simples invenção e criação divina de autoria de um Deus realizada em seis dias, conforme na Santa Bíblia em Gênesis. A Terra é criada antes da luz e estrelas, pássaros e baleias antes de répteis e insetos e florescem plantas antes de qualquer animal. Deus cria a luz e a separa da escuridão, o dia da noite, no primeiro dia, mas ele ainda não criou os objetos que produzem luz (o sol e as estrelas) até o quarto dia (1:14-19). Como pôde haver “tarde e a manhã” no primeiro dia se não havia nenhum Sol para os marcar? Gn:1:3-5. As plantas são criadas no terceiro dia, antes de lá existir um sol para realizar a fotossíntese (1:11). Deus deixa a terra produzir as plantas, em lugar de as criar diretamente. Talvez o Gênesis afinal de contas não seja tão anti-evolução.
Em um aparente endosso à astrologia, Deus coloca o sol, lua, estrelas no firmamento de forma que eles possam ser usados “para sinais” (Gên:1:14). Isso, claro que, é exatamente o que os astrólogos fazem: ler “os sinais” no Zodíaco para predizer o que acontecerá na Terra. Deus cria duas luzes; “o luminar maior (o sol) para governar o dia, e o luminar menor (a lua) para governar a noite. Mas a lua não é uma luz, ela só reflete a luz do sol. E porque, se Deus fez a lua para “governar a noite”, ela gasta a metade de seu tempo movendo-se pelo céu de dia? “E fez as estrelas”. Deus passa um dia com luz (antes de fazer o sol e as estrelas) e a separa da escuridão; então, ao término do trabalho de um dia duro, e quase como uma reflexão tardia, ele faz os trilhões de estrelas (Gên:1-16). “E Deus os pôs no firmamento dos céus para alumiarem a Terra” (Gên:1:17).

Como se forma um planeta? A teoria mais aceita é que esses corpos celestes surgem a partir da concentração de discos de gás e poeira cósmica resultantes da formação de uma estrela. Com o tempo, a massa de poeira e gás se aglutina em pequenas rochas, que se fundem em rochas maiores. Isso ocorre até que o planeta tenha massa suficiente para gerar sua própria gravidade e se manter coeso. Em geral, o processo pára quando o planeta atinge sua massa semelhante à da Terra. Alguns planetas continuam atraindo gás e se transformam em gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno.

A motivação para essa idéia revolucionária da “exoteologia”, a biologia extra-terrestre, partiu dos radioastrônomos, que captavam determinados sinais de rádio provenientes de moléculas que na Terra são considerados componentes fundamentais da vida. O Sol (“o canto do Sol” emite um som de sino ou tambor) e as galáxias (a “música das galáxias) emitem radiações eletromagnéticas que podem ser sintonizadas e decodificadas e permitem elaborar mapas sonoros do Universo. O silêncio cósmico é apenas aparente.
Os astrônomos, já conseguiram demonstrar a existência de centenas de componentes fundamentais no espaço, que vão da água ao ácido fórmico. Essas nuvens de moléculas interestelares são, além do mais, segundo tudo leva a crer, os centros de origem das novas estrelas. As estrelas nascem de nuvens de gás e poeira cósmica, as nebulosas. O brilho decorre da queima de elementos como o hidrogênio e o hélio, presentes em seu núcleo. As estrelas morrem quando esses “combustíveis” se esgotam. Uma galáxia reúne 1 trilhão desses astros. É tudo espontâneo e nenhum Deus dirige este universo e a minha própria negação de Deus está baseada nesse raciocínio, a existência não pode ser dirigida pelo lado de fora. Imaginem se Ele cochilasse, apenas por uma hora, ou um dia, as estrelas e o Sol os cometas iriam para um caminho errado. Pelo lado de fora é completamente impossível e absurdo. Mas, continuando.
Eles são classificados de acordo com a massa, a luminosidade e a temperatura, que determina sua cor . O Sol é estrela anã amarela. A temperatura na superfície chega a 6 mil graus, e no núcleo 15 milhões de graus, e está na meia-idade, ou seja, em 5 bilhões de anos se transformará numa gigante vermelha. Anã vermelha, é o tipo mais comum na vizinhança do Sol. E o recém descoberto planeta GL581c orbita uma delas, a Gilese 581. Idade de 100 bilhões a 1 trilhão de anos, luminosidade, até 1 milésimo da do Sol.
São conhecidos, atualmente, cerca de 400 exoplanetas, dos quais 70 orbitam uma estrela central. Esses planetas têm órbitas muito curtas ou excêntricas, com temperaturas superficiais extremas.

Será então o nascimento da vida um processo cotidiano na Via-Láctea e em outras galáxias? Hoje, os astrônomos, já tentam calcular quantos planetas com vida (não a vida inteligente) pode haver na nossa galáxia, com seus cem bilhões de sóis. Todas as tentativas de escuta de sinais de rádio emitidos por seres inteligentes extraterrestres mostraram-se até hoje infrutíferas. Contudo, isso não impede que os cientistas continuem especulando acerca de seres extraterrestres. Como náufragos que jogam mensagens ao mar, os humanos enviam sinais de rádio para o espaço, na esperança de alguém um dia ou nos próximos 40 anos os ouça.
Um radiotelescóspio especificamente projetado para procurar vida extraterrestre é o novo projeto de Paul Allen, co-fundador da Microsoft. Na sua configuração final, o Allen Telescope Array (ATA) terá 350 antenas de seis metros, que serão capazes de vasculhar mais de 1 milhão de sistemas estelares à procura de sinais de rádio gerados por inteligentes. A meta é encontrar vida alienígena até por volta de 2025. O ATA será administrado pelo Instituto Seti – que busca sinais de rádio emitidos por qualquer tipo de vida inteligente usando o radiotelescópio de Arecibo, o maior do mundo, em Porto Rico e pelo Laboratório de Radioastronomia da Universidade da Califórnia em Bekerlet (EUA). As primeiras imagens de testes produzidas pelo conjunto são mapas de rádio das galáxias de Andrômeda e Triângulo. O ATA é o pioneiro de novo projeto. Os sinais de digitais amplificados vindos do céu, serão processados por analisadores de dados que eliminam qualquer interferência humana. O projeto, porém, não se limitará a procurar ETs. Ele também estudará supernovas, buracos negros e outros objetos astronômicos “exóticos” cuja existência foi prevista em teoria, mas que nunca foram observados.

Há outros seres vivos no cosmo ? Há milênios, os humanos se perguntam: “Estamos sozinhos?” Fomos criados por seres de outras estrelas ? Existem os “deuses astronautas” ? Há outros seres inteligentes no Universo ? Existe um planeta semelhante ao nosso ? Há milênios, não recebemos nenhuma resposta. Mesmo assim continuam tentando. Se tivermos em mente a quantidade de estrelas e planetas, provavelmente sim, pois se torna difícil de acreditar que sejamos especiais. Esperamos em breve explorar a atmosfera de planetas fora do sistema solar à procura de sinais da química relacionada à vida, como água e ozônio. Muitos planetas com condições de sustentar a vida podem não tê-la ainda ou talvez nunca desenvolvam as bases necessárias para que a vida inteligente prevaleça. Quanto a seres inteligentes em outro planeta, teremos que esperar para ver. É uma questão complicada.


Para Buzz Aldrin, uma das poucas pessoas que pisaram no satélite da Terra, a Lua, tripulante da célebre Apolo 11, junto com Neil Armstrong em 20 de Julho de 1969 e com mais de 35 anos em pesquisas do espaço, declarou: “– considerando os bilhões de galáxias e estrelas que existem, para mim é quase inconcebível que estejamos sozinhos. Creio que vamos encontrar vida em outros planetas habitáveis bem longe de nós, mas essa vida pode não ser tão inteligente como a nossa . Pode ser também que a vida extraterrestre esteja tão distante de nós que a única possibilidade seja a comunicação entre seres inteligentes através de mensagens enviadas na velocidade da luz. Não creio, no entanto, que os humanos jamais venham a viajar acima da velocidade da luz. Duvido que muita comunicação possa ser feita mais rápido do que a velocidade da luz. E isto pode dificultar terrivelmente o contato de humanos com extraterrestres”. Essas afirmações do astronauta Buzz Aldrin, nós levam a uma outra curiosidade, como transporte no mundo quântico, coisa de cinema e da ciência.

No Instituto de Tecnologia de Massachussetts o MIT, um dos maiores centros de pesquisa dos Estados Unidos, Edward Farhi e Max Tecmark, realizaram um debate sobre filmes científicos e tecnológicos como Apollo 13, A Mosca e a série Jornada nas Estrelas, o Quinto Elemento, em que personagens usavam uma “sala de teletransporte” para se deslocar entre a Nave Enterprise e os planetas . E o debate girou em especial sobre o filme “Jumper”, se isto será possível um dia acontecer usando apenas o pensamento...Edward Farhi, explicou que, de fato, os físicos já conseguiram “teletransportar” uma partícula elementar simples, um fóton, que transmite luz, a uma distância de cerca de 2,5 quilômetros, mas de maneira menos exótica do que a vista em Jumper.
O que é realmente tele-transportado nas experiências não é a partícula, mas a informação quântica sobre ela. Para isso, entre outras coisas, os tele-transportadores criam um par de partículas chamadas confusas. Essas partículas têm um tipo de ligação especial entre si, mesmo separadas por anos-luz de distancia. Ambas existem em um tipo de névoa quântica de possibilidade até que seja observada. Quando isso ocorre, instantaneamente sua gêmea é afetada, não importa onde esteja. Mas o real encanto desse tipo de experiência é a comunicação entre elas, não o tele-transporte, como no cinema.
Max acredita que mesmo os filmes de ficção científica, imprecisos podem servir de inspiração para muitos cientistas e afirmou em 2008: “– ... quando vemos algo considerado impossível, começamos a imaginar por que é impossível. Isso move uma locomotiva de pensamento”, disse na noite em que a arte e a ciência se enfrentaram.

Qualquer pessoa que já assistiu ao filme Jornada nas Estrelas, sabe que a antimatéria impulsiona a nave estelar Enterprise em sua missão de cinco anos para procurar novas civilizações, para ir onde o homem nunca esteve antes.
Há muitos anos que os cientistas pesquisam sobre a antimatéria, grama por grama. É a substancia mais cara do mundo e extremamente instável. Um único grama contém energia igual a uma bomba nuclear – o tamanho da bomba (700 gramas) que caiu sobre Hiroshima e Nakasaki. A antimatéria é extremamente instável e se incendeia ao entrar em contato com qualquer coisa, inclusive o ar, sendo cem mil vezes mais potente do que o combustível de foguete (propulsão química que usa o mesmo princípio dos fogos de artifício). Até recentemente só era criada em quantidades mínimas (uns poucos átomos de cada vez).
O C E R N , Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire, em Genebra, iniciou uma nova era, com seu Desacelerador Antipróton e promete criar uma quantidade muito maior de antimatéria. O CERN será o maior acelerador de partículas do mundo. Foi construído perto de Genebra, entre as fronteiras da Suíça e da França. O laboratório é mantido pela Organização Européia de Pesquisa Nuclear e entrou em operação. O laboratório consiste de um túnel em forma de círculo, com 27 quilômetros de extensão, localizado cem metros abaixo da superfície. Neste túnel, cercado por poderosos imãs, os físicos aceleraram prótons ou íons a velocidades próximas à luz, para provocar sua colisão. Esperam, assim, recriar condições como as do Big Bang, a grande explosão que teria dado origem ao Universo. Essa experiência , foi segura o suficiente e não acabou com o mundo. Leia mais nos próximos capítulos.

Propulsões do futuro nas viagens espaciais:
Empurrador de Íons: Por meio de um campo elétrico dentro da câmara do foguete, é possível controlar os átomos de um gás e acelerá-los. O motor de íons, em vez de usar combustível líquido, os motores à base de íons funcionam com eletricidade. Foi testado num satélite em 1998.

Fusão Nuclear: Uma espécie de bomba atômica dentro do foguete, milhões de vezes mais potente que o sistema atual. Naves movidas a energia nuclear são mais leves e, por isso, potencialmente mais rápidas. O trajeto até Saturno, que leva sete anos, cairia para três. Estará disponível em 2020.

Magnetoplasma: A potência gerada pelo aquecimento do plasma (4º estado da matéria), conseguirá acionar a aeronave com velocidade próxima da luz.

Propulsão Antimatéria: Uma quantidade ínfima de combustível à base de antimatéria (átomos) formados por partículas com cargas elétricas opostas, equivalente ao tamanho de uma aspirina, seria capaz de levar uma nave a Marte em apenas quatro semanas. Estará disponível no ano 2040.

Wormhole: A teoria desenvolvida por Einstein prevê uma espécie de buraco no espaço, distorcendo o tempo e, assim, tornando possível que a nave viaje em velocidade equivalente ou maior que a luz. A disponibilidade ainda é desconhecida.
A nave espacial mais rápida, a sonda New Horizons, viaja a 75 mil quilômetros por hora. Nessa velocidade, levaria 400 mil anos para chegar ao novo planeta Superterra o GL 581c. Naves mais rápidas como os projetos acima citados podem encurtar as viagens.

Carl Sagan, como Astrônomo, professor de astronomia e ciências espaciais, dedicou-se à pesquisa e à divulgação da astronomia e foi ferrenho crítico das pseudociências e é muito conhecido pela popularização da ciência e ao estudo da chamada Exobiologia. É considerado o maior defensor, divulgador e incentivador da ciência que o mundo já conheceu. Com 62 anos, ele foi levemente empurrado a uma trajetória da vida diferente pela atração gravitacional da morte, não sem antes receber diversas premiações, distinções, medalhas e homenagens, pela sua contribuição pelo bem estar da humanidade. Sagan com seu talento, nos deixou um formidável acervo de obras, entre os quais figuram Cosmos, Os dragões do Éden (prêmio Pulitzer), em Bilhões e Bilhões, obra póstuma. Ele afirmou que:

“É hora de recolocar o pé na estrada e partir rumo aos planetas.
A longo prazo, ou colonizamos os planetas,
ou seremos uma espécie extinta”.

Carl Sagan teve um papel significativo no programa espacial americano desde o seu início. Foi consultor e conselheiro da NASA desde os anos 50, trabalhou com os astronautas do Projeto Apolo antes de suas idas à Lua e chefiou os projetos da Mariner e Viking, pioneiras na exploração do sistema solar que permitiram obter importantes informações sobre Vênus e Marte. Participou das missões Voyager e da sonda Galileu. Foi decisivo na explicação do efeito estufa em Vênus e o descobrimento das altas e infernais temperaturas do planeta. Vênus o inóspito “planeta irmão” vizinho da Terra, com tamanho e massa parecidos, é o mais quente do Sistema Solar, com crateras e vulcões. Na explicação das mudanças sazonais da atmosfera de Marte e na descoberta das moléculas orgânicas em Titã, satélite de Saturno. Colonizar o planeta vermelho Marte, está nos projetos da NASA, mas custaria 400 bilhões de dólares e 30 anos de serviço. Se algum dia houve vida em Marte, esse é o local onde é maior a probabilidade de se encontrar algum vestígio dela. Mais de 300 planetas fora do sistema solar foram descobertos nos últimos anos. Conhecidos como exoplanetas, eles vêm sendo encontrados principalmente graças a cálculos matemáticos complexos, que determinam a sua existência a partir de oscilações que provocam na órbita da estrela em torno da qual giram. Gliese 581c é o menor descoberto até agora e o mais parecido com a Terra. Mesmo assim, tem cinco vezes a massa e um raio 50% maior que o de nosso planeta. Sua temperatura média foi estimada entre 0º e 40ºC, o suficiente para conter água líquida em sua superfície. Portanto, tem potencial de abrigar alguma forma de vida.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que três em cada dez cientistas acreditam que possa existir vida em outros planetas. No topo dos otimistas e incentivadores da busca por ETs, figura Carl Sagan. Dizia ele:

“A química que criou a vida na Terra é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas improvável”

Quanto a crença religiosa e a vida extra-terrestre. Sagan não confirma as crenças de Um Criador.

“Se desejarmos ser o centro do Universo, como professam certas religiões, a ciência serve como um contraponto, porque os fatos são bem diferentes. Vivemos em uma pedra opaca, que órbita em torno de um sol qualquer, localizado na periferia de uma galáxia vulgar de 100 bilhões de estrelas. Uma galáxia entre outras 400 bilhões que compõem este Universo que, de acordo com as correntes de pensamento atuais, pode ser apenas um entre muitos outros universos paralelos e isolados. A partir dessa perspectiva, pensar que estamos sozinhos, que somos o centro da criação e temos alguma importância cósmica é ridículo”

Tudo isso me faz lembrar também o livro de Julio Verne (1865), sobre homens que viajam à Lua em um canhão e das histórias em quadrinhos Flash Gordon de Alex Raymond. Imaginação, ficção, caminham lado a lado e tornam mais fácil chegar a essas façanhas, a NASA que o diga. Afinal, quando Kennedy ordenou a ida à Lua, também pareceu um absurdo e no entanto chegaram lá.


“A idéia de que Deus é um gigante barbudo de pele branca sentado no céu é ridícula. Mas, se com esse conceito, você se referir a um conjunto de leis físicas que regem o Universo, então claramente existe um Deus. Só que Ele é emocionalmente frustrante: afinal, não faz muito sentido rezar para a tal lei da gravidade!”
Carl Sagan

“-Não houve conversão no leito de morte”, disse Druyan, nenhum apelo a Deus, nenhuma esperança sobre uma vida pós-morte, nenhuma pretensão que ele e eu, que fomos inseparáveis por vinte anos, não estávamos dizendo adeus para sempre.”
- “Ele não queria acreditar?”, ela perguntou:
- “Carl nunca quis acreditar”,
ela respondeu ferozmente: “Ele quis saber.”

Ann Druryan, esposa de Carl Sagan.


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Um comentário:

deuses Existem? disse...

Veja o vídeo de CARL SAGAN:
O Planeta dos Idiotas

http://irreligiosos.ning.com/video/carl-sagan-planet-of-the-idiots-planeta-dos-idiotas