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16 de maio de 2010

Capítulo 25: JUDAÍSMO - Jerusalém - o centro do mundo

Judaísmo,
Jerusalém - o centro do mundo com três religiões

O Judaísmo surgiu na antiga Palestina, atual capital de Israel, por volta do século 17 a . C. Seu Livro Sagrado, Tanach é dividido em Torá, Escrituras e Profetas. Os judeus acreditam ser descendentes do patriarca Abraão. Deus teria feito duas alianças com ele: a primeira, prometendo-lhe uma terra da qual jorrasse “leite e mel”; a segunda, garantindo que seria o pai de uma descendência numerosa, o povo de Israel. O judaísmo considera que sua condição de “povo escolhido de Deus” significa escolhido por virtude da promessa feita por Deus a seu ancestral Abraão. Abraão recebeu de Deus a promessa de que seus descendentes se tornariam uma grande nação. Em decorrência disso, há no judaísmo um elemento exclusivo, até racial, que seria firmemente rejeitado pelos principais cristãos, especialmente São Paulo. Segundo essa antiga concepção, o judaísmo não é tanto uma filosofia ou um conjunto de crenças, mas uma questão de pertencer à comunidade judaica e suas implicações.
A Torá, que reúne os cinco primeiros livros da Tanach, contêm os 613 mandamentos fundamentais da vida judaica. Baseados na Torá a maior parte das ramificações dos judeus segue o calendário rabínico judaico lunar. O Judaísmo é o nome dado à religião do povo judeu e é a mais antiga das três principais religiões monoteístas (as outras duas são o cristianismo e o islamismo). A religião judaica, mãe do cristianismo e avó do maometismo, espancada pelo filho e pelo neto. Surgido da religião mosaica, apesar das ramificações, defende um conjunto de doutrinas que o distingue de outras religiões: a crença monoteísta em YHWH ou Iahweh (Adonai Elohim, Meu Senhor), ou “aquele que não tem nome”. IHWH - o nome sagrado de Deus – na verdade deriva de Jeová, uma união física entre o masculino Jah, e o nome feminino pré-hebraico de Eva, Havah. como criador e Deus e a eleição de Israel como povo escolhido. O nome original de Deus, formado pelas letras IHWH, era tão sagrado que nunca podia ser pronunciado em voz alta. Jehovah em inglês. Ao longo do tempo Adonai, tornou-se um dos seus substitutos.
Para receber a revelação da Torá (conjunto de cinco primeiros livros e leis cuja autoria é atribuída a Moisés), que seriam os mandamentos desse Deus único (Jeová).
O Talmude é o código da lei civil do Judaísmo. O Talmude contém os trabalhos intelectuais, opiniões e ensinamentos dos antigos sábios judeus, as leis religiosas e civis da Bíblia. O Judaísmo ortodoxo baseia suas leis geralmente nas decisões encontradas no Talmude.

Os principais pensamentos de comportamento religioso judaico podem ser assim resumidos:
Deus criou e governa todos os seres; é uno; não tem corpo; é eterno; deve ser o único a ser adorado; conhece todas as ações e todos os pensamentos dos homens; recompensa os que observam os seus mandamentos e pune os que os transgridem; fará reviver os mortos; fará vir o Messias. Todas as palavras dos profetas são verdadeiras. Moisés é o maior dos profetas.
O lar (a comunidade) no Judaísmo, é o verdadeiro centro da vida judaica, é fundamental para a educação das crianças judaicas que neste devem entrar em contato com a fé e a tradição. Os judeus consideram o seu lar um santuário religioso. A religião judaica é essencialmente uma religião familiar. O judaísmo é a religião do Livro e é a única religião em que o primeiro dever dos pais é ensinar os filhos a ler...e esse Livro é uma Lei (uma Torá), muito mais que um Credo: ele enuncia o que se deve fazer, muito mais do que o que se deveria crer ou pensar! Aliás, pode se crer o que quiser, pensar o que se quiser, e é por isso que o espírito é livre. Mas não pode se fazer o que se quiser, pois que somos responsáveis, moralmente, uns pelos outros.
Quando nasce uma menina, o pai a leva para uma sinagoga e a nomeia diante do livro sagrado, enquanto os meninos devem ser circuncidados, por ter sentido religioso (pacto de “sacrifício” indissolúvel com Deus, com a virtude e o dever), além de ser higiênica, diante de dez homens e receber um nome. A descendência é transmitida somente pelas mulheres. Dentro da visão judaica do mundo, Deus é um criador ativo no universo e que influência a sociedade humana na qual o judeu é aquele que pertence a uma linhagem com um pacto eterno com esse Deus Criador.

O Judaísmo Conservador fora dos EUA é conhecido como Judaísmo Masorti. Caracteriza-se por um compromisso de seguir as leis e práticas do judaísmo tradicional, como o Shabbat e o Kashrut, uma atitude positiva em relação à cultura moderna e uma aceitação dos métodos rabínicos tradicionais de estudo das escrituras, bem como o recurso a modernas práticas de crítica textual. Considera que o Judaísmo não é uma fé estática, mas uma religião que se adapta a novas condições. Para o Judaísmo conservador a Torá foi escrita por profetas inspirados por Deus, mas considera não se tratar de um documento da sua obra.

Existem quatro grandes tendências: O Judaísmo ortodoxo; conservador; reformador e liberal.

O Judaísmo Hasídico foi fundado por Israel bem Eliezer (1700-1760), também conhecido por Ba’al Shem Tov ou Besht. Os seus discípulos atraíram muitos seguidores, e eles próprios estabeleceram numerosas seitas hasídicas na Europa. O Judaísmo Hasídico acabou por se transformar no modo de vida de muitos judeus na Europa, e chegou aos Estados Unidos durante as grandes levas de emigração judaica na década de 1880.

O Judaísmo Reconstrucionista formou-se no século 20 por Mordecai Kaplan, um rabino conservador que mais tarde deu ênfase a reinterpretação do Judaísmo nos termos contemporâneos. Não considera que a lei judaica deva ser suprema, mas ao mesmo tempo considera que as práticas individuais devem ser tomadas no contexto do consenso comunal.

Há diversas tradições e doutrinas dentro do Judaísmo, criadas e desenvolvidas conforme o tempo e os eventos históricos sobre a comunidade judaica, as quais foram seguidas, em maior ou menor grau pelas diversas ramificações judaicas conforme sua interpretação do Judaísmo.
Um dos símbolos é um hexagrama a Estrela-de-Davi. A união perfeita entre masculino e feminino. O selo de Salomão, o Santo dos Santos, em que se acreditava que as deidades masculina e feminina – Yahweh e Shekinah – residiam. Símbolo secreto dos sacerdotes que contemplavam as estrelas e foi adotado pelos reis israelitas – Davi e Salomão.

Entre as simbologias mais conhecidas encontra-se o uso de objetos religiosos como o kipá ou quipá, ( usam um gorro redondo de tricô na cabeça, às vezes um chapéu preto) para ter a cabeça coberta diante de Deus. Costumes alimentares e culturais como cashrut, Brit milá, Zeved habat (as boas vindas dos bebês do sexo feminino na tradição sefaradi), B’nai Mitzva (a celebração da chegada de uma criança à maioridade, e por se tornar responsável, daí em diante, por seguir uma vida judaica e por seguir a halakhá), Peiot ou o uso do hebraico como língua litúrgica. O Shabat sétimo dia da semana judaica é o dia sagrado, em que cessam todas as atividades de trabalho e é dedicado às preces e a idéia é de que, enquanto existir na terra um só judeu que não respeite o descanso do Shabat, o Messias não poderá vir para libertar o mundo. Os judeus esperam, até hoje, pelo seu Messias. (“Mas no fundo, torcem para que ele não venha; temem que também ele os persiga”.) Sua observância dá aos judeus a certeza de recompensa e comunhão com Deus.
Hoje o Judaísmo é praticado por mais de quinze milhões de pessoas em todo o mundo. Ao contrário do que possa parecer, um judeu não precisa seguir necessariamente o judaísmo ainda que o Judaísmo só possa ser necessariamente praticado por judeus. As pessoas que desejam se converter devem aderir aos princípios e tradições judaicas, e os homens tem de passar pelo ritual de boas vindas do brit milá (circuncisão) e passar pelo ritual da mikvá ou banho ritual. Não é uma religião de conversão. Respeita a pluralidade religiosa desde que tal não venha a ferir os mandamentos.
Diversas festividades são baseadas neste calendário: pode-se dar ênfase às festividades de Rosh Hashaná, Pessach a Páscoa judaica (não podem usar pães com fermento, representa as imperfeições morais e as tendências negativas do homem), Shavuót, Yom Kippur (dia do perdão divino e humano e purificação) e Sucót. As diversas Sinagogas (suas casas de oração e culto) e comunidades ramificadas, também seguem datas festivas ou de jejum e oração conforme suas tradições.
Com a criação do Estado de Israel em 1948, diversas datas comemorativas de cunho nacional foram incorporadas às festividades da maioria das comunidades judaicas.

Jerusalém capital eterna e indivisível do Estado de Israel, é a Cidade Celestial hoje de 800 mil habitantes, onde Jesus conforme a Bíblia, pregou, morreu e ressuscitou. Visitar os lugares mencionados como cenários conforme no Novo Testamento, é importante para os judeus. Lá se localiza um dos pedaços mais disputados do planeta: o Monte do Templo (Moriá). Sobre esse monte jaz uma grande rocha que é fundamental para entender as disputas por Jerusalém. Há dois mil anos, essa rocha ficava no Templo de Herodes, cujo único vestígio atual é o Muro das Lamentações, imenso como a dor dos judeus e valioso para eles. Os crentes colocam a mão nas pedras apóiam a testa no muro e depositam entre as pedras seus rolinhos de papel com mensagens escritas. Depois se lamentam, se queixam e deixam seus desejos.
Para os judeus , não existem lugares sagrados, mas sim tempos sagrados como rezar aos sábados. Mesmo os lugares de grande importância histórica para a tradição judaica, como o Muro das Lamentações em Jerusalém, não são considerados sagrados. Embora os judeus rezem ali e deixem papéis pequenos com seus pedidos enrolados nas frestas do muro e lamentem a destruição do templo. Segundo a tradição judaica, essa é a rocha sobre a qual, segundo a bíblia, “Abraão ofereceu seu filho legítimo Isaac”, que tinha nascido temporão quando sua mãe Sara, tinha... quase cem anos, em sacrifício a Deus e Davi depositou os mandamentos que o Eterno deu a Moisés no monte Sinai depois da partida do Egito, na Arca Sagrada, afirma o arqueólogo americano Eric Cline.

Os muçulmanos, porém dizem que o filho que o patriarca ofereceu em holocausto era Ismael, de quem eles descenderiam.
Os muçulmanos, crêem que o monte também é o ponto de onde o profeta Maomé teria descansado antes de ascender ao céu. A visão do Profeta, aconteceu assim. Estava ele no terraço da sua casa, em Meca, quando apareceu a égua Burak, um animal alado com cabeça de mulher! Alado como o cavalo de Pégaso então a égua o levou. Chegou amarrou a égua na muralha, o animal bateu o pé no rochedo e saltou ! O anjo Gabriel levou o Profeta até o sétimo céu, e no caminho ele encontrou, Adão, Noé, José, Moisés. Antes de ficar cara a cara com o patriarca Ibrahim. Por fim ouviu Alá lhe ditar as preces muçulmanas e voltou a Meca, transformado pelo êxtase. Seu rosto nunca é revelado e sua cabeça está sempre velada de branco... O êxtase é próximo demais do Todo Poderoso para ser representado. A visão do profeta era de inspiração divina.

O Monte é sagrado para os cristãos, pois está ligado à passagem de Jesus pelo templo. Para as três religiões, portanto.é o centro do mundo e é verdade que os fiéis oram a um mesmo Deus. Muitos crêem que a rocha esteve no Templo de Salomão, erguido há 3 mil anos. Na verdade , ninguém sabe o local exato do templo. Não importa: essa combinação de pedras e idéias tornou Jerusalém a cidade mais importante da história, pelas batalhas em torno do túmulo de Cristo, a cúpula do rochedo e o muro das lamentações. Para os judeus, Cristo, não ressuscitou, não tinha rosto, corpo ou família.
Hoje a segurança do monte do Templo está a cargo de Israel, enquanto a administração é feita por um conselho religioso islâmico chamado waqf. Os não muçulmanos podem visitar o monte, ma só em grupos reduzidos, em dias restritos e sem objetos religiosos. A Armênia foi o primeiro país a se converter ao catolicismo, por isso eles também tem a honra de participar da manutenção do Santo Sepulcro. Quando no ano 2000, o então primeiro-ministro Ariel Sharon esteve lá, causou a fúria dos palestinos, que usaram a o episódio como pretexto para a 2ª Intifada. Atualmente, as atenções estão voltadas para um complexo subterrâneo conhecido como Estábulos de Salomão. Em 1996 os waqf transformaram o local na maior mesquita de Israel. No ano seguinte, iniciaram uma obra que retirou doze toneladas de terra, o que Israel classificou como “um crime arqueológico sem precedentes”, Com tantas mexidas no subsolo, os arqueólogos temem que as peregrinações às mesquitas façam o complexo desmoronar.

Os judeus, defendem uma fé que lhes é preciosa e diversas minorias tornaram-se vítimas de diversas acusações e perseguições injustas por parte dos cristãos. A conversão ao Judaísmo foi proibida pela Igreja e as comunidades judaicas foram relegadas à marginalidade em diversas nações ou expulsas. O Judaísmo tornou-se então uma forma religiosa de resistência à dominação imposta pela Igreja Panteísta, desenvolvendo algumas das doutrinas exclusivistas de muitas tradições judaicas atuais. Com o surgimento do Islamismo no século 7 e sua rápida ascensão entre diversas nações, inicia-se a relação deste com o Judaísmo, caracterizado por períodos de perseguição e outros de paz, no qual deve-se enfatizar a Era de Ouro no Judaísmo na Espanha muçulmana.

Jerusalém se tornou o Centro do Mundo e é a cidade sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos. Jerusalém é a Torre de Babel atual bocas que oram juntas e separadas e onde Deus coloca bombas nas suas mãos e ao mesmo tempo não consegue detê-los, porque simplesmente não existe ou está zangado à bessa.
Deus inventou as línguas, mas não fala , hebraico, iídiche, árabe, latim, armênio, grego, português, inglês e às vezes é difícil ouvi-lo, pois os homens são meio surdos e falam.
Moisés ouviu Deus lhe ditar as Tábuas da Lei, Jesus pregou a boa nova contida nos Evangelhos e o anjo Gabriel ditou o Alcorão a Maomé. Moisés trouxe a idéia de Lei, Jesus a de caridade e Maomé a idéia de justiça. Para todos eles, Deus é Amor. E mesmo assim, eles não se entendem e se matam. Para os muçulmanos a tolerância é zero.
Seu caráter sagrado vem sendo utilizada para propaganda política e religiosa por outros países e grupos terroristas como a Al Qaeda, Hezbollah,Hamas e Fatah que usam a jihad (“guerra santa”) e a figura de do sultão Saladino e do profeta Maomé, para tentar alcançar seus objetivos sobre o território. A Cidade Dourada, nos últimos 4 mil anos foi palco de tréguas, disputas e guerras, e conforme o historiador Eric Cline autor de “Jerusalém Besiegel”, foi destruída duas vezes, 23 vezes sitiada, 52 vezes atacada, 44 vezes capturada e recapturada, por tribos ou exércitos e houve pelo menos 118 conflitos na Cidade Santa. Também foi atacada por caminhões suicidas, pedras atiradas por garotos, levantes sangrentos e negociações. Porém também é verdade que Caim e Abel ainda não concluíram a missão de matar um ao outro.
Messias não faltam e durante todo o ano acontece a chamada “Síndrome de Jerusalém”, quando uns trezentos excêntricos, judeus ou cristãos perambulam pela cidade santa, descalços e de túnica com o livro sagrado na mão anunciando o fim do mundo, porque são messias. Para eles existe até um atendimento especializado. Aqueles que lêem o livro sagrado constantemente, milhares de vezes terminam sofrendo delírios místicos e religiosos.
Aliás, não precisamos ir longe. Sou testemunha pois tive um caso desses em família. O crente surtou (só não se dizia um messias), completamente. Cada frase envolvia uma citação bíblica e achava que o velho testamento é que importava. Após algum tempo consegui “salvá-lo” ao montar uma empresa para ele trabalhar e com algum resultado prático consegui amenizar a situação. São as coisas da droga da fé cega e da desinteligência, que só a Ele cabe explicar. Religião é uma questão de fé. Você crê cem por cento ou não crê ou se mostra indiferente. Eu não creio nos deuses e não acredito mais naqueles que me falavam das falsas esperanças deste mundo e do outro.
Os líderes na hora de defender seus direitos usam dois argumentos principais: seus antepassados chegaram lá primeiro e sua ligação com a cidade seria mais autêntica. Um nega a versão do outro. Os palestinos não aceitam as evidências arqueológicas do reino judaico fundado por Davi há três mil anos atrás. Os israelenses que conquistaram a independência são reconhecidos pelas nações como de fato e de direito uma nação. Se tornaram o centro do judaísmo e simbolizam o lugar de Deus na Terra. Um único Deus, tal como dizia o patriarca Abraão.
Em 1880, chegaram as primeiras levas de imigrantes judeus, depois de exílio pelo mundo afora, primeiro na Grécia e no Egito, mais tarde norte da África, na Espanha, Portugal, na Itália, na Rússia, na Polônia, na Índia, na China e em seguida na América do Norte, na América do Sul, na África, de século em século, pelo mundo todo mesmo, que realizavam o refrão entoado em 1000 anos de Diáspora:
“Ano que vem, em Jerusalém”.

No livro “O Estado Judeu”, de 1896, o líder sionista Theodor Herzl dizia: “Uma maravilhosa geração de judeus vai surgir. Os macabeus vão se erguer outra vez”. Os judeus acham absurda a história de que Maomé subiu ao céu a partir de lá, que ele não era um Deus. Acreditam que ele era um simples profeta como já tinha aparecido vários anos antes, por isso motivo de devoção do Islamismo. Em 1967 na Guerra dos 6 Dias, Israel conquistou a “parte oriental” e a Cidade Velha. “Retornamos ao nosso lugar mais sagrado”. Nunca o deixaremos.”disse o general Moshé Dayan, que redesenhou a cidade onde nacionalismo e religião se entrelaçam.

A questão atual de Jerusalém (Sião) envolve dois elementos:
1) a soberania sobre a cidade reivindicada por israelenses e palestinos; e
2) 0 status dos lugares sagrados, reclamados por judeus, cristãos e muçulmanos para os quais tem um valor simbólico.

Afinal quem chegou primeiro à cidade dividida pela intolerância? O Mundo não sabe. Existem controvérsias até entre os pesquisadores sobre textos sagrados e documentos históricos que para muitos não passam de lendas e mitos. O Islamismo nunca perdoou os “judeus”, por encontrarem Maomé e decidirem que ele não era o verdadeiro mensageiro.

Israel, um país desenvolvido,onde seu povo ainda sonha com a paz, com uma Jerusalém dentro de um Estado moderno, de luz e de fé, onde brilharia, o azul celeste e o Templo reconstruído numa cidade pronta para receber o novo Messias, que não é Jesus, que para eles não ressuscitou dos mortos e que é o messias dos cristãos, o salvador do mundo. Para os judeus, uma das raças que mais sofreu, assassinados e massacrados continuamente, ser o modelo do mundo. Ser o povo “eleito” de Deus, que selou uma aliança com Ele através de Abraão, só por terem crucificado um homem durante dois mil anos atrás, para os judeus é mesmo terrível continuarem a ser crucificados. Isso deu muita inveja!
Como pacifista podemos analisar que essa nunca foi uma Terra Santa e Cidade da Paz e mostra muito bem porque condenamos todas as religiões e deuses divinos, causas de barbarismos, ódios, conflitos e guerras com centenas de milhares de mortos ao longo da história.Se realmente Deus existisse, já teria destruído o mundo. Que parece não ter solução entre países árabes, católicos, cristãos e judeus e está longe de ser a Cidade Santa da Paz. Shalom!


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