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9 de maio de 2010

De onde viemos? As Teses da origem do Planeta Terra

De onde viemos ?
As Teses da origem do Planeta Terra

No princípio, tudo era simples. Éramos crianças. É certo que tínhamos dúvidas, mas tínhamos nossos pais e as aulas de catecismo,(fui pastor e rei mago no presépio vivo de natal , quando criança), que com suas estórias espantavam nossos temores. Depois os conhecimentos relatados pelos pastores em voz alta nos seus púlpitos, nos ensinaram as “escrituras sagradas” trazidas até nós por milênios através dos tempos, para que de certa forma as nossas dúvidas fossem sanadas, compreendêssemos alguns fatos e logo nós julgávamos entendidos.
Deus havia criado os céus e a terra, animais para povoá-lo, plantas para ornamentar a sua criação, o ser humano feito à sua imagem semelhança para reinar sobre toda a obra deixada a partir de então à mercê dos seus caprichos. Porém, um detalhe pôs tudo a perder aos perfeitos planos divinos. Sua obra máxima o cetro e a coroa de sua criação, resolveram insurgir-se contra suas ordens e eis que ele teve de expulsá-los do paraíso perfeito abortados de seus planos de felicidade eterna e vida harmoniosa, pois comeram do único fruto proibido: o fruto do bem e do mal. A partir disso, homem e mulher descobriram que teriam que lutar pelo seu sustento, pela sua felicidade neste mundo de lágrimas. Contudo, o oceano do saber mostrou ser demasiado vasto para se deixar transformar numa mera poça, o mundo complicado demais para se deixar explicar de uma tirada e o desejo humano de conhecer as suas origens e entender o que está fazendo vivo num mundo que parece não ter sido feito para ele, ainda que incorrendo em “pecado”.

Toda cultura tem o seu mito da criação – uma tentativa de compreender de onde veio o universo e tudo que nele contém. Quase sempre esses mitos são pouco mais que histórias inventadas por contadores de histórias. Um mito é a história de deuses e tem por objetivo explicar por que a vida é assim como é. Um outro exemplo. Certamente você já ouviu falar de Tor e seu martelo. Antes do cristianismo chegar à Noruega, acreditava-se que Tor cruzava os céus numa carruagem puxada por bodes. E quando ele agitava seu martelo, produziam-se raios e trovões. Quando troveja e relampeja, geralmente também chove. E a chuva era vital para os camponeses da era do wikings. Assim, Tor era adorado como o Deus da fertilidade. A resposta mitológica, à questão de saber por que chovia era, portanto, a de que Tor agitava seu martelo. E quando caía a chuva, as sementes germinavam e as plantas cresciam nos campos e todos acreditavam que a chuva tinha algo a ver com Tor. E isso fez dele um dos deuses mais importantes do Norte da Europa e passou a ser motivo e algo a ver com toda a ordem do mundo. E passaram a fazer cerimônias e rituais religiosos. As pessoas sempre tiveram necessidade de explicar os processos da natureza e inventavam os mitos, pois naquela época ainda não existia a ciência. Em nossa época, temos também um mito da criação. Mas está baseado em evidências científicas sólidas. A grande mudança veria a acontecer com os grandes “filósofos da natureza”, gregos, porque se interessavam sobretudo pela natureza e pelos processos naturais de transformação. Eles queriam entender os fenômenos naturais, sem ter que para isso recorrer aos mitos, interessava-lhes, sobretudo, tentar entender por si mesmos os processos por meio da observação. E isso era totalmente diferente da tentativa de explicar raios e trovões, inverno e primavera por referência a acontecimentos no mundo, dos deuses. E assim a filosofia numa forma científica de pensar começo a se libertar do sobrenatural, superstições, forças místicas e da religião, dando início as ciências naturais, surgidas posteriormente.

Durante algum tempo que se estendeu por séculos, nossa civilização ocidental acatou cegamente aquilo que foi ensinado como verdade absoluta por aqueles cuja finalidade era espargir o conhecimento adquirido através do que se denominava “inspiração divina”, fazendo-nos acreditar que a Bíblia inteira tenha sido escrita sob tal inspiração, como única verdade como dogmas inquestionáveis e empurradas “goela a baixo”, aos que buscavam compreender alguma coisa . Com o conhecimento cristalizado fornecido pelas igrejas e com base nas escrituras, se deu inicio a uma grande e revolucionária jornada rumo ao desconhecido, com o firme propósito de desvendá-lo, perscrutá-lo e conhecê-lo. Libertou-se a humanidade da ingênua credulidade e reclamou para si, insolente, a coroa da criação, duvidando da aparente criação, da infinidade do tempo e do espaço e da fé punitiva. Agora, sóbria e desiludida, procura fatos e indícios que lhe adiantem algo sobre sua origem, que lhe apontem seu papel nesse mundo e as possibilidades no futuro.

Estava dada a largada ao questionamento através da curiosidade e inteligência, para sanar as nossas dúvidas, sem que continuássemos incorrendo no erro daqueles que são tidos por nossos pais bíblicos, a imagem e semelhança de Deus, homem e mulher que pecaram por nós não obedeceram. O início, o princípio idealizado pelos supostos detentores das informações recebidas diretamente de Deus foi revisto, questionado e desmentido pela ciência, não sem antes ser rechaçado pelos que crêem que não há verdade fora da igreja.
Os peregrinos em busca da verdade os crentes da fé, os que não carecem de explicação das escrituras e os que buscam por si mesmos na verdade inquestionável ao contrário da Gênese Bíblica, mas em bases científicas, agora podem reescrever a nossa história, sabendo que a vida não existe apenas na superfície mas ela pulsa também dentro de um planeta em pleno vigor geológico.

Nosso mundo em seu nascimento em nada se parece com o que vemos hoje. Era quente, formado a partir dos restos de formação de nosso Sol, a estrela mais próxima de nós, orbitando à revelia, sendo amalgamado a partir das colisões de pedaços de grandes e pequenos pedaços dessa matéria. A distancia exata entre a Terra e o Sol possibilitou a vida e manteve–se durante bilhões de anos. Há tempos, os pesquisadores associam as grandes mudanças climáticas da Terra as alterações do “humor” do Sol: uma imensa usina atômica ao que tudo indica, as temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas coincidem com o aparecimento de manchas solares, labaredas e distúrbios no campo magnético solar. Isso acontece a cada onze anos, mais ou menos. A produção do Sol distante 150 milhões de quilômetros é um absurdo: 383 bilhões de megawatss. Sim, é impossível imaginar o que isso significa, mas dá para fazer uma idéia distante: o Sol libera, num único segundo, labaredas de 10 mil quilômetros de altura e temperaturas internas de milhões (14,25) de graus centígrados o equivalente a 13 milhões de vezes todas a energia elétrica que os Estados Unidos consomem num ano (2,8 bilhões de kilowatts-hora) Nas épocas mais agitadas do Sol, a emissão de luz comum aumenta pouco, mas a de raios ultravioleta aumenta muito. Quando chegam à estratosfera terrestre, os raios ultravioletas aquecem a camada de ozônio, e alteram a circulação dos gases que compõem a atmosfera. De vez em quando, porém, caem sobre esse paraíso ambiental catástrofes climatéricas. Conseqüência: todas as condições do tempo aqui embaixo também mudam. Há 600 milhões de anos, houve época em que o Sol ficou bem mais fraco, como é demonstrado pelos vestígios das geleiras nas rochas, grandes regiões da Índia, África, Austrália e América do Sul encontravam-se cobertas de gelo. No correr de milhões de anos foi-se esfriando na superfície, dando origem a um árido e infernal cenário, sucedido por um período de acúmulo de gases e veio a chuva a cair ininterruptamente por milhares de anos. Vez por outra mais pedaços dos escombros da formação planetária colidiram com este mundo em formação, alimentando-o com matéria prima, servindo de berço para a vida que surgia, como veremos em mais detalhes, quando o planeta Terra nunca mais foi o mesmo. Há milhões de anos quando os répteis se dispunham a conquistar a terra firme , o equilíbrio térmico mundial voltou a ser alterar. O Plistoceno que é como os geólogos chamam essa época gelada, caracterizou-se por grandes oscilações de temperatura, sucedendo as épocas temperadas com aos períodos gelados. Nos trópicos, o clima manteve-se agradavelmente fresco, mesmo durante a época de maior extensão das geleiras.
Quando os pesquisadores descobriram nos Alpes, no século passado, os vestígios de quatro grandes glaciações, denominaram-nos em ordem cronológica e alfabética, segundo quatro rios locais. Assim temos as glaciações de Günz, Mindel, Riss e Würm.
Os cientistas mencionaram catástrofes cósmicas e terrestres para explicar a brusca queda de temperaturas após 230 milhões de anos de bom tempo. Assim, nuvens de poeira espacial teriam eclipsado o Sol, planetas teriam caído neste, enfraquecendo temporariamente o fogo do nosso astro, e vulcões teriam estendido um denso véu de cinzas sobre a Terra. As espécies da Era Glacial deviam se adaptar muito rapidamente a novas circunstâncias ambientais para poder sobreviver. Cada alteração climática significava o fim de numerosas espécies e apenas os animais (mamute, rinoceronte, tartarugas, lagartos e outros que tinham tendência ao gigantismo) mais resistentes conseguiram sobreviver aos gelos. Outras, por seu lado, adaptaram-se ao frio glacial, porém, começaram a ser perseguidos por um inimigo que se mostraria bem mais perigoso do que as geleiras, primeiro pelos nossos primos macacos e depois pelo Homem.
Ao longo da caminhada, descobrimos como a vida no planeta praticamente deixou de existir em vários momentos – 70% a 90% das espécies desapareceram pelo menos cinco vezes. A primeira extinção em massa aconteceu há centena de milhões de anos. Há duas teorias: uma defende que a Terra passou por uma era de glaciação; a outra diz que houve uma drástica diminuição do nível de oxigênio nos oceanos. A mais conhecida das catástrofes ocorreu, digamos, “mais recentemente”: 65,5 milhões de anos, quando possivelmente um asteróide dizimou os tiranossauros. Para saber mais sobre as sucessivas extinções em massa, vale um passeio virtual pelo Field Museum no site: www.fieldmuseum.org
O que mais choca na visita é que o Field Museum considera que estamos vivendo hoje a sexta extinção em massa de seres vivos. Os cientistas classificam a perda da biodiversidade como um problema ambiental mais grave do que a destruição da camada de ozônio, o aquecimento global ou poluição e a contaminação. E o mais perturbador: pela primeira vez ao longo dos 4,5 bilhões de anos da história do planeta, a vida na Terra está ameaçada não por um agente externo, mas pela ação de uma espécie que habita sua superfície. Sim, nós.
“Quando não sabemos aonde vamos, é bom saber de onde viemos”, diz um ditado africano. É a única maneira de saber aonde queremos ir.
A Terra (5000 a 6730 Km partindo do nível do mar até o ponto mais profundo do centro da Terra, a 1000 Km o calor é de 2000º C), como é hoje, está apenas na fase mais recente de um constante processo evolutivo que vem ocorrendo nos últimos bilhões de anos. Os continentes não são fixos nem estáveis: no curso da história da terra, impulsionadas pelas correntes produzidas pelo intenso calor do centro do planeta, as grandes placas que os sustentam deslocaram-se, chocaram-se, juntaram-se e se separaram. Esses processos continuam a moldar e a transformar a superfície da Terra, produzindo inundações, terremotos e erupções vulcânicas, criando oceanos, cadeias de montanhas, profundas fossas oceânicas e cadeias de ilha. As placas formam a crosta terrestre se deslocam poucos centímetros por ano, mas nos milhões de anos da história da Terra os continentes percorreram milhares de quilômetros para formar novos continentes, oceanos e cadeias de montanhas.
As principais modificações e começo da vida se deram nesses Períodos:
1.Cambriano
570-510 milhões de anos atrás. A maioria dos continentes se concentra
nas latitudes tropicais. O supercontinente de Gonduana chega ao pólo sul. A evidência mais antiga de vida na Terra são os estromatólitos, estruituras calcárias formadas por algas azuis há 2,8 bilhões de anos. Há 540 milhões de anos, formaram-se os ancestrais de moluscos e artrópodes, como os trilobites. No Período Ordoviciano, há 505 milhões de anos atrás, surgiram os primeiros vertebrados, como os peixes sem mandíbula. E no Período Siluriano, 440 milhões de anos atrás, apareceram os primeiros invertebrados terrestres.
2. Devoniano
408-362 milhões de anos atrás. Os continentes de Gonduana e Laurência deslocam-se rumo ao norte. Há 410 milhões de anos, surgiram os anfíbios e os insetos, além de plantas altas.
3. Carbonífero
362-290 milhões de anos atrás. Predominam três continentes: Laurência, Angaralândia e Gonduana. Apareceram os répteis e insetos com asas. No Período Permiano, há 286 milhões de anos atrás, surgiu o primeiro réptil capaz de regular a temperatura corporal.
4. Triássico
245-208 milhões de anos atrás. Os três continentes maiores juntam-se e formam o supercontinente de Pangéia.
5. Jurássico
208-145 milhões de anos atrás, o supercontinente de Pangéia começa a desmembrar-se , causando um aumento geral do nível dos mares. Os dinossauros dominaram o planeta, há 210 milhões de anos atrás.
6. Cretáceo
145-65 milhões de anos atrás. Mares quentes e rasos cobrem boa parte da Terra: os níveis dos mares estão cerca de 25 m acima dos atuais. Há 144 milhões de anos atrás, um meteoro dizimou 75% da vida no planeta. As plantas com flores se espalharam.
7. Terciário
65-2 milhões de anos atrás. Embora a geografia do mundo já esteja mais reconhecível, os acontecimentos mais importantes, como o surgimento da Cordilheira do Himalaia, ainda estão por ocorrer durante este período. Há 65 milhões de anos atrás, surgiram os ancestrais de cetáceos e primatas, como o proconsul. E 1,7 milhão de anos atrás, Período Quaternário, era geológica mais recente, quando o homem moderno apareceu.

A partir de um caos de fatos, fantasias, e lendas se formaram algumas idéias, teorias e teses, acerca da nossa origem, que apesar de não ser basicamente antagônicas, ainda hoje se digladiam, para imporem suas versões sobre a criação.
Tese I: Existe um Deus, criador do céu, da terra e do homem (este a sua semelhança).
Tese II: Foram seres do espaço que permitiram que o homem se tornasse homem, ou numa versão mais humilde, a vida começou no espaço e encontrou na Terra apenas um terreno propício para se desenvolver.
Tese III: Foi uma conjugação de acaso e necessidade que, sem intervenções exteriores de espécie alguma, fez surgir a vida a partir da matéria inanimada, deixando-a desenvolver-se através de milhões de anos até sua atual variedade, que inclui o próprio homem.

Os seres humanos, que desde a noite dos tempos se perguntavam de onde viemos e para aonde vamos, já podiam buscar respostas no século passado fora da esfera divina. Como o mundo foi criado? A leitura do que outras pessoas pensaram e a História pode ser útil quando precisamos construir nossa própria imagem do mundo, da vida e de como devemos viver. Os grandes cientistas, poetas, filósofos, pensadores e satiristas já haviam matado o mito da história dos Deuses e foram considerados insensatos. Não sabemos quantas pessoas devotas eram descrentes e viram que a religião era causa de ódio e conflitos. Esses nomes conhecidos elaboraram teorias para o mundo e para a natureza humana que prescindiam das explicações tradicionalmente oferecidas pelas religiões. Mais do que prescindiam: competiam com elas, com todas as vantagens oferecidas pela lógica e pela irreversível marcha da história.
Viemos de um longo processo de evolução, como veremos, muito mais fabuloso, que qualquer lenda bíblica sobre um boneco de barro transformado pelo sopro daquele senhor de barbas brancas e cara de poucos amigos. E, iríamos certamente para um lugar melhor, onde não existira vigilância castradora judaico-cristão, crendices primitivas, nem a injusta ordem-social alimentada pelas hierarquias religiosas. Num mundo onde predominassem a ciência e a razão e todas as perguntas essenciais seriam eventualmente respondidas. Pela ordem natural das coisas , impulsos religiosos e crenças em entidades sobrenaturais acabariam no mesmo arquivo dos tempos em que se acreditava que a Terra era plana e o Sol girava em torno dela.

Mas as coisas não aconteceram exatamente assim. A ciência progrediu, sim, e de uma forma tão espantosa que hoje mais intimida o leigo do que oferece todas as respostas compreensíveis como as explicações dos astrônomos, cosmologistas, geólogos, biólogos, arqueologistas, paleontologistas. O fabuloso progresso material desencadeado nesta era da razão é conhecido no mundo atual.
Os cristãos acreditam que o Planeta Terra foi criado por Deus há 6 mil anos atrás, porém há controvérsias dentro da Igreja, pois um “santo” afirmou que seria de quatro mil anos, atrás, quando está provado que o nosso planeta que existe há mais de 4 bilhões de anos e o próprio universo 15 bilhões de anos. Também acreditam que a luz de galáxias distantes foi criada a caminho da Terra.

“Se é certo que um Deus fez este mundo,
não queria ser eu esse Deus:
as dores do mundo dilacerariam meu coração.”

Schopenhauer

Para a ciência o milagre da multiplicação e a vida, aconteceu no planeta a partir de 540 milhões de anos atrás, se multiplicando como nunca nos oceanos. Nós humanos, somos uma das 50 bilhões de espécies que cresceram e evoluíram num pequeno planeta, o terceiro a partir do Sol, que chamamos Terra. Cerca de 2,5 milhões de anos atrás, surgiu o primeiro membro da família humana – o Homo habilis- e depois o Homo sapiens. Na África, cerca de 180 mil anos atrás, apareceram os primeiros seres humanos.

Hoje sabemos coisas sobre a natureza, a magia biotecnológica e sistema solar, de que o homem é meramente um animal como os outros que atualmente predomina, não sabemos por quanto tempo. Que os fundadores das religiões não tinham sequer começado a supor e que teriam calado suas línguas demasiadamente confiantes caso soubessem mais sobre o Universo.

A morte de Deus operada por Aristóteles, Darwin , Freud, Nietzsche, Copérnico, Galileu, Giordano Bruno, Crick, Carl Sagan & Companhia e pela ciência, ainda não foi um alegre espetáculo de libertação como veremos também no capítulo, “Por que a fé sobrevive?”. Se o hipotético Deus ainda não está morto, arrasta-se em lenta e dolorosa agonia. Os clérigos disfarçam com missas e orações, essa numa vida vegetativa que serve os interesses das igrejas. O latim já voltou às missas, agora só nos resta esperar que o Sol, gire em volta da Terra.
Ou para ser mais claro, como nos diz o filósofo e escritor Sam Harris autor de “Carta a uma nação cristã” e “O fim da fé – religião, terror e o futuro da razão”: “A escolha que temos pela frente é simples: podemos ter uma conversa do século XXI acerca de moral e do bem-estar humano – uma conversa na qual recorremos a todas as descobertas científicas e argumentos filosóficos acumulados nos últimos 2 mil anos de discurso humano – ou então podemos nos confinar a uma conversa do século I, tal como preservada na Bíblia. Por que alguém haveria de querer adotar a segunda opção? “

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“O homem não deve recear sua originalidade, deve, sim, carregar sua responsabilidade...com otimismo e orgulho moderado”

Julian Huxley

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